Cérebro: seu maior órgão sexual

Postado por admin em 15/jan/2017 -

Muitas vezes é na escola que aprendemos a biologia básica sobre como nossos corpos funcionam; especificamente, como ocorre a extensão da sobrevivência de nossa espécie.

Sem condenar as aulas de educação sexual, mas vale a pena salientar que muitas vezes precisamos relembrar que a ideia de sexo é apenas sobre o que acontece abaixo da cintura. E importante entender que a lei da reprodução na biologia não é a única verdade científica sexual existente.

 

Especialmente quando você envelhece e seus hormônios não são as únicas coisas que guiam suas decisões sexuais, a relação mais importante acontece entre os cérebros.

 

Talvez, o produto químico mais potente envolvido no assunto do amor é a oxitocina, o hormônio de ligação que é estimulado e secretado a partir de seu cérebro quando você se relaciona com alguém. Ele, como os neurotransmissores dopamina e serotonina, é um produto químico de bem-estar, por isso, quando nos sentimos atraídos a outra pessoa, quando estamos em um relacionamento saudável com outra pessoa, e quando tocamos outra pessoa, ondas de oxitocina correm através de nosso sistema. E nos sentimos bem. É por isso que o sexo é gostoso (bem, uma das razões), e é por isso que o amor é tão gostoso.

 

Então, em última análise, estar num relacionamento que continuamente estimula a liberação de oxitocina é o que procuramos como criaturas de união.

 

Agora, por que isso é tão importante? Porque os casais com os mais altos níveis de oxitocina são aqueles com as maiores taxas de longevidade. É mais saudável ser feliz. O nível de felicidade (o nível de ligação, em essência) decorre apenas parcialmente de quantas vezes você tem relações sexuais.

 

Muitas outras atividades compartilhadas estimulam a oxitocina: conversando entre si, compartilhando uns com os outros, se abraçando, se beijando diariamente, cumprimentando uns aos outros. Todas sendo atitudes que acontecem entre cérebros, não entre partes íntimas.

 

Um ótimo sexo é como colocar moedas num cofrinho: encontrar maneiras simples, mas duradouras para fazer o seu parceiro se sentir bem, se sentir querido, se sentir satisfeito. Quando você faz isso, o seu depósito diário regressa ao longo da vida em forma de prêmio sexual e emotivo.

 

Algumas ideias:

 

• Dê ao seu cônjuge pelo menos um elogio sincero por dia. Certifique-se de incluir não apenas as coisas que a pessoa não pode controlar (como aparência), mas também coisas que exigem o poder do cérebro (como as decisões tomadas, problemas resolvidos, ou projetos acabados).

• Beije na bochecha. Muitas vezes.

• Planeje uma data. Fica cada vez mais difícil encontrar um tempo para ficar sozinhos, e às vezes é necessário fabricar esse tempo. Afinal de contas, não é necessariamente a data em si que tem de ser, entre aspas, romântico. É o fato de que você se importou o suficiente para querer passar tempo juntos.

• Lavem os pratos juntos. Parece pouco romântico, mas dá chance de ocorrer conversação de qualidade.

• Ler o mesmo livro em conjunto e, em seguida, falar sobre isso, desde que a leitura está em ritmo similar. O estímulo intelectual leva a outros tipos de estímulos.

• Dê uma caminhada de dez minutos juntos todos os dias de mãos dadas. Às vezes é mais fácil para os homens ter discussões difíceis quando estão lado a lado, em vez de face a face. Este pequeno hábito pode realmente melhorar a comunicação.

 

Acima de tudo: aproveite a sua relação… todas as partes dela. No final, quanto mais forte o seu apreço e vínculo fora do quarto, mais rica a sua vida sexual será, e sua felicidade também.

Baseado no texto de Michael Roizen, MD

Os artigos aqui postados não necessariamente expressam a visão da Empresa 

Referências:
http://radiomd.com/blogs-experts/item/26314-dr-roizen-s-do-over-tip-learn-about-your-biggest-sex-organ-your-brain?utm_source=RadioMD&utm_campaign=b9a7450744-Hello_from_RadioMD8_26_2013&utm_medium=email&utm_term=0_3b6b014403-b9a7450744-425307661

“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”

As fezes podem oferecer pistas importantes sobre sua saúde

Postado por admin em 14/jan/2017 -

Se os movimentos do intestino são confortáveis, então é provável que tudo esteja bem, afirmou o Dr. Gabriel Neal, um médico com atuação na medicina familiar e professor assistente clínico na Texas A&M College of Medicine. “Fezes quando normais são macias mas densas.”

