Existem vegetais que são ricos em proteína. Muitas plantas, sementes e cereais, quando combinados corretamente, são fontes de nutrientes essenciais para o bom funcionamento do corpo e uma opção proteica para incluir na dieta.
Postado por Aline Soares em 31/ago/2020 -
Existem vegetais que são ricos em proteína. Muitas plantas, sementes e cereais, quando combinados corretamente, são fontes de nutrientes essenciais para o bom funcionamento do corpo e uma opção proteica para incluir na dieta.
Ao falar sobre alimentos ricos em proteínas, é comum lembrar daqueles de origem animal, como carne, queijos, ovos, leite, entre outros. Em suma, esses alimentos são conhecidos por apresentar uma boa quantidade do nutriente na composição, e muitas vezes, os vegetais ricos em proteína acabam ficando em segundo plano como fonte proteica.
A verdade é que a proteína vegetal não é uma excelente opção apenas para veganos e vegetarianos. Elas podem compor o prato de todos, e quando combinadas com outros nutrientes ou vegetais, entregam mais benefícios do que você imagina.
As proteínas são macronutrientes formados pela junção de aminoácidos essenciais e não essenciais. Elas apresentam como principais funções no organismo a construção dos músculos e dos tecidos; transporte de substâncias; composição de anticorpos e até a regulação e composição de hormônios.
Diante de tantas funcionalidades, a importância de incluir alimentos ricos em proteínas na alimentação fica evidente, certo? E isso pode ser feito tanto por meio de alimentos de origem vegetal quanto animal, e também pela suplementação.
Aqui, a proposta é focar nas proteínas vegetais e suas particularidades, mas não com um olhar limitado para indivíduos com restrições alimentares. Quem consome carne e outros alimentos de origem animal, ao incluir proteínas vegetais na dieta, ganha uma contribuição nas funcionalidades e sínteses do corpo. Isso acontece pela riqueza de nutrientes que os vegetais costumam apresentar, além da porção proteica.
Já para quem é vegano ou vegetariano, as proteínas vegetais são fundamentais para manter os níveis recomendados do nutriente no organismo. Ainda, estudos mais atuais mostram que o consumo de proteínas vegetais não é inferior ao de proteínas animais.
Os efeitos específicos entre os tipos de fontes de proteína na saúde dependem de alguns fatores. Além da individualidade da saúde de cada pessoa, geralmente, a proteína não é consumida isoladamente, mas como parte de um plano alimentar, de uma refeição e de até um único alimento. Portanto, é preciso considerar os efeitos potenciais de outros nutrientes para avaliar sua atuação.
Dessa forma, muitas fontes de proteína vegetal vêm com uma série de outros nutrientes, como carboidratos complexos, fibras, vitaminas, minerais e fitonutrientes. Eles também são essenciais para manter o corpo saudável.
De antemão, é importante destacar que o mesmo vegetal pode apresentar concentrações proteicas diferentes. Isso acontece porque a quantidade de nutrientes sofre interferência de fatores ambientais, genéticos e das técnicas de plantio. Esses fatores influenciam no desenvolvimento e na composição nutricional da planta, assim como a fertilidade do solo.
Vale lembrar que cada fonte vegetal de proteína tem um perfil diferente de aminoácidos, em que alguns aminoácidos podem estar presentes em maiores quantidades enquanto outros nem tanto. Por isso, combinar diferentes fontes de proteína vegetal é uma estratégia alimentar que beneficia a produção proteica, já que uma vai compensar a outra.
Um exemplo é a clássica combinação de arroz e feijão. O aminoácido metionina, que é comum no arroz, não é encontrado nas mesmas quantidades no feijão. Já a lisina, outro importante aminoácido, está presente no feijão, e há pouca quantidade no arroz.
Alguns estudos mais específicos relacionaram benefícios das proteínas vegetais, como:
Os suplementos podem ser encontrados com uma combinação de proteínas vegetais, vitaminas, minerais, boas gorduras e nutrientes que complementam a formulação dos produtos.
Nesse sentido, há opções de suplementos de proteína vegetal em pó que combinam a proteína do arroz, do girassol, da ervilha e, mais recentemente, da fava.
