Algumas pessoas convivem com problemas intestinais e desconhecem doenças que podem ocasioná-los, como a síndrome do intestino irritável. Entenda como ela acontece e como amenizar os sintomas.
Postado por admin em 26/mar/2021 -
Algumas pessoas convivem com problemas intestinais e desconhecem doenças que podem ocasioná-los, como a síndrome do intestino irritável. Entenda como ela acontece e como amenizar os sintomas.
Você sabia que até 20% dos adultos convivem com a Síndrome do Intestino Irritável (SII)? A condição que soma diversos sintomas relacionados à irregularidade e aos desconfortos intestinais. Ainda, é possível que esses percentuais sejam subestimados. Afinal, nem todos sabem do diagnóstico e acabam convivendo com os sintomas por anos.
Por ser considerada uma condição crônica, saber lidar com a SII é o grande segredo para preservar o intestino e, consequentemente, o bem-estar, e a saúde de forma geral.
Saiba o que é, os principais sintomas e dicas para manejar a síndrome do intestino irritável com mudanças no estilo de vida e na alimentação.
A síndrome do intestino irritável (SII) é um distúrbio crônico que afeta o trato gastrointestinal, causando desconforto abdominal e alterações nas funções do intestino.
Apesar de ser uma condição comum, a SII não apresenta uma determinada lesão, ela é a soma de sintomas característicos, o que dificulta o diagnóstico e gera muitas dúvidas sobre suas causas.
A ciência ainda não sabe exatamente o que causa a SII, mas estudos indicam que seja uma combinação de vários fatores:
Ainda, a literatura destaca que predisposição genética, inflamação/infecção e fatores ambientais, como a dieta, são fatores que podem contribuir com essas condições.
A síndrome de intestino irritável é caracterizada por diversos sintomas, muitos deles similares aos encontrados em outras doenças. Entre os mais comuns, estão:
O diagnóstico da síndrome do intestino irritável deve ser feito por um médico que saberá analisar a combinação de sintomas e também realizar exames, como de sangue ou fezes, que possam indicar a condição e o tratamento adequado, assim como descartar ou considerar a presença de outras doenças.
Uma das formas para lidar com a SII está no fortalecimento da microbiota intestinal. Essa comunidade de microrganismos que habita o intestino desempenha um papel fundamental na saúde, auxiliando na digestão, na produção de neurotransmissores e na modulação do sistema imunológico.
Quando a microbiota intestinal está desequilibrada, ela pode contribuir para o desenvolvimento e a persistência dos sintomas da SII. Alterações na composição e na função desses microrganismos podem levar à inflamação intestinal, ao aumento da permeabilidade da mucosa intestinal e à disfunção do sistema nervoso entérico, agravando os sintomas da síndrome.
Se você está se perguntando como fortalecer a microbiota, saiba que há hábitos e escolhas alimentares que podem ajudar, e muito, a amenizar os sintomas e viver com mais qualidade de vida.
A pesquisa Impact of psychological stress on irritable bowel syndrome destaca que a SII é uma combinação de intestino irritável e cérebro irritável. Os pesquisadores vêm mostrando que os estresses psicológicos têm impacto marcante na sensibilidade, motilidade, secreção e permeabilidade intestinal.
Por isso, o gerenciamento do estresse é altamente recomendado para quem deseja fortalecer sua microbiota intestinal e, por consequência, prevenir ou diminuir os sintomas da síndrome do intestino irritável. Técnicas de relaxamento, atividade física, mindfulness e meditação ajudam a manter o equilíbrio da mente e a promover o bem-estar.
Ainda, é importante ressaltar que nem todas as pessoas que vivenciam situações estressantes desenvolvem a SII.
A alimentação é um ponto crucial para lidar com a síndrome do intestino irritável. As instituições National Institute for Health and Care Excellence (NICE) e the British Dietetic Association (BDA) destacam entre as recomendações nutricionais:
Ainda, a dieta com baixo teor de carboidratos fermentáveis é uma ferramenta para adequar a alimentação de forma individualizada e pode ser recomendada como tratamento de segunda linha. Chamada de dieta low FODMAP, ela consiste em identificar alimentos que contêm carboidratos que levam à produção de gás intestinal e distensão, e que podem potencializar sintomas da SII, em diminuir consideravelmente seu consumo por um período e em reintroduzi-los, gradualmente, na alimentação.
Os probióticos, também conhecidos como bactérias “boas”, desempenham um papel fundamental na manutenção da saúde intestinal, ajudando a reequilibrar a flora, melhorar a digestão e ajudar a aliviar os sintomas gastrointestinais. Por isso, os suplementos de probióticos são uma alternativa para auxiliar a restaurar o equilíbrio da microbiota intestinal.