Os vírus e bactérias no trato intestinal podem causar descoloração, diarreia ou sangue nas fezes. A cor do sangue pode ajudar o seu médico a identificar a localização da infecção.

“Se uma infecção é no intestino inferior ou cólon, então o sangue em suas fezes vai ser vermelho. Se você encontrar sangue preto, então é sangue oxidado que vem de local mais alto no seu aparelho digestivo, como o estômago ou duodeno”, explicou Neal.

As pessoas com doença da vesícula biliar às vezes têm fezes brancas, por isso, se você já notar esta coloração, entre em contato com o seu médico.

Também é importante prestar atenção na frequência da eliminação de fezes. “Se você está evacuando três vezes por semana ou menos, então essa é a definição comum de constipação. Por outro lado, mais de seis vezes ao dia para os adultos é demais.”

Além disso, uma mudança repentina nas fezes poderia ser um sinal de condições subjacentes. “Se houver dor quando evacuar, as fezes se apresentarem duras ou diferentes, então esses problemas devem ser abordados”, alertou Neal. Seu médico pode sugerir mudanças na dieta ou talvez recomendar algo para ajudar, acrescentou.

Não é comum conversarmos sobre as fezes, mas não retenha informações potencialmente vitais ao seu médico.

“Evacuar é algo natural que faremos durante toda a vida, e é importante ter uma discussão aberta com seu médico para garantir que seu sistema digestivo esteja funcionando com alta eficiência”, concluiu Neal.

Os artigos aqui postados não necessariamente expressam a visão da Empresa

Artigo traduzido por Essential Nutrition
Referências:
https://consumer.healthday.com/gastrointestinal-information-15/irregularity-and-constipation-news-428/the-scoop-about-healthy-poop-715833.html?utm_source=newsletter&utm_medium=email&utm_campaign=20161027&utm_term=715833

“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”

Amêndoas ajudam a reduzir o colesterol? Entenda

Postado por admin em 13/jan/2017 -

Evidências científicas mostram que as amêndoas podem ajudar a reduzir o colesterol total, o colesterol LDL (conhecido como colesterol ruim) e triglicerídeos, sem ter impacto significativo nos níveis de colesterol HDL (ou bom colesterol). Confira o que mostram os estudos.

Dezoito estudos considerados relevantes e vinte e sete amostras estratificadas foram incluídos baseando-se em critérios estabelecidos, tendo os 837 participantes uma média de consumo de amêndoas de 20 a 113 gramas por dia.

Quando os dados foram agrupados, a redução no colesterol total foi de 5,92 mg/dL. Entre aqueles que a quantidade de amêndoas consumidas foi de pelo menos 45 g/dia, a redução no colesterol total foi de 8,20 mg/dL.

Da mesma forma, quando os dados de todos os estudos foram agrupados, a redução do colesterol LDL foi de 4,80 mg/dL. As reduções foram de 5,10 mg/dL e 6,11 mg/dL quando a meta-análise foi restrita aos estudos nos quais pelo menos 45g de amêndoas foram consumidas por dia e nos quais os indivíduos tinham níveis elevados de colesterol LDL no início do estudo, respectivamente.

Os autores notam que o mecanismo pelo qual o consumo de oleaginosas favorece alterações do perfil lipídico (colesterol total, HDL, LDL e triglicerídeos) não é totalmente compreendido até a data.

Densas em valores nutritivos (entre os quais, fibra, vitamina E, riboflavina, magnésio), no caso das amêndoas, elas oferecem um perfil de ácido graxo favorável, além de conter outros constituintes, como esteróis e flavonoides, os quais devem ser importantes para este mecanismo de melhora do perfil lipídico e risco de doença cardíaca.

Adicionalmente, é possível que as mudanças favoráveis com o consumo de amêndoas estejam relacionadas, pelo menos em parte, a melhorias concomitantes no peso e na composição corporal: “Em vários dos estudos que foram incluídos em nossa metanálise houve reduções significativas no peso corporal com o consumo de amêndoas em relação ao controle”, escreveram os autores.

“O consumo de amêndoas como parte de uma dieta saudável deve ser encorajado a fim de melhorar os níveis de lipídios no sangue e reduzir o risco de doença cardíaca”, concluem.