Essa opção, que vem se destacando por sua tecnologia e seus benefícios para a saúde muscular, pode ser encontrada no Livestrong, um suplemento que une os efeitos benéficos do PeptiStrong™- peptídeos bioativos da proteína da fava – com o sabor delicioso do cacau. Conheça essa novidade!
Postado por Aline Soares em 18/ago/2020 -
A pipoca é aquela companheira inseparável, seja nos momentos de lazer ou como lanche rápido e prático. Com algumas adaptações, dá para fazer uma pipoca fit de caramelo sem açúcar, encaixando a iguaria em qualquer dieta. Vamos descobrir como?
Nesta receita, o que diferencia a pipoca fit doce da versão tradicional é que ela é feita com adoçantes naturais, dispensando o açúcar refinado. Eles trazem um dulçor e caramelizam tanto quanto o açúcar tradicional e colaboram com uma alimentação mais equilibrada, sem abrir mão do sabor.
Sim, e aqui vamos te mostrar como é bem fácil e prático fazer pipoca no micro-ondas. O ideal é usar um refratário próprio para isso (conhecido como pipoqueira de micro-ondas), colocar a quantidade de milho desejada, fechar com a tampa e levar ao micro-ondas por, aproximadamente, 3 minutos. No micro-ondas, não é preciso utilizar óleo para estourar os grãos de milho, como é feito na panela.
| TEMPO DE PREPARO | 20 minutos |
| RENDIMENTO | 2 porções |
| DIFICULDADE | fácil |
| PESO DA PORÇÃO | 50g (1 xícara de chá) |
| TABELA NUTRICIONAL (por porção): | VD (%) | ||
| Valor energético (calorias) | 134 | kcal | 7 |
| Carboidratos | 28,6 | g | 10 |
| Proteínas | 2,1 | g | 3 |
| Gorduras (lipídeos) | 1,1 | g | 2 |
| Fibra alimentar | 1,6 | g | 7 |
| Sódio | 10,6 | g | 0 |
| Vitamina C | 31,8 | mg | 32 |
Selos Nutricionais
Quer descobrir mais receitas nesse estilo? Confira como preparar outra pipoca doce fit com sabores que vão te surpreender.
Postado por Aline Soares em 18/ago/2020 - Sem Comentários
Vitamina de banana pode ser ainda mais saudável e nutritiva se você usar os ingredientes certos. Vamos te ensinar como fazer vitamina de banana fit sem açúcar ou lactose. Perfeita para as crianças!
| FICHA DE TESTE | |
| Tempo de preparo | 5 minutos |
| Rendimento | 3 porções |
| Dificuldade | fácil |
| Peso da porção | 300 ml (1 ½ copo) |
| TABELA NUTRICIONAL (por porção): | VD (%) | ||
| Valor energético (calorias) | 111,5 | kcal | 6 |
| Carboidratos | 23,3 | g | 8 |
| Proteínas | 2,7 | g | 4 |
| Gorduras (lipídeos) | 3,7 | g | 7 |
| Fibra alimentar | 2,9 | g | 12 |
| Sódio | 8 | mg | 0 |
| Vitamina C | 31,1 | mg | 31,1 |
| Vitamina D | 5,4 | μg | 36 |
| Vitamina E | 5,6 | mg | 37,3 |
| Vitamina B12 | 2,1 | μg | 100 |
| Tiamina (vitamina B1) | 0,72 | mg | 60 |
| Riboflavina (vitamina B2) | 0,74 | mg | 61,6 |
| Ácido fólico (vitamina B9) | 141,6 | μg | 35,4 |
| Ferro | 3,9 | mg | 27,9 |
| Magnésio | 73,3 | mg | 17,5 |
| Zinco | 3,1 | mg | 27,3 |
Nenhuma das nossas receitas contém glúten, gordura trans ou açúcar de adição.
Selos Nutricionais
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura de ajuda por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”
Postado por admin em 14/ago/2020 -
Uma noite de sono possui poderes restauradores altamente positivos para a saúde. Para muitos especialistas, o sono de qualidade está no mesmo patamar que a alimentação nutritiva e a prática de exercícios físicos, como impulsionadores de uma vida saudável. Porém, sabemos que a insônia é um mal comum nos dias atuais. A falta de sono, ou o sono sem qualidade, prejudicam o sistema imunológico, o controle de peso e a gestão do estresse de muitas pessoas. A boa notícia é que é possível melhorar a qualidade do sono alterando pequenos hábitos e, muitas vezes, sem recorrer a remédios. Saiba como.