Outra opção pode ser o uso de um suplemento alimentar desenvolvido para o intestino. O Collagen Gut reúne fibras, aminoácidos, peptídeos de colágeno, MSM, ácido ortosilícico e outros ingredientes ativos com alto poder de absorção e aliados da microbiota intestinal.
Ainda, é o primeiro suplemento alimentar do Brasil com certificação FODMAP friendly, podendo ser consumido em dietas low FODMAP. Conheça o Collagen Gut!
As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Assim, as informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. Por fim, nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura de ajuda por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.
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Postado por admin em 15/mar/2021 -
A prática de atividade física faz bem para a saúde por vários motivos. Um deles é que ao se exercitar, você pode ajudar no fortalecimento do seu sistema imune. Para entender como isso acontece, acompanhe este post.
A prática regular de atividade física é recomendada pela medicina para atingir diversos objetivos ligados à saúde. E, ao promover a saúde como um todo, o esporte também está relacionado com nossa capacidade de evitar e combater doenças.
Alguns estudos comprovam que pessoas que praticam atividade física regularmente têm menor incidência de infecções bacterianas e virais, além de outros indicadores de um sistema imunológico mais fortalecido.
Confira qual é a relação entre a atividade física promovida por exercícios regulares e a imunidade.
Para explicar como o exercício ajuda a melhorar a imunidade, é interessante contextualizar brevemente como o nosso sistema de defesa é formado e quem são os seus “soldados”.
O sistema imunológico é uma barreira de defesa sofisticada e bastante adaptável. Pode gerar uma variedade enorme de células e moléculas capazes de reconhecer e eliminar uma grande quantidade de micro-organismos invasores. Ele é dividido em sistema imune inato e sistema imune adaptativo.
O sistema imune inato é a nossa primeira linha de defesa, a qual combate as ameaças assim que elas são detectadas pelo organismo, sem uma “estratégia” definida. Ele é composto por células e moléculas chamadas de neutrófilos, eosinófilos, basófilos, monócitos, células natural killer e enzimas.
A segunda linha de defesa, caracterizada como imunidade adaptativa, é capaz de modular sua estratégia de acordo com as características de cada ameaça. O sistema imune adaptativo é composto por linfócitos T e B e por imunoglobulinas.
Um princípio que você precisa ter em mente é que o nosso corpo funciona bem quando está em homeostase, ou seja, em equilíbrio. Ainda, ele tem capacidades incríveis de se reorganizar na tentativa de manter essa harmonia constante. Os desequilíbrios, por vezes, estimulam alguns mecanismos que podem ser benéficos ou prejudiciais. E, favorecer as condições para que o corpo sempre retorne ao seu “eixo central” é a grande sacada para o seu funcionamento pleno.
Neste contexto, um estudo científico mostrou que o exercício físico promove uma alteração no equilíbrio do nosso organismo, estimulando uma reorganização da resposta imune. Ainda. quando o exercício físico tem intensidade moderada (que não causa exaustão), há um aumento permanente nas células do sistema imune, tanto naquelas que pertencem ao sistema inato quanto ao adaptativo.
Como consequência, as pessoas que praticam atividades físicas regulares demonstraram menor incidência de infecções bacterianas – como sinusite, conjuntivite e sífilis, por exemplo – e virais – como gripe, sarampo e hepatite A, por exemplo -, além de menor incidência de neoplasias, que podem dar origem a tumores.
Esta melhora geral nos indicadores do sistema imunológico, no entanto, tem um limite. O estudo identificou que atividades físicas intensas, que levam o atleta à exaustão todas as vezes, tendem a enfraquecer o sistema imunológico. Repetitivas infecções no trato respiratório são relativamente comuns em atletas que se submetem a grandes esforços.
Neste cenário, por mais que o estudo tenha mostrado um aumento dos componentes do sistema imunológico durante a prática, há uma redução na quantidade de alguns deles após a atividade. A diminuição pode deixar o organismo mais suscetível a vírus e bactérias por um período de até 72 horas. Além disso, outros dois fatores são apontados como possíveis causadores do enfraquecimento do sistema imunológico após o exercício:
Como vimos no começo do texto, a prática esportiva frequente e moderada é capaz de impulsionar o ganho de saúde para o corpo como um todo. Mas quais seriam outros benefícios, além do sistema imunológico?
Segundo um relatório especial de saúde da Escola de Medicina de Harvard, há pelo menos cinco outros benefícios.
Saiba mais sobre os benefícios comprovados da atividade física para a saúde.
As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Assim, as informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. Por fim, nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura de ajuda por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.
Postado por Aline Soares em 22/fev/2021 -
Um nutriente que pode contribuir com diversos mecanismos do nosso corpo, como as funções cognitivas, articulares, cardíacas, oculares e anti-inflamatórias. Entenda para que serve o ômega-3.
Entre os nutrientes que apoiam o equilíbrio do organismo, o ômega-3 tem papel importante em funções relacionadas à saúde física e mental, favorecendo a manutenção do corpo ao longo das diferentes fases da vida, da gestação à maturidade.
Descubra para que serve o ômega-3, conheça seus principais tipos e fontes, além de orientações práticas sobre como incluir o nutriente na rotina alimentar.
Siga a leitura!
Ômega-3 é uma família de ácidos graxos poli-insaturados essenciais, classificados como “boas” gorduras. É interessante saber que o nosso corpo não produz ômega-3 de forma endógena em quantidades suficientes e, por isso, é obtido por meio da alimentação ou da suplementação.
Quais os principais tipos de ômega-3?
Existem diversos ácidos graxos da família ômega-3, mas três se destacam para a saúde humana: DHA, EPA e ALA. Eles atuam em todas as partes do organismo, mas alguns órgãos e sistemas são mais beneficiados pelas suas ações, de acordo com estudos. Conheça cada um deles.
O DHA é um ácido graxo da família ômega-3 que compõe as membranas das células, e é abundante no cérebro e na retina.
É importante para o desenvolvimento do sistema nervoso fetal e, ao longo da vida, apoia a memória, a cognição e as conexões neurais, além de contribuir com ações antioxidantes e de controle de processos inflamatórios.
Com relação à visão, a retina concentra altas quantidades de DHA, onde desempenha um papel protetor contra agressores celulares, contribuindo para o funcionamento adequado desse órgão.
O EPA é um ômega-3 de cadeia longa que auxilia na produção de substâncias anti-inflamatórias. Atua especialmente na saúde do coração e na circulação sanguínea, prevenindo a formação de coágulos e reduzindo o risco de trombose e AVC.
Um dos mecanismos, de acordo com estudos, é a incorporação do nutriente às placas de gordura, diminuindo a inflamação e a resposta imunológica.
Ele atua de forma complementar ao DHA e é encontrado principalmente em peixes gordurosos e óleos marinhos.
O ALA é o ômega-3 de origem vegetal, encontrado na linhaça, na chia, nas nozes e nos óleos dessas sementes.
No organismo, uma parte do ALA pode ser convertida em EPA e DHA, mas essa conversão costuma ser baixa, pois depende de vários mecanismos, e varia de acordo com cada pessoa.
O ômega-6, comum em alguns óleos vegetais refinados e com potencial inflamatório quando em excesso, compete pela mesma enzima que converte o ALA em EPA/DHA e, dado que o consumo de ômega-6 é muito elevado na população ocidental, a conversão pode ser bem prejudicada. Por isso, vale equilibrar no dia a dia as fontes de ômega-6 e ômega-3 em aproximadamente 5:1.
Ainda assim, o ALA participa da estrutura das membranas celulares e está associado ao equilíbrio cardiometabólico em uma alimentação saudável.
Em resumo, o ALA é um precursor vegetal, que também desempenha funções importantes no corpo, enquanto o EPA e o DHA são as formas ativas mais presentes em peixes e microalgas.
As fontes de ômega-3 mais conhecidas e ricas em EPA e DHA são provenientes do óleo de peixes gordurosos e de águas frias, incluindo salmão, sardinha, atum, truta e também um pequeno crustáceo chamado krill. Além deles, existem alimentos de origem vegetal com bons teores de ALA.
Confira na lista abaixo o valor aproximado de ácidos graxos ômega-3 a cada 100g de alimento:
| Alimento (100g) | EPA (g) | DHA (g) | ALA (g) |
| Arenque | 1,24 | 0,88 | 0,07 |
| Salmão | 1,00 | 0,95 | 0,09 |
| Atum | 0,37 | 1,14 | ** |
| Ostra | 0,88 | 0,5 | 0,06 |
| Cavala | 0,51 | 0,93 | 0,05 |
| Linhaça | 0,06 | ** | 2,49 |
| Gergelim | 0,26 | ** | 2,58 |
| Noz | ** | ** | 1,34 |
| Soja | ** | ** | 1,33 |
| Castanha de caju | 0,23 | ** | 3,42 |
** Dados não disponíveis. Fontes: Tabela Brasileira de Composição de Alimentos (TACO); Tabela de Composição Química de Alimentos UNIFESP/USDA.
O ômega-3 desempenha um papel essencial em diversos processos biológicos e pode favorecê-los em todas as etapas da vida — desde o desenvolvimento dos bebês até o envelhecimento saudável dos idosos.
Por participar da formação do sistema nervoso e da retina, o ômega-3 pode contribuir para o desenvolvimento e o desempenho cognitivo, além de apoiar a visão do bebê. Estudos sugerem que a suplementação de óleo de peixe pode ser um agente para a prevenção do parto prematuro, além de estar relacionado a maior peso ao nascer.
Na gestação, a suplementação de ômega-3 é indicada para a saúde gestacional, tanto do bebê quanto da mulher, devido à alta demanda do nutriente nessa fase, pois o ômega-3 é transferido em altas quantidades da mãe para o bebê através da placenta.
Vale destacar a relação do ômega-3 com a redução da chance de depressão pós-parto, devido à sua ação na saúde cerebral e no equilíbrio dos neurotransmissores, como a serotonina.
Estudos ressaltam que o ômega-3 está associado a diversos benefícios para os pequenos, como melhor desempenho cognitivo, maior atenção e melhores compreensão auditiva e aquisição de vocabulário, além de benefícios observados em crianças com TDAH, como melhora nos sintomas da condição.
Também foram identificados efeitos positivos sobre o sistema imunológico, com possível proteção contra alergias quando o consumo ocorre nos primeiros anos de vida.
Cuidar do coração faz parte da vida adulta e do caminho para uma longevidade saudável. Afinal, as doenças cardiovasculares estão no topo das mais incidentes no Brasil. Nesse contexto, diversos estudos associam o ômega-3 ao apoio das funções cardíacas, com destaque para o EPA, que atua no controle do colesterol ao diminuir os níveis de LDL e triglicerídeos e melhorar os níveis do HDL.
O ômega-3 também colabora com a saúde das articulações. Isso, porque os ácidos graxos, principalmente o EPA, apresentam efeitos anti-inflamatórios e podem promover a redução de dores articulares.
Somado a isso, a condição física também pode ser favorecida com o nutriente, visto que há evidências que suplementar ômega-3 pode ajudar a fortalecer as pernas e melhorar a mobilidade em pessoas idosas.
Falando em idosos, os efeitos do ômega-3 na saúde ocular dos adultos com idade mais avançada também merece destaque. A Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI) é uma condição muito comum em idosos e compromete a visão, e o ômega-3, especialmente o DHA, parece prevenir, e a suplementação do nutriente já se mostrou benéfica em condições como olho seco e miopia em estudos.
Já com relação à saúde cerebral, a melhora da memória e o menor risco de declínio cognitivo também são aspectos relacionados à ingestão de ômega-3 para quem tem a idade mais avançada.
Por fim, estudos ressaltam que o maior consumo de alimentos ricos no nutriente está associado ao menor risco de condições como a doença de Alzheimer (DA) e a uma menor velocidade de declínio cognitivo naqueles que já apresentam a doença.
Para quem treina, o ômega-3 pode ser um aliado na recuperação. Pesquisas indicam que o EPA e o DHA podem ajudar a modular a inflamação pós-treino, com relatos de menor dor muscular tardia e melhor conforto após sessões intensas.
Em alguns contextos, há sinais de apoio à função neuromuscular e à qualidade do movimento. Os efeitos variam conforme a modalidade, dose e rotina de treino, e não dispensam a alimentação adequada e o planejamento de exercícios.
Os possíveis benefícios do ômega-3 podem ser potencializados quando o nutriente é combinado com outros ingredientes que também favorecem mecanismos e aspectos da saúde. Veja a seguir opções de sinergia de acordo com o objetivo.
O ômega-3 oferece a base estrutural, com destaque para o DHA, que integra as membranas dos neurônios e favorece os impulsos nervosos. Fosfolipídios, como a fosfatidilserina, organizam essa membrana e apoiam a comunicação entre células nervosas.
O óleo de krill, um tipo de suplementação de ômega-3, fornece EPA e DHA na forma fosfolipídica, o que pode favorecer a absorção, além de naturalmente conter astaxantina, um carotenoide antioxidante poderoso. Para suporte imediato de foco e atenção, a cafeína atua de forma independente.
Em fórmulas como o Omega Brain esses componentes trabalham juntos para somar sustentação estrutural e estado de alerta, cada um cumprindo seu papel.