Pesquisas recentes indicam que o consumo frequente de amêndoas está associado à diminuição do risco de diversas doenças, como obesidade, hipertensão, diabetes mellitus e síndrome metabólica, devido à sua capacidade de reduzir o colesterol “ruim”. Esses efeitos benéficos são atribuídos à fração lipídica e aos compostos polifenólicos presentes nas amêndoas.

Além disso, foi observado que o consumo de amêndoas e sua casca pode favorecer a microbiota intestinal, o que interfere diretamente na saúde de forma geral. Entretanto, vale lembrar que a biodisponibilidade e a quantidade consumida de amêndoa são fatores relevantes.

Referências:
Kathy Musa-Veloso, et al. The effects of almond consumption on fasting blood lipid levels: a systematic review and meta-analysis of randomised controlled trials. Journal of Nutritional Science, 2016. DOI: 10.1017/jns.2016.19

Barreca, Davide et al. “Almonds (Prunus Dulcis Mill. D. A. Webb): A Source of Nutrients and Health-Promoting Compounds.” Nutrients vol. 12,3 672. 1 Mar. 2020,

“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”

A dieta Paleo pode beneficiar a saúde do coração

Postado por admin em 10/jan/2017 -

A popular dieta Paleo é baseada em alimentos pensados como consumidos por nossos antepassados durante a era do Paleolítico, antes do advento dos produtos lácteos ou dos grãos processados. Os resultados de um pequeno estudo sugerem que as pessoas que seguiram a dieta Paleo por somente 8 semanas experimentaram efeitos positivos na saúde do coração. Os resultados preliminares desta pesquisa foram apresentados na Conferência da Sociedade Americana de Fisiologia sobre Inflamação, Imunidade e Doenças Cardiovasculares.

“Muito poucos estudos examinaram a dieta Paleo em participantes aparentemente saudáveis, apesar desta prática dietética ser prevalente entre entusiastas da saúde e da aptidão”, disse o autor do estudo, Chad Dolan, pesquisador de pós-graduação do Laboratório de Fisiologia Integrativa da Universidade de Houston.

Os pesquisadores pediram a oito pessoas saudáveis, as quais normalmente consumiam uma dieta tradicional ocidental rica em alimentos processados, para mudar para a dieta Paleo – que consiste em alimentos minimamente processados – por oito semanas. Os participantes receberam uma amostra da dieta e receitas, bem como aconselhamento inicial sobre como incorporar a dieta em suas vidas diárias. Eles foram instruídos a comer o quanto quisessem enquanto seguiam a dieta.

Os pesquisadores descobriram que os participantes do estudo experimentaram um aumento de 35% nos níveis de interleucina-10 (IL-10), uma molécula de sinalização secretada por células imunes. Um baixo valor de IL-10 pode predizer aumento do risco de ataque cardíaco em pessoas que também têm altos níveis de inflamação. Os cientistas acreditam que altos níveis de IL-10 podem neutralizar a inflamação, proporcionando um efeito protetor para os vasos sanguíneos.

Os pesquisadores também observaram mudanças em outros biomarcadores da inflamação, mas uma investigação mais aprofundada é necessária para entender se essas alterações indicam inflamação aumentada ou o trabalho de um mecanismo de proteção.

Mesmo que o estudo não foi projetado para promover a perda de peso, os participantes emagreceram. Em comparação com o que eles comiam regularmente antes do estudo, os participantes relataram consumir cerca de 22% menos calorias e 44% menos gramas de carboidratos na dieta Paleo.

Este estudo de viabilidade preliminar não incluiu um grupo de controle (pessoas que não seguiam a dieta), tornando difícil determinar se as alterações observadas nos biomarcadores de inflamação resultaram de escolhas alimentares específicas, calorias reduzidas, menos carboidrato ou perda de peso.

“As conclusões deste estudo aumentam a possibilidade de que as mudanças dietéticas de curto prazo, de uma dieta ocidental tradicional à dieta Paleo, possam melhorar a saúde – ou, pelo menos, a dieta não tem implicações negativas para a saúde em termos dos parâmetros que estudamos”, afirmou Dolan. “Se a nossa pesquisa continuar a mostrar que a dieta Paleo produz alterações detectáveis em indivíduos saudáveis, ela irá substanciar alegações feitas por aqueles que vem a apoiando nas últimas décadas e fornecer provas preliminares para outra estratégia terapêutica para doenças cardiovasculares e prevenção da doença arterial coronariana.”