A falta de sono afeta diversas áreas do nosso organismo. Confira alguns dos principais efeitos.
O sono atua como um reforço imunológico natural. Neste período, o corpo produz citocinas anti-inflamatórias – pequenas proteínas que têm um papel fundamental na comunicação do sistema imunológico e na regulação de várias funções biológicas através da sinalização. As citocinas também têm como alvo infecções e inflamações, criando uma resposta imune para ajudar a combater doenças e infecções. Quando sofremos com insônia, o corpo produz menos citocinas anti-inflamatórias. Muitos estudos mostram que níveis desequilibrados dessas citocinas podem contribuir significativamente para o avanço das doenças autoimunes, como diabetes e alergia ao glúten, e infecciosas, que são causadas por vírus, bactérias, fungos e parasitas.
Relativamente conhecida, a melatonina é um hormônio produzido pelo nosso corpo que atua como um dos principais reguladores do sono. Mas o impacto desse hormônio na saúde vai muito além de sua influência nos ciclos sono-vigília. Uma das áreas em que ela tem influência é na proteção contra obesidade e disfunção metabólica.
Pesquisas demonstram que a falta de melatonina está ligada a uma redução na eficácia da leptina, um hormônio que controla a fome sinalizando saciedade. Restaurar a melatonina para níveis saudáveis pode melhorar a eficácia da leptina, reduzir a ingestão de alimentos, diminuir o peso corporal e reduzir as reservas de gordura não saudáveis no corpo.
A formação da memória depende da “plasticidade” do cérebro (capacidade de modificar sua organização estrutural e funcionamento em resposta a estímulos). De fato, agora existem muitos dados descrevendo a plasticidade cerebral dependente do sono em vários níveis, complementando as evidências de mudanças no comportamento ligadas ao sono.
O aprendizado motor também está associado a uma reorganização da memória em larga escala em várias regiões do cérebro, permitindo que movimentos motores qualificados sejam executados mais rapidamente, com mais precisão e mais automaticamente após o sono.
Mais do que dormir 8 ou 9 horas por noite, um sono de qualidade deve levar em conta outros fatores, como qualidade, tempo e variabilidade. Estudos apontam que cada característica do sono tem um efeito importante e único sobre a saúde, da mesma forma que diferentes características da atividade física contribuem para os resultados da saúde. Então, para obter essas recompensas, é preciso fazer mais do que apenas evitar a insônia e somar horas. É preciso determinar se o sono é de uma qualidade suficientemente alta e, para isso, convém acompanhar esses três fatores críticos:
O sono de alta qualidade é definido, em parte, por estar adormecido pelo menos 85% do tempo em que se está na cama. Isso significa limitar o uso do laptop, smartphone e interromper a exibição de TV na cama, pois essas atividades podem dificultar o relaxamento e o sono à noite.
Especialistas dizem que a capacidade de adormecer em 30 minutos ou menos é uma boa indicação de que a qualidade de sono é alta.
O hábito de acordar várias vezes durante a noite pode deteriorar a qualidade do sono. Assim, quanto menos vezes ele for interrompido para idas ao banheiro ou similares, melhor.
Ao longo do dia, há uma série de fatores que podem afetar a nossa homeostase (equilíbrio), como sedentarismo, alimentação inadequada e estresse. Para neutralizar esses fatores e adormecer, tornou-se comum a ingestão de pílulas para dormir. Porém, existem inúmeras alternativas não farmacológicas para dormir melhor, incluindo terapia cognitivo-comportamental, meditação da atenção plena e atividade física. Confira as dicas sobre como dormir melhor:
Talvez seja a principal aliada para quem busca boas noite de sono. Seguir horários regulares para dormir e acordar protege a qualidade do sono, torna mais fácil e rápido adormecer e garante que se tenha a quantidade de sono necessária.
também é uma importante prática para melhorar o sono, pois atua na redução de fatores que prejudicam o sono, como doenças, sobrepeso, inflamação crônica e mal-estar psicológico. O exercício apenas não é recomendado antes de dormir, devendo ser mantido um intervalo de quatro horas.