Além do ômega-3, a astaxantina também é um nutriente aliado do sistema cardiovascular. O antioxidante combate o estresse oxidativo e a inflamação, além de atuar no perfil lipídico e no fluxo sanguíneo.
A coenzima Q10 também é muito conhecida pela sua ação na função cardíaca, e as vitaminas do complexo B (B2, B6, B9 e B12) estão envolvidas no equilíbrio da pressão arterial e produção energética.
Em sinergia, minerais como cromo, zinco e cobre contribuem para as defesas antioxidantes do organismo e para o equilíbrio metabólico quando inseridos em uma rotina alimentar adequada.
O Omega Core é um ótimo exemplo de ômega-3 aliado a esses compostos.
O ômega-3, especialmente o EPA, pode modular processos inflamatórios que afetam o conforto articular. Em fórmulas para articulações, ele pode ser combinado a ativos que suportam a cartilagem e a lubrificação, como o colágeno tipo II e o ácido hialurônico, somando mobilidade e conforto no dia a dia.
Essa sinergia é útil em quadros de desgaste, como:
Em fórmulas como o Omega Joint, o ômega-3 aparece junto a ativos voltados à cartilagem, lubrificação e recuperação do movimento, atuando de forma complementar.
Unir os efeitos do ômega-3, principalmente do EPA (ácido graxo conhecido por fomentar substâncias anti-inflamatórias), com um componente que apresenta atuação anti-inflamatória reconhecida, como a cúrcuma, pode ser interessante para lidar com quadros de inflamação crônica.
Para complementar, antioxidantes como astaxantina e vitamina E contribuem no combate ao estresse oxidativo e na proteção das estruturas celulares.
Em fórmulas como o Omega Golden, o ômega-3 é associado a ativos antioxidantes e de suporte inflamatório para apoiar a modulação da inflamação e na proteção celular, atuando de forma complementar.
Confira também:
Fórmulas inteligentes que unem os benefícios do ômega-3, especialmente o DHA e o óleo de krill, aos de micronutrientes importantes para a visão, como a vitamina A e o zinco, compõem a sinergia ideal para quem busca aprimorar a saúde ocular.
Além disso, carotenoides, como a luteína, a zeaxantina e a astaxantina são muito apontados em estudos pelo seus papéis na visão, pois ajudam a proteger contra o acúmulo de radicais livres e o estresse oxidativo.
Em fórmulas como o Omega Vision, o ômega-3 é combinado a vitaminas, minerais e carotenoides para somar suporte estrutural e defesa antioxidante à saúde ocular.
De acordo com o National Institutes of Health, a Ingestão Adequada (AI) de ômega-3 em gramas e por dia para bebês até 12 meses é de 0,5g. Para o restante das faixas etárias, o indicado é:
Porém, em algumas fases da vida como, gestação e lactação, pode ser necessário aumentar essa quantidade, assim como diante de outras condições específicas de saúde. Por isso, é sempre importante seguir a recomendação de um nutricionista ou médico para a dosagem correta.
O ômega-3 é composto por óleo, por isso, de acordo com recomendações médicas, sua absorção é melhor quando associado a outras gorduras em refeições completas, facilitando assim a sua digestão.
Por isso, priorize o consumo junto de refeições como o almoço ou o jantar, que geralmente contêm fontes de gordura boas, como azeite, abacate, castanhas ou laticínios.
É importante pontuar que o ômega-3, em geral, pode causar desconforto gastrointestinal em algumas pessoas mais sensíveis. Por isso, existem fórmulas como o Super Omega-3 TG Comfort, com cápsulas gastrorresistentes, produzidas para desintegrar e liberar o ativo apenas no intestino, reduzindo incômodos como refluxo e gosto residual de peixe.
Horários, dose e duração do uso podem variar conforme adaptação individual, objetivos e contextos de tratamento. Consulte seu médico ou nutricionista.
A ingestão insuficiente de ômega-3 é bastante comum na população em geral. Porém, para saber se há necessidade de suplementar, procure um médico ou nutricionista, que vai avaliar a alimentação, a rotina, os exames e os objetivos e prescrever o que é indicado para o seu caso.
As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura de ajuda por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.
Ômega-3 é uma família de ácidos graxos poli-insaturados essenciais. No corpo, integra as membranas das células, favorece a comunicação celular e dá origem a mensageiros que ajudam a diminuir processos inflamatórios.
ALA é o ômega-3 de origem vegetal (linhaça, chia, nozes). EPA e DHA vêm principalmente de peixes e microalgas e são as formas ativas mais utilizadas pelo organismo; DHA é estrutural no cérebro e na retina, e EPA modula processos anti-inflamatórios.
Com uma refeição que contenha gordura (exemplo: almoço ou jantar). Isso melhora a absorção e a tolerância.
Ômegas em geral podem causar desconforto gastrointestinal em jejum. Prefira com comida. Cápsulas com revestimento gastrorresistente ajudam a reduzir o retrogosto.
O óleo de peixe costuma ter alta concentração de EPA e DHA. Já o óleo de krill traz o EPA e o DHA ligados a fosfolipídios. As microalgas são uma opção vegana, normalmente ricas em DHA.
TG (triglicerídeos): é a forma que é encontrada na natureza. Nela, o EPA e o DHA são ligados ao glicerol, como é encontrado naturalmente nos peixes, apresentando boa tolerância e absorção.
EE (éster etílico): é uma forma sintética. Nela, o glicerol é substituído por etanol, formando ésteres etílicos (EE). Possibilita altas concentrações, mas a absorção pode ser inferior.
Priorize boas quantidades de EPA e DHA por dose, laudos de pureza e certificações, como o Selo IFOS, uma certificação internacional que atesta a potência (atesta que não houve oxidação do nutriente), a pureza (certificando que não há contaminação com toxinas e metais pesados) e a concentração (certifica que a quantidade atestada no rótulo está correta) de suplementos de óleo de peixe.
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Postado por admin em 17/fev/2021 -
Começar a praticar um esporte é sempre uma ótima decisão. É o melhor investimento que a pessoa pode fazer na própria saúde, tanto física quanto mental. E para que essa nova prática seja aproveitada ao máximo, é preciso ficar atento aos nutrientes que nosso corpo terá à disposição para enfrentar esses desafios. Quando corretamente alimentado, nosso organismo consegue render mais, impulsionando nossa própria motivação em manter a prática esportiva. Conheça neste texto alguns dos princípios da nutrição e da suplementação para iniciantes nos esportes.
Musculação, crossfit, escalada. Maratona, ciclismo, triathlon. Há uma grande variedade de modalidades esportivas, cada uma com demandas específicas de nutrição. Porém, há alguns itens básicos exigidos pelo organismo enquanto praticamos qualquer atividade física. Entre estes estão a hidratação, a energia, a estimulação e a reparação muscular. Com atenção a estes fatores, os atletas de todas as modalidades conseguem aproveitar melhor os ganhos obtidos com o treinamento, o que se reflete em maior desempenho.
Os praticantes de atividade física devem ter cuidado redobrado com a hidratação. Isso porque o organismo utiliza o suor para dissipar o calor produzido pelos músculos e pela exposição ao sol. Além da água propriamente dita, são perdidos no suor grandes quantidades de eletrólitos, que são minerais responsáveis pelo transporte de água para dentro das nossas células e pela condução dos impulsos elétricos no nosso corpo.
Assim, é importante ter em mente que uma hidratação eficiente depende da ingestão de mais do que apenas água. Com a reposição também dos eletrólitos se garante a eficiência na hidratação das células, nos movimentos musculares e no funcionamento de órgãos vitais. Confira abaixo as características das principais formas de se hidratar repondo água e eletrólitos.
A água de coco contém uma quantidade significativa de cálcio e magnésio, sendo uma boa fonte desses minerais. No entanto, não é uma boa bebida para quem pratica exercícios que produzem muita transpiração, pois a água de coco não contém quantidade significativa de todos os eletrólitos necessários para uma adequada hidratação. Além disso, algumas marcas de água de coco apresentam adição de açúcar (frutose), o que pode não ser interessante para consumo elevado por quem está em dieta de restrição calórica.
Isotônicos são bebidas especificamente preparadas para repor água e minerais perdidos durante a prática esportiva. É uma das mais conhecidas recomendações de suplementação para iniciantes. Porém, é preciso ficar atento à qualidade dos ingredientes. A maior parte delas contém adoçantes artificiais, além de não entregarem todos os elementos necessários para que a hidratação seja eficaz. As marcas mais conhecidas no mercado apresentam de 2 a 4 eletrólitos (geralmente sódio e potássio) e levam açúcar e maltodextrina, classificados como carboidratos de alto índice glicêmico. Assim, se consumidas em excesso, podem comprometer o pâncreas e aumentar o risco de obesidade.
Há ainda os repositores hidroeletrolíticos, com opções sem açúcar e compostas por um número maior de eletrólitos, como sódio, potássio, magnésio, fósforo, cloro e cálcio. Entre essas opções mais saudáveis está o Hydrolift, que contém ainda minerais biodisponíveis, como zinco, cromo, manganês, selênio e molibdênio.
Energia. Essa é a principal demanda do nosso organismo quando precisamos pular alto ou correr longas distâncias. Ela é obtida através de todos os alimentos que comemos, mas não é sempre igual. A energia que vem de um doce, por exemplo, é rapidamente absorvida pelo sistema digestivo e imediatamente liberada em nossa corrente sanguínea. Nesse momento, o corpo libera uma grande quantidade de insulina, proporcional à quantidade de glicose, para conseguir levar toda essa glicose para o interior das células e gerar energia.
O problema é que esse pico rápido é seguido por uma queda brusca de energia, que vem acompanhada de alteração de humor, fome e fadiga. Como foi secretada uma grande quantidade de insulina, ela segue na corrente sanguínea, fazendo com que a glicose seja armazenada no fígado e inibindo a queima de gordura.
Uma forma de se evitar isso é a substituição do açúcar pela Palatinose, também conhecida como isomaltulose. Extraída da beterraba, ela passa por um processo enzimático e se torna mais resistente à metabolização. Por isso, a absorção da Palatinose pelo organismo é lenta, e o fornecimento de energia ocorre de forma constante e por mais tempo.
Para atletas, isso leva à melhora na performance física e concentração até o fim de cada treino. Já para quem busca perda de peso, a metabolização lenta promove uma sensação prolongada de saciedade, o que ajuda a evitar a ingestão excessiva de alimentos.
O velho e bom cafezinho é o estimulante físico e mental mais famoso da humanidade. Seu princípio ativo, a cafeína, apresenta efeito ergogênico, ou seja, melhora a eficiência, o controle e a produção de energia. Com isso, impulsiona um aumento no desempenho de praticantes de atividade física. A cafeína também é conhecida por aumentar a atividade mental e de alerta, além de reduzir a fadiga.
Por isso, um café forte fez parte dos treinos de muitos atletas no passado. Porém, ele apresenta ao menos duas limitações: tem efeito curto e pode levar a um excesso de estimulação, que dificulta o foco. Hoje, há opções mais eficientes para obter o efeito estimulante da cafeína ao mesmo tempo que se evitam esses efeitos indesejáveis.
Uma opção é sua ingestão em cápsulas de liberação programada, que garantem a liberação gradativa da cafeína. Essa tecnologia permite que 50% da dose de cafeína ingerida seja liberada na primeira hora de consumo e os outros 50% são liberados em até cinco horas.
A cafeína também pode compor uma bebida funcional, onde é combinada com o gengibre tailandês, que equilibra o efeito estimulante da cafeína e pode prolongar o estado de alerta por até cinco horas. Essa combinação inclui ainda a taurina, que atua na redução do estresse e no aumento do foco cerebral.
As proteínas são importantes para muitas funções no nosso organismo, mas, no caso dos atletas, elas ganham ainda mais destaque por atuarem como tijolos na construção e reconstrução dos músculos. Afinal, a atividade física depende dos músculos para ser executada, ao mesmo tempo que ela própria provoca o desgaste das suas fibras. Assim, um reforço na ingestão de proteínas costuma ser recomendado para todos os atletas. E isso pode ser feito com diferentes tipos de proteínas.
Os suplementos de proteína do soro de leite, chamados de Whey Protein, são os mais populares entre os atletas, iniciantes ou não. Atualmente, eles se classificam em três categorias, que se diferenciam na concentração, na composição e na capacidade de absorção.
Whey Protein Concentrado
A composição apresenta de 30 a 80% de proteína, sendo que o restante corresponde à gordura, lactose e a outros carboidratos. Pessoas intolerantes à lactose devem evitar esse tipo de whey para não ter desconfortos abdominais.
Whey Protein Isolado
Esse produto utiliza tecnologias que possibilitam o fornecimento de 90% a 99% de proteína na fórmula, com quantidade mínima de gordura, lactose e outros carboidratos. Oferece proteína mais pura que o Whey Protein Concentrado, sendo a forma mais comercializada pela relação custo-benefício.
Whey Protein Isolado e Hidrolisado
Em um passo adiante, Whey Protein Isolado e Hidrolisado é submetido a um processo de quebra (chamado de hidrólise) que reduz o tamanho das proteínas, facilitando a digestão e acelerando a absorção. Também é o mais indicado para as pessoas que possuem dificuldade de digestão. É importante lembrar que a hidrólise também pode ser feita a partir do Whey Protein Concentrado, porém com resultados inferiores.
Assim como o Whey Protein, a proteína de carne bovina pode passar pelo processo de hidrólise, que potencializa e acelera sua absorção pelo sistema digestivo. Quando 100% hidrolisada, como no Beef Protein, a carne bovina fornece concentração proteica superior a 97%. Naturalmente sem lactose, a proteína da carne bovina contém maior concentração dos aminoácidos L-glicina e L-arginina que a proteína do soro do leite. Esses aminoácidos são precursores da creatina, que é utilizada pelo organismo para fornecer energia durante os exercícios físicos intensos e de curta duração. A L-arginina também tem função na recuperação de tecidos musculares.
Para os adeptos da dieta vegana, tanto o whey protein quanto a proteína da carne não são opções válidas. A escolha deve então recair sobre suplementos com proteína extraída de fontes vegetais. Algumas dessas fontes apresentam perfil de aminoácidos com grande similaridade e equivalência aos aminoácidos de origem animal.
A combinação de proteína isolada da ervilha amarela com proteína da amêndoa, por exemplo, vai além de suplementar proteína. Ela proporciona a melhora do perfil lipídico, auxiliando na função cardiovascular. Atua também no controle glicêmico e ajuda na sensação de saciedade.
Com a evolução nos treinos, o atleta começa a se especializar em atividades de alto desempenho, que possuem exigências específicas para quem quer seguir evoluindo. De uma forma geral, estas atividades podem ser divididas em:
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As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Assim, as informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. Por fim, nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura de ajuda por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.
Postado por Aline Soares em 11/fev/2021 - Sem Comentários
Quer aprender como fazer um picolé saudável e supersaboroso para o seu verão? Confere a nossa receita em que, além de não colocarmos açúcar, ainda acrescentamos uma dose de aminoácidos para uma preparação mais funcional!
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Postado por Aline Soares em 11/fev/2021 - Sem Comentários
Mais uma receita daquelas que você precisa anotar para nunca mais esquecer: mousse de chocolate sem açúcar!
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Postado por Aline Soares em 11/fev/2021 - Sem Comentários
Receita de bolo de laranja mesclado! Confira a nossa dica!
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Postado por Aline Soares em 11/fev/2021 - Sem Comentários
Quer aprender a fazer uma sobremesa rápida e deliciosa? Mousse de maracujá fit!
| FICHA DE TESTE | |
| Tempo de preparo | 15 minutos |
| Rendimento | 1 porção |
| Dificuldade | fácil |
| Peso por porção | 200ml (1 taça) |
| TABELA NUTRICIONAL (por porção): | VD (%) | ||
| Valor energético (calorias) | 283,2 | kcal | 14 |
| Carboidratos | 32,5 | g | 11 |
| Proteínas | 35 | g | 46 |
| Gorduras (lipídeos) | 3,3 | g | 6 |
| Fibra alimentar | 14 | g | 56 |
| Sódio | 100 | mg | 4,2 |
| Vitamina C | 307 | mg | 307 |
| Vitamina E | 50 | mg | 333 |
| Riboflavina (vitamina B2) | 2,9 | mg | 241 |
| Magnésio | 128,3 | mg | 30 |
| Cisteína | 700 | mg | ** |
| Glicina | 1070 | mg | ** |
| Glutamina | 1000 | mg | ** |
Nenhuma das nossas receitas contém glúten, gordura trans ou açúcar de adição.
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Postado por Aline Soares em 11/fev/2021 - Sem Comentários
Quer aprender a fazer um drink de amora para o verão? Confere a nossa receita: supersimples, deliciosa e ainda é termogênica.
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FICHA DE TESTE |
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| TEMPO DE PREPARO | 10 minutos |
| RENDIMENTO | 2 porções |
| DIFICULDADE | fácil |
| PESO DA PORÇÃO | 200 ml (1 copo) |
| TABELA NUTRICIONAL (por porção): | VD (%) | ||
| Valor energético (calorias) | 32,9 | kcal | 2 |
| Carboidratos | 6,6 | g | 3 |
| Proteínas | 1,0 | g | 1 |
| Gorduras (lipídeos) | 0,3 | g | 1 |
| Fibra alimentar | 3,9 | g | 16 |
| Sódio | 0,8 | mg | 0 |
| Vitamina C | 18,2 | mg | 18,2 |
Nenhuma das nossas receitas contém glúten, gordura trans ou açúcar de adição.
O drink detox é uma ótima pedida para o natal! Quer ver mais receitas para a ceia? Confira todas as receitas de natal da Essential Nutrition para você preparar o cardápio natalino deste ano. Acesse!
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