Os pesquisadores advertem que os achados atuais são preliminares e incompletos neste grupo de participantes. Eles planejam realizar um estudo com um maior número de pessoas por um longo período para analisar como ela afeta vários fatores de risco para doenças cardiovasculares e coronárias, função imunológica celular e saúde metabólica.

O estudo foi um esforço colaborativo entre o Laboratório de Desempenho Humano da Universidade de Chatham, em Pittsburgh, e o Laboratório de Fisiologia Integrativa da Universidade de Houston.

Os artigos aqui postados não necessariamente expressam a visão da Empresa

Artigo traduzido por Essential Nutrition
Referências:
https://www.sciencedaily.com/releases/2016/08/160826151733.htm#.V_z4pzKlnwg.linkedin

“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”

Picolé de Chocolate

Postado por admin em 02/jan/2017 -

Doce Janeiro

Esquentou? Hummmm. Picolé de chocoki para refrescar. Essa receita é sucesso entre as crianças e também entre os adultos, e o sabor não deixa a desejar em nada.

PICOLÉ CREMOSO CHOCOLATE – 2 porções

MÉDIA NUTRICIONAL – 1 porção

Kcal. 81
Carb. 17g
Poliól 8g
Prot. 5g
Fat. 2g
F. Sat. 0,9g
Fibr. 2g
Sód. 75mg

Ingredientes:

  • 1 c.sopa cheia farinha de aveia sem glúten
  • 4 c.sopa CHOCOKI
  • 200 ml leite de sua preferência

Preparo:

  • Colocar o leite e a farinha em uma panelinha antiaderente;
  • Em fogo médio, mexer até ficar bem cremoso (para reduzir a mais ou menos ¾);
  • Retirar do fogo, agitar com uma colher para amornar o creme;
  • Acrescentar o Chocoki, homogenizar bem até esfriar;
  • Dividir o creme em duas forminhas para picolé (100 ml cada). Levar ao congelador por cerca de 4 horas;
Obs: Se estiver congelado por mais de 8 horas, retirar o picolé e aguardar uns 5 minutinhos antes de saborear.
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”

Intestino e emagrecimento: a relação das bactérias intestinais com o peso

Postado por admin em 19/dez/2016 -

Parece que a cada ano que passa, escutamos sobre uma nova possível utilização dos probióticos e a relação deles com o intestino e a microbiota presente neste importante órgão.

Em um estudo, foi destacado que a palavra “bactérias” já não é considerada inerentemente má, mas sim – como tudo na saúde e nutrição – há as benéficas e as maléficas. Está se tornando claro que para a saúde em geral é essencial manter uma microbiota intestinal equilibrada. E, somado a isso, uma nova pesquisa está mostrando algo muito promissor: a relação entre intestino e emagrecimento e as bactérias intestinais relacionadas ao ganho de peso e outras, a perda.

Entenda a associação intestino e emagrecimento e o que evidencia o estudo.

Bactérias intestinais e o gerenciamento de peso

Antes de qualquer informação, é importante notar que a associação de bactérias do intestino x emagrecimento é apenas uma peça do quebra-cabeça chamado “perda de peso”. Não vamos deixar que as bactérias do intestino se tornem a nova força externa culpada de todos os problemas de saúde. É preciso atenção a outros fatores, como a alimentação, sono e atividade física.

De quais bactérias que estamos falando, exatamente?

São as bactérias chamadas de bacteroidetes que parecem ser nossas amigas quando se trata de emagrecimento, e as firmicutes que podem influenciar no ganho de peso, especialmente na área central, em torno do abdômen. 

Essas “inquilinas” microscópicas dos nossos intestinos parecem interagir com a insulina e modular a inflamação, resultando no favorecimento ou não do ganho de peso. Há também evidências que sugerem que os níveis mais elevados de certas bactérias reduzem a absorção de calorias em excesso.

Bacteroidetes e a perda de peso

Mas antes de correr para a loja de alimentos saudáveis para comprar um super probiótico, tenho uma má notícia: as bacteroidetes são tão instáveis fora do corpo humano, que morrem em poucos minutos – e não podem ser transformadas em um suplemento.

Assim, o segredo, então, é manter bons hábitos de vida, e uma alimentação que promova o crescimento de bactérias boas. Veja como.

Como estimular a relação intestino e emagrecimento

1. Limite a ingestão de gordura

É evidente que uma dieta ocidental típica, com a ingestão excessiva de alimentos ricos em gorduras, aumenta a inflamação do intestino induzida por bactérias. Assim como, a recente tendência de dietas ricas em gorduras e baixas em carboidratos, fontes de fibras, tem ido pelo mesmo caminho.

Porém, não é necessário cortar totalmente as fontes de gorduras do cardápio. Basta haver equilíbrio: ingerir boas fontes e intercalar o consumo dessas gorduras, consumindo o suficiente para gerar mais saciedade e servir de combustível para o organismo, mas sem excesso.

2. Eliminar os alimentos que lhe causam inchaço

Ignorar as tendências dietéticas e, em vez disso, sintonizar com a sua intuição: o que é que o seu corpo tem dificuldade de digerir? Preste atenção e remova esses alimentos por um tempo para a recuperação intestinal.

3. Coma alimentos prebióticos

Aspargos, cebola, alho, alcachofra e raiz de chicória são exemplos. Todos esses contêm fibras que alimentam as suas boas bactérias existentes, levando-as a crescer em número. Alimentos probióticos, como kefir e chucrute, podem também ajudar.

4. Inclua ingredientes anti-inflamatórios

A cúrcuma e boswellia são anti-inflamatórios tradicionais que são fáceis de adicionar em um smoothie ou em chás.

5. Escolha suplementos para seu intestino

Glutamina é um dos suplementos mais recomendados para cuidar da barreira do intestino. Além desse importante aminoácido, há fórmulas aprimoradas que contêm ingredientes pensados para melhorar a saúde intestinal, além de contribuir com a relação intestino e emagrecimento.

Conheça Collagen Gut, uma fórmula composta por peptídeos de colágeno, fibras, cúrcuma, gengibre, MSM, ácido ortosilícico e outros ingredientes. É o primeiro colágeno desenvolvido para o intestino e com selo FODMAP Friendly no Brasil. 

Falando nisso, você sabe o que é FODMAP? Siga por aqui e leia o artigo FODMAP: conceito, dieta e recomendações.

Referências:
http://thecusp.com.au/how-easy-it-is-to-gain-or-lose-fat-has-a-lot-to-do-with-your-gut-bacteria/7409

“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”

Glutamina Box

Composta exclusivamente do aminoácido isolado L-glutamina da AJINOMOTO Co., com matéria-prima 100% vegetal.

R$121,00

Glutamina 300g

Composta exclusivamente do aminoácido isolado L-glutamina da AJINOMOTO Co., com matéria-prima 100% vegetal.

R$176,00

Fiberlift

Combinação de 5 fibras solúveis e insolúveis com sabor neutro.

R$165,00

Collagen Gut Laranja e Blueberry

Fórmula FODMAP Friendly que combina fibras, glutamina, colágeno hidrolisado em peptídeos e outros ingredientes para a saúde intestinal.

R$235,00

Pasta de Avelã

Postado por admin em 19/dez/2016 -

Doce dezembro

Nada tem tanto a cara do Natal quanto as avelãs. Nutricionalmente ricas em magnésio e cálcio elas são fontes de vitaminas, fibras e minerais essenciais. Veja uma receita de sobremesa para aproveitar o melhor delas sem comprometer a alimentação.

 

PASTA DE AVELÃS – 20 porções (450 g)

 

MÉDIA NUTRICIONAL – 1 porção

 

Kcal. 85
Carb. 6,5 g
Xylitol 1,5 g
Poliól 1,6 g
Prot. 2 g
Fat. 7 g
F. Sat. 0,8 g
Fibr. 2 g
Sód. 9 mg

 

Ingredientes:

– 1 e ½ xíc. avelãs

– ¾ xíc. biomassa de banana verde orgânica

– 8 c.sopa CHOCOKI

– 2 c.sopa cheias XYLITOL

– 1 c.chá rasa cacau puro em pó

– 4 c.sopa cheias manteiga de coco orgânica

– 2/3 xic. leite moderado com enzimas lactase

– 1 pitada de sal rosa do himalaia

 

Preparo:

– Pré-aquecer o forno a 160° C;

– Assar as avelãs por 20 min. Testar descascar algumas, quando isso for possível é o momento de retirá-las;

– Colocar as avelãs em outro recipiente, amornar e descascar. Quando estiverem frias, triturá-las em mixer de mão  “no modo processador” até o ponto de “farinha de nut”. Soltar das paredes do aparelho e reservar;

– Em uma panelinha colocar a manteiga de coco, o leite, Xylitol, cacau puro e a biomassa de banana verde. Aquecer em fogo baixo e misturar até homogenizar os ingredientes, desligar o fogo e mexer rapidamente pra amornar;

– Acrescentar o Chocoki, colocar essa mistura no processador junto com a farinha de avelã. Processar tudo até o ponto de pasta, se necessário limpar as laterais do aparelho para triturar de forma mais homogênea e está pronto.

– Caso desejar uma pasta menos densa, acrescente mais 50 ml de leite.

Obs: Esta receita rende em média 450 g de pasta de avelã. Pode ser congelada em porções, pois sua textura e sabor permanecem iguais. Além de gostosa para passar no pão, a Pasta de Avelãs pode ser utilizada como ingrediente de outras receitas.


Os artigos aqui postados não necessariamente expressam a visão da Empresa 
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”

A cevada ajuda a melhorar os níveis de açúcar no sangue e a reduzir o apetite.

Postado por admin em 12/dez/2016 -

Um estudo recente da Universidade de Lund, na Suécia, mostra que a cevada pode melhorar rapidamente a saúde das pessoas, reduzindo os níveis de açúcar no sangue e o risco de diabetes. O segredo está na mistura especial de fibras dietéticas encontradas na cevada, o que também pode ajudar a reduzir o apetite e o risco de doenças cardiovasculares.

“É surpreendente e promissor que a escolha de uma combinação certa de fibras dietéticas pode – em um curto período de tempo – gerar notáveis benefícios para a saúde”, diz Anne Nilsson, professora associada do Centro de Ciências do Alimento para a Saúde, e uma das pesquisadoras por trás do estudo.

O estudo foi realizado com participantes de meia-idade saudáveis que foram convidados a comer pão, em grande parte feito de grãos de cevada, durante três dias – no café da manhã, almoço e jantar. Cerca de 11 a 14 horas depois de sua última refeição do dia, os participantes foram analisados para os indicadores de risco de diabetes e doença cardiovascular.

Os pesquisadores descobriram que o metabolismo dos participantes melhorou por até 14 horas, com benefícios adicionais, tais como uma diminuição nos níveis de açúcar no sangue e insulina, aumento da sensibilidade à insulina, e melhor controle do apetite. Os efeitos surgem quando a mistura especial de fibras dietéticas no grão da cevada atinge o intestino, estimulando o crescimento de bactérias boas e a liberação de hormônios importantes.

“Depois de comer o pão feito de grãos de cevada, observamos um aumento de hormônios intestinais que regulam o metabolismo e o apetite, e um aumento de um hormônio que ajuda a reduzir a inflamação crônica de baixo grau. Com o tempo, isso poderia ajudar a prevenir a ocorrência da doença cardiovascular e diabetes”, relata Anne Nilsson.

Em um estudo relacionado anterior realizado com uma equipe da Universidade de Gotemburgo, Suécia, pesquisadores também descobriram que as fibras dietéticas do grão de cevada geram um aumento de bactérias intestinais Prevotella copri, que têm um efeito regulador direto nos níveis de açúcar no sangue e ajudam a diminuir a proporção de um tipo de bactérias do intestino considerado insalubre.

Os efeitos da cevada são influenciados pela composição da microbiota intestinal do indivíduo, ou seja, pessoas com baixas concentrações de bactérias Prevotella copri sentiram menos efeitos a partir da ingestão de produtos de cevada. Comer mais cevada poderia, no entanto, ajudar a estimular o crescimento das bactérias.

Os resultados são oportunos, pois as taxas de obesidade e diabetes tipo 2 têm aumentado significativamente nos últimos anos. Os investigadores esperam que mais conhecimento sobre o impacto das fibras dietéticas específicas na saúde das pessoas venha a promover maior venda de produtos alimentares saudáveis. Aqui no caso em questão, que mais pessoas utilizem a cevada em refeições, por exemplo, em saladas, sopas, ensopados, ou como uma alternativa ao arroz ou batatas.

* O pão utilizado no estudo foi feito com 85% de grãos de cevada, que foram cozidos e misturados com farinha de trigo. Se você quiser reduzir a quantidade de grãos de cevada, substitua um pouco deles com outros grãos integrais.

O estudo foi realizado e financiado através do Antidiabetic Food Centre (AFC). AFC é um Centro de Excelência Vinn na Investigação e Inovação da Universidade de Lund com foco na prevenção do diabetes tipo 2 através de conceitos alimentares inovadores.

Os artigos aqui postados não necessariamente expressam a visão da Empresa 

Referências:
http://www.lunduniversity.lu.se/article/watch-barley-helps-improve-blood-sugar-levels-and-reduce-appetite

“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”

Fosfatidilcolina e Fígado

Postado por admin em 28/nov/2016 -

Podemos dizer que uma das principais atuações da fosfatidilcolina está na ação hepatoprotetora. Nos alimentos, este importante componente das membranas biológicas e aliado da saúde hepática pode ser obtido a partir de uma variedade de fontes prontamente disponíveis, tais como gema de ovo ou soja. Alguns estudos direcionam a suplementação de fosfatidilcolina para cuidar da saúde do fígado, desde para enfrentar os efeitos do álcool até casos e hepatite.

Fosfatidilcolina e fígado

A “ressaca” é um conjunto de sintomas da intoxicação que acontece quando o indivíduo ingere muito álcool. Para absorver e metabolizar altas quantidades de álcool, o organismo tem que se desdobrar e, assim, acaba sobrecarregando todos os órgãos envolvidos no processo. O fígado é o que mais sofre. É dele o trabalho principal de produzir as enzimas que absorvem o etanol, e mesmo quando você para de beber, a concentração dessas enzimas ainda é alta. Isso gera um desequilíbrio que desorganiza todo o metabolismo. O sistema nervoso acompanha a crise de abstinência. O resultado geral é dor de cabeça, desidratação, enjoo, diarreia e extremo cansaço.

Já a área médica traduz essa explicação utilizando termos técnicos que expliquem os diversos mecanismos da toxidade do Álcool, que vai desde a toxicidade direta de seus subprodutos como o aldeído, até a diminuição da atividade de enzimas importantes para o funcionamento hepático.

Três estudos controlados subsequentes corroboraram estes achados. Schuller Perez e San Martin concluíram: “Em nosso ponto de vista o uso de Fosfatidilcolina concentrada para o tratamento de hepatite (inflamação) ou esteatose (degeneração gordurosa) é muito produtivo”. [x]

Em estudos com animais, babuínos foram alimentados com álcool por 8 anos[xi], sendo que foram divididos em dois grupos: um grupo recebeu Fosfatidilcolina e outro não. Após alguns anos, o grupo que não recebeu Fosfatidilcolina progrediu para uma fibrose avançada (que leva a cirrose), enquanto que o grupo que foi suplementado com Fosfatidilcolina apresentou lesões leves. Neste momento, retiraram a suplementação de Fosfatidilcolina de alguns animais, e estes logo evoluíram para cirrose. Outro estudo da revista Alcoholism: Clinical and Experimental Research[xii], comprovou a proteção da Fosfatidilcolina nas células do fígado de ratos da toxicidade induzida pelo álcool. Os autores propõem que a fosfatidilcolina reduz a morte celular através de uma redução do estresse oxidativo.

Fosfatidilcolina e hepatite

Um dos problemas da Hepatite B é ser portador do vírus e poder transmiti-lo, embora não cause doença no portador. Reuniram 60 portadores do vírus (HbsAg-positivo) e dividiram em dois grupos: um grupo deram 1350 mg de Fosfatidilcolina com complexo B, e outro placebo. Após 30 dias o grupo tratado apresentou melhores resultados que o placebo, sendo que 50% destes se livraram do vírus (HbsAg-negativo), comparado com 25% do grupo placebo.[xvi]

Se a pessoa tiver hepatite e estiver gravemente comprometida, também pode se beneficiar. Em estudo duplo-cego com 50 pessoas, todas HbsAg-positivos e com lesões hepáticas severas documentadas com biópsias, foram separados dois grupos: um que recebeu Fosfatidilcolina e complexo B e o segundo recebeu placebo. 80% do grupo tratado (20 de 25) apresentou melhora importante, enquanto que só 24% do grupo placebo (6 de 25) apresentaram melhoras. A melhora clínