Diário de uma mãe: cansada, mas feliz.
Quando o celular toca às 7 da manhã, fico tentando lembrar onde eu o deixei. Na cabeceira da cama, no chão, ou se escondi embaixo do travesseiro, mesmo com medo das ondas de radiação. Tento desligar o alarme, mas não consigo me mexer. Minhas costas doem. Meu braço está dormente e estou esmagada entre duas crianças de seis anos que ainda vêm quase toda noite para a cama dos pais. Mas não reclamo. Até gosto de ver o rostinho deles assim que acordo, mas isso não significa que eu não saiba o valor de uma cama só pra mim.
Tem dias que eu gostaria de dormir sozinha, acordar mais cedo e ir direto para o trabalho sem me preocupar se vai ter fruta para colocar na lancheira ou se o uniforme está limpo. O jeito é levantar e entrar no chuveiro para terminar de acordar. Naqueles 15 minutos que fico no banho é possível repassar o dia e logo começo minha lista mental: “Não posso esquecer de descongelar a carne para preparar à noite, nem posso me atrasar. Dia de treinamento no trabalho, vou com aquela camisa azul que passa credibilidade. Deve terminar lá pelas 13h. Talvez dê tempo de resolver durante o almoço o presente da amiga da escolinha da Sofia. Vai ter festinha amanhã… Preciso remarcar o dentista e passar no mercadinho na volta do colégio para comprar água e frutas, que acabaram ontem e ainda não deu tempo de repor. Será que peço para o Ricardo fazer isso? Se eu pedir consigo chegar mais cedo em casa. Sim, o Ricardo me ajuda muito, mas precisa que eu o lembre dessas coisas. Ele é um pouco mais desligado…”.
O PAPEL DA CARGA MENTAL NO CANSAÇO
Assim é a rotina da Silvia, que poderia ser a sua também. O que a Silvia não percebe é que boa parte do cansaço que ela sente não é físico, mas mental. Delegar também cansa e sobrecarrega, porque é uma tarefa que vem atribuída de responsabilidades. Muitas vezes, é comum ouvir: “mas você nunca relaxa”. “Relaxar como? Alguém por favor me ensina a fazer isso?” E não é uma questão de ser ou não controladora. Quando você vê, responsabilidades caem no seu colo sem que você necessariamente tenha se candidatado ao posto de mãe do ano.
Seria ótimo chegar às 18h “plena”, bem humorada, emanando amor e conseguir dar atenção para as crianças. Quem sabe, até tomar uma taça de vinho durante o jantar. No entanto, o que mais acontece com as mães é que a maioria de nós responde às demandas crescentes de maneira diferente. Isso tende a prejudicar os níveis de envolvimento e aumentar os níveis de distração. É preciso parar, respirar e colocar atenção.
RITUAIS QUE RECARREGAM
AS ENERGIAS
Para otimizar a rotina das mães, é preciso entender que tempo é um recurso finito, mas que energia é renovável é um primeiro passo para otimizá-lo. Uma boa alternativa nesse sentido é adotar estratégias para expandi-la e regularmente renová-la, estabelecendo rituais específicos.
Pode ser uma pausa para meditação ou contemplação no meio da tarde. Uma caminhada na volta do almoço, uma alimentação mais equilibrada, tirar um tempo só para você e compartilhar um tempo com os amigos pode ser de grande ajuda.
Mas se a rotina está corrida e faltam horas no dia, conheça alguns produtos que dão mais disposição e recarregam as energias de maneira eficiente. São produtos disponíveis no mercado que têm entre seus ingredientes substâncias nootrópicas e adaptogênicas (naturais, como plantas) que aumentam a resistência do organismo contra estressores físicos, químicos ou biológicos, ajudando o corpo a se adaptar ao frio, calor, altitudes elevadas, barulho, ou dias muito atarefados. Em muitas partes do mundo, esses produtos são usados de atletas a astronautas, de mineiros a mergulhadores… e porque não pelas mães?!
PENSADO PARA MÃES REAIS
E MULHERES QUE NÃO PARAM
Quantum Leap