Um banho quente antes de dormir pode ajudar a estimular uma melhor circulação sanguínea e, ironicamente, mantê-lo mais fresco à noite. Isso ajuda a evitar acordar durante a noite e oferece melhores chances de concluir as quatro etapas do sono. O banho também alivia a tensão muscular e facilita o sono. O banho não precisa ser tão longo. Apenas 10 minutos, uma ou duas horas antes de dormir, já é o suficiente.
As telas em geral, como das TVs e dos smartphones, dificultam o sono. Isso ocorre porque elas emitem luz azul, que bloqueia a liberação de melatonina e pode atrasar em até uma hora o adormecimento – mesmo quando se vai dormir mais tarde. O ideal é deixar de usar esses dispositivos uma hora antes de ir para a cama.
O álcool é frequentemente considerado como um auxílio para dormir, mas na verdade atrapalha os ritmos circadianos e suprime a melatonina. Assim como a cafeína, o álcool afeta o corpo horas após o consumo. A dica é se alimentar e se hidratar adequadamente e evitar o consumo excessivo.
As vitaminas do complexo B ajudam o corpo a regular o triptofano, um aminoácido que promove a produção de melatonina no corpo. O magnésio também é um mineral importante quando se trata de dormir, ajudando a relaxar os nervos e promover a circulação saudável.
Comer alimentos saudáveis também auxilia. Alimentos com potássio, como bananas e certos vegetais, são especialmente úteis. Peixes gordurosos como salmão, atum e truta também são ótimos auxiliares do sono.
Um novo estudo descobriu que as pessoas que acordam com alarmes melódicos pela manhã ficam menos “grogues” do que aquelas que usam alarmes simples. Os pesquisadores levantaram a hipótese de que os alarmes melódicos promovem a excitação natural do corpo, ajudando a nos tornar mais alertas e atentos pela manhã. Por outro lado, descobriram que um alarme simples tende a confundir o cérebro e impedir o sono, o que não é o ideal.
A cama não é um espaço multiuso. Quanto mais o corpo for treinado para associar a cama ao sono, mais fácil ele conseguirá adormecer nesse espaço. Assim, devem ser evitadas na cama atividades como ler, fazer palavras cruzadas, comer, navegar pelas redes sociais ou assistir à TV. Como regra geral, ela deve ser reservada para duas atividades principais: dormir e fazer sexo.
Diversas pesquisas indicam que uma temperatura ligeiramente baixa, em torno de 20 graus, ajuda o corpo a adormecer mais rápido. Neste cenário, o sono R.E.M. (sono profundo) também é atingido mais rapidamente, facilitando que o organismo se recupere mais rapidamente.
Quanto mais escuro o quarto, melhor é o sono. A luz influencia o estágio de vigília do sono, de modo que, quanto mais escuro for o quarto, mais tempo o organismo estará nos estágios restauradores.
Estudos recomendam que se defina um tempo limite para a ingestão de cafeína. Este estimulante tem uma presença prolongada, atuando por muitas horas após o consumo. Para maior eficiência do sono, é recomendado que se evite o consumo de cafeína pelo menos 4 horas antes de dormir.
Como vimos ao longo do texto, o sono de qualidade aparece não apenas como promotor de saúde, mas, quando em falta, atua também como sintoma de desequilíbrios em outras áreas. Em nosso organismo, tudo está interconectado. Informe-se sobre as relações entre alimentos naturais e qualidade de vida e entre exercício físico e saúde.
As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Assim, as informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. Por fim, nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura de ajuda por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.
Postado por Aline Soares em 12/ago/2020 -
Neste post, você acompanha o que acontece com o nosso corpo depois de procedimentos operatórios e as opções de suplementos que podem ser incluídas na dieta de quem está em recuperação.
Primeiramente, os cuidados pós-operatórios são essenciais para ter uma boa recuperação. Assim, seja após um procedimento simples até os mais complexos, é preciso seguir orientações médicas e ter atitudes que ajudam a restabelecer o equilíbrio das funções do organismo e auxiliam até na cicatrização.
Para isso, alguns suplementos alimentares são recomendados. Ricos em nutrientes, eles ajudam a melhorar as defesas do paciente, apoiar a função vital dos órgãos e reparar lesões.
De antemão, é importante destacar que nosso corpo dá respostas a tudo o que fazemos. Desta forma, ao ser submetido a um procedimento cirúrgico, o organismo responde com processos metabólicos associados à fraqueza e atividade reduzida.
Dentre as respostas, está a quebra da proteína do músculo esquelético, a qual recobre o esqueleto e está presa aos ossos. Ainda como resposta, os aminoácidos são direcionados para os órgãos viscerais e para o local danificado pelo procedimento.
Pode-se dizer que as cirurgias provocam uma resposta inflamatória para curar os danos nos tecidos ocasionados pela operação. Por outro lado, essa mesma resposta predispõe os pacientes ao desenvolvimento de infecções e à degradação e síntese proteica. Assim, é possível perceber que o “equilíbrio inflamatório” é necessário.
Vale destacar que não incluir cuidados pós-operatórios impacta na recuperação, que pode ser mais lenta, apresentar maior grau de complicações e uma maior perda de tecido muscular esquelético.
Certos nutrientes ajudam a melhorar as defesas do corpo, a função dos órgãos e o reparo de lesões. Portanto, a suplementação de nutrientes no período de recuperação é uma estratégia que auxilia o reparo tecidual e colabora diretamente com os cuidados necessários após o procedimento. Logo, a suplementação proteica é um exemplo.
Em síntese, a indicação de suplementos para a recuperação muscular e para a reparação do organismo é apontada em muitos estudos que relacionam benefícios. Veja alguns deles:
A proteína é um macronutriente fundamental para a recuperação de cirurgias. Dessa forma, ela ajuda a reparar os tecidos danificados do corpo, a formar anticorpos para combater infecções e a sintetizar o colágeno, necessário para a formação de cicatrizes.
Aqui, vale destacar a questão das proteínas na recuperação de cirurgias bariátricas. À primeira vista, a deficiência proteica em pacientes geralmente é atribuída à intolerância alimentar adquirida para alimentos ricos em proteína após o procedimento. As manifestações da deficiência de proteínas incluem perda de cabelo, má cicatrização e perda de massa corporal magra.
Logo, estudos identificaram que a suplementação de proteína após a cirurgia bariátrica leva ao aumento da perda de gordura, à diminuição da perda de massa magra e ajuda a alcançar a recomendação diária de proteínas.
Sob o mesmo ponto de vista, suplementos de proteína que são feitos com fórmulas aprimoradas e contam com aminoácidos importantes para manter o tecido magro, como a leucina, merecem destaque.
Os aminoácidos essenciais atuam para ter uma resposta adequada das células imunes. Quando as células imunes são ativadas por sinais inflamatórios, a demanda por aminoácidos aumenta rapidamente.
Da mesma forma, os aminoácidos essenciais são fundamentais para a construção das proteínas. Assim, em casos nos quais o paciente precisa que a absorção seja facilitada, a suplementação de aminoácidos ajuda a poupar o processo digestivo e a ter uma melhor absorção proteica. Um exemplo desse tipo de caso é o pós-cirúrgico bariátrico.
A glutamina é utilizada como fonte de energia para diversos tecidos, sendo um dos aminoácidos livres mais abundantes do organismo. É exaurida com mais facilidade após exercícios de alta intensidade, em situações de estresse e após procedimentos invasivos, tais como processos cirúrgicos.
Nosso corpo produz glutamina, no entanto, em momentos como os citados acima, nosso organismo aumenta muito a demanda por este aminoácido.
Assim também, estudos evidenciaram que a glutamina melhora a função imune e é capaz de reduzir o tempo de estadia hospitalar. Isso acontece porque boa parte do músculo esquelético é composto de glutamina. Assim, a suplementação ajuda a repor o aminoácido após a quebra que acontece nos processos metabólicos de resposta do corpo.
Suplementar glutamina é importante para modular a massa muscular esquelética no período pós-cirúrgico, mas, também, para melhorar a contagem de linfócitos (células que ajudam na defesa do corpo) e no combate ao estresse oxidativo.
O colágeno promove a reprodução das células sanguíneas para a cura e condicionamento da saúde óssea e articular. Dessa forma, a suplementação de colágeno hidrolisado em peptídeos (que apresenta tamanho e peso das moléculas reduzidos) proporciona uma rápida assimilação e melhor hidratação do tecido conjuntivo.
Um dos suplementos mais consumidos no Brasil, o ômega-3 apresenta muitos benefícios. Além de promover a neuroproteção, colaborar com a saúde neuromuscular e com o sistema imune, pode ser recomendado para o período de recuperação cirúrgica.
Bem como, um dos potenciais dos ácidos graxos ômega-3 que vem sendo estudado está associado à atuação em neutralizar a atrofia muscular. Além disso, promover a recuperação de períodos de desuso dos músculos, ocasionado pelo repouso necessário após a cirurgia.
A coenzima Q10 apresenta ação antioxidante e é responsável por gerar energia para as células. Logo, está presente em maior concentração nos órgãos que necessitam de muita energia, como músculos, cérebro e coração.
Vale destacar que a CoQ10 foi apontada em estudo que relacionou os benefícios da suplementação com a recuperação de pacientes de cirurgias cardíacas. Nele, os pacientes que usaram suplementos de CoQ10 tiveram uma probabilidade menor de necessitar de medicamentos inotrópicos (que aumentam a força de contração do coração), bem como desenvolver arritmias ventriculares após a cirurgia.
Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, o Brasil apresentou um crescimento de 85% de procedimentos bariátricos de 2011 a 2018. Diante disso, muitas pessoas em recuperação têm a recomendação de incluir suplementos alimentares na dieta, seja para facilitar a absorção ou garantir nutrientes importantes neste período.
Assim, é possível sugerir uma rotina de suplementos que ajudam na recuperação e nos cuidados pós-operatórios dos pacientes. Acompanhe:
Para facilitar a absorção e a construção das proteínas, a suplementação de aminoácidos essenciais pode ser recomendada nos primeiros dias, assim como a inclusão de leite vegetal rico em fibras e vitaminas. Dessa forma, o foco é uma dieta que facilite a absorção e digestão, por isso, a preferência pela forma líquida.
Nesta etapa é possível adicionar na dieta shakes balanceados, assim como suplementos que apresentam especiarias, como o açafrão (que promove saciedade e ajuda a controlar a compulsão alimentar) e o gengibre (reforça a saúde digestiva e imunológica).
Para este momento, os suplementos em cápsulas precisam ser na forma de gel. Ainda, para outros formatos, é indicado que sejam dissolvidos ou misturados em preparos para facilitar a absorção e digestão.
Gradualmente, as formas mais sólidas começam a retornar para a dieta, e na terceira semana já é possível incluir minibarras de proteína como complemento de suplementação, assim como snacks saudáveis, como os crackers feitos com ingredientes que sejam fontes de fibras e proteína.
Em síntese, cada paciente precisa de cuidados pós-operatórios de acordo com as indicações médicas e nutricionais das suas condições. Porém, alguns suplementos têm efeitos e aceitação muito ampla. Estando alinhados com as recomendações, podem ser incluídos na dieta durante o período pós-cirúrgico. E além dele também.
A perda de massa magra é um dos principais motivos para suplementação pós-cirúrgica. Contudo, ela também acontece progressivamente, diante do envelhecimento, em condição conhecida como sarcopenia. Saiba mais sobre este assunto ao ler o post “sarcopenia: o que é e como combater”.
Postado por Aline Soares em 11/ago/2020 - Sem Comentários
Quer saber como fazer um mingau de aveia fit em casa? É simples! Confere a nossa receita e a lista de ingredientes. É sem açúcar, proteico e pode ser consumido a qualquer hora, até como pré ou pós-treino!
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura de ajuda por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”
Postado por Aline Soares em 06/ago/2020 - Sem Comentários
Quer aprender a fazer um suco verde detox com aminoácidos em casa? Confere a nossa receita.
| FICHA DE TESTE | |
| TEMPO DE PREPARO | 5 minutos |
| RENDIMENTO | 1 porção |
| DIFICULDADE | fácil |
| PESO DA PORÇÃO | 250 ml (1 copo cheio) |
| TABELA NUTRICIONAL (por porção): | VD (%) | ||
| Valor energético (calorias) | 67 | kcal | 3 |
| Carboidratos | 10,8 | g | 4 |
| Proteínas | 6,3 | g | 8 |
| Gorduras (lipídeos) | 0,2 | g | 0 |
| Fibra alimentar | 2,5 | g | 10 |
| Sódio | 5,6 | mg | 0 |
| Vitamina C | 26,6 | mg | 26,6 |
Nenhuma das nossas receitas contém glúten, gordura trans ou açúcar de adição.
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura de ajuda por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”
Postado por Aline Soares em 03/ago/2020 -
O melhor whey protein é aquele que apresenta características que potencializam a sua composição, absorção e resultados de acordo com o objetivo de cada indivíduo.
Para isso, é preciso avaliar alguns fatores importantes. Acompanhe!
A dúvida não é só sua. Boa parte das pessoas que precisa suplementar proteína questiona qual é o melhor whey protein. Para responder à pergunta, o primeiro passo é saber o que é, para que serve e os tipos de whey protein que existem.
A composição da proteína e os fatores que influenciam na escolha do suplemento complementam as características que precisam ser observadas para escolher o melhor whey protein.
Whey protein é a proteína do soro do leite. É um subproduto da produção de queijo e, durante décadas, foi desperdiçado pela indústria de laticínios, já que não se tinha conhecimento da sua utilidade. Seu uso em suplementos começou na década de 60 e ganhou destaque por ser uma proteína completa: apresenta todos os aminoácidos essenciais que participam da formação dos músculos e tecidos.
A maioria dos consumidores utiliza suplementos de whey protein para síntese de proteínas musculares com o objetivo de ganhar massa magra.
O que muitas pessoas não sabem é que o whey protein pode complementar tratamentos e ser consumido para atingir outros objetivos, como: controle da hipertensão arterial, controle da diabetes, auxiliar em dietas, adjuvante no tratamento do câncer, imunidade, sarcopenia, doenças hepáticas e cardíacas.
Além dos suplementos específicos, muitos alimentos funcionais enriquecem suas fórmulas com whey protein, com o objetivo de melhorar seu valor nutricional. Receitas com whey fáceis e práticas também podem ser feitas em casa.
A digestão da proteína se inicia no estômago e continua até o intestino delgado.
Esse processo é rápido e leva em torno de 1 hora e meia para finalizar, no entanto, se consumido com leite ou outras fontes de proteína, como a caseína, pode levar mais tempo.
Geralmente, é importante que o corpo absorva rapidamente a proteína, principalmente nos momentos que mais requerem aminoácidos, como depois do treino.
Os suplementos de whey protein foram se diferenciando conforme evoluíram. Basicamente, são três tipos que se diferenciam na concentração, na composição e na capacidade de absorção.
Além disso, vale a pena destacar fórmulas aprimoradas que entregam benefícios além do que já se espera do whey protein. Acompanhe.
O primeiro é o Whey Protein Concentrado. A composição apresenta de 30 a 80% de proteína, sendo que o restante corresponde à gordura, lactose e a outros carboidratos.
Pessoas intolerantes à lactose devem evitar esse tipo de whey para não ter desconfortos abdominais.
Depois do WPC, surgiu o Whey Protein Isolado (WPI). O produto utiliza tecnologias que possibilitaram a obtenção de 90% a 99% de proteína com quantidade mínima de gordura, lactose e outros carboidratos.
O WPI oferece a proteína mais pura e de rápida absorção, sendo a forma mais comercializada pela relação custo-benefício e aceitação do sabor.
Semelhante ao WPI, o Whey Protein Isolado e Hidrolisado passa por um processo de quebra (chamado de hidrólise) que reduz o tamanho das proteínas, o que facilita a digestão e acelera a absorção.
Para as pessoas que possuem dificuldade de digestão, é o tipo mais indicado. É importante entender que essa hidrólise pode ser feita a partir do WPC ou WPI, o que irá implicar em diferentes perfis de proteína, assim como de valor agregado.
Algumas fórmulas de suplementos de whey protein podem contar com ingredientes que melhoram outras funcionalidades do corpo. A adição de aminoácidos isolados, vitaminas e minerais na composição é capaz de fortalecer importantes ações, como, por exemplo, a antioxidante. Neste caso, os nutrientes somados na formulação do whey protein estimulam a defesa do organismo ao mesmo tempo em que a suplementação tem outros objetivos, como o ganho de massa magra.
Ainda, a adição de especiarias (como a cúrcuma) pode ampliar os benefícios do suplemento, e o Immuno Golden Whey é um exemplo disso.
A composição do whey protein apresenta alto valor nutricional, além de promover benefícios estruturais para o funcionamento do organismo que vão além do ganho de massa magra.
Veja quais são:

Diante de tantas opções disponíveis, é comum ficar na dúvida sobre qual é o melhor whey protein. Para ajudar na escolha, confira as dicas que precisam ser consideradas para acertar no produto mais recomendado.
A quantidade, o tipo de whey protein, os componentes da fórmula e a extração da proteína são fatores que impactam diretamente na qualidade do produto. O sabor e a textura também colaboram para fazer a melhor escolha.
Tão importante quanto olhar a quantidade de proteína é escolher aquela que tem melhor absorção. Ainda, avalie a quantidade de proteína com base no tamanho da porção descrita na tabela nutricional do suplemento. Doses de 30g de suplementos proteicos costumam oferecer em torno de 22g de proteína.
Muitas vezes a informação na frente do rótulo tem a função de atrair a sua atenção, mas só a tabela nutricional e a lista de ingredientes trazem informação mais completa sobre o que você irá consumir.
Concentrado, isolado ou hidrolisado? Graças à evolução da tecnologia de produção do whey protein, hoje é possível alcançar altos níveis de pureza e tamanhos reduzidos de partículas de proteína, o que facilita a absorção do suplemento.
Como foi apresentado anteriormente, os tipos de whey protein se diferenciam pela quantidade de proteína, pela absorção e pelas limitações de quem consome. Por isso, é importante avaliar estes fatores para fazer a melhor escolha.
Evite suplementos que apresentam corantes, aromas, adoçantes e conservantes artificiais, excesso de açúcares ou carboidratos de alto índice glicêmico (a maltodextrina é um exemplo utilizado em muitas formulações).
Fique atento à tabela nutricional e aos ingredientes que compõem o produto para escolher o melhor whey protein sem descuidar da saúde.
Existem diferentes tecnologias para a extração do whey protein das outras partes do soro do leite. Nesse processo, duas técnicas são as mais conhecidas: troca iônica x Cross-flow Microfiltration – CFM (filtração cruzada).
A grande diferença entre elas é que a troca iônica é uma extração química, enquanto a CFM é 100% física. Isso significa que, na primeira opção, utilizam-se produtos químicos para isolar a proteína, o que compromete a integridade da substância.
Escolher um sabor que agrade o paladar torna a suplementação mais saborosa e pode agregar benefícios para a saúde.
Diante da variedade de suplementos de whey protein, é possível encontrar desde os clássicos sabores, como cacau, até os mais diferenciados, como o sabor espresso, feito com extrato de café.
Também há opções de whey protein com sabor neutro, ou seja, sem adição de aromas, sabores e adoçantes. Este tipo de suplemento apresenta muitas possibilidades de uso, podendo ser usado em sucos e iogurtes, e até em receitas salgadas.
Sobre a textura, alguns ingredientes são importantes para dar cremosidade ao whey protein. O leite de coco é um exemplo usado em produtos que apostam nas boas fontes de gordura para equilibrar as fontes nutricionais e para deixar o suplemento mais cremoso e agradável para consumo.
Vale lembrar que o cacau é composto por flavonoides que ajudam a prevenir e combater radicais livres, hipertensão, diabetes, ansiedade e depressão. Já o café colabora para o equilíbrio do colesterol, queima de gordura, saúde cerebral e vascular, além de melhorar o desempenho físico.
Ainda há opções que adicionam especiarias ao whey protein, como a combinação milenar do golden milk (que leva cúrcuma, pimentas, canela, cardamomo e gengibre na composição). Assim, as especiarias atuam em sinergia com os outros componentes e potencializam resultados ao agregar mais funcionalidades ao suplemento. Um exemplo é a adição de cúrcuma, que tem atuação anti-inflamatória, além do sabor.
Para veganos, a suplementação de proteína pode ser feita com produtos que utilizam fontes vegetais. As proteínas da ervilha, amêndoa, arroz e girassol, por exemplo, são boas alternativas para não deixar o nutriente fora da dieta.
Além de ser indicado para dietas restritivas, como o veganismo, o suplemento de proteína vegetal também é recomendado para alérgicos à proteína do leite.
Agora que você sabe como escolher o melhor whey protein, conheça as opções de suplementos de proteína e veja qual é o ideal para você.
Não esqueça: leia a composição, escolha um sabor agradável e cuide do seu corpo com produtos saudáveis.
Postado por Aline Soares em 31/jul/2020 - Sem Comentários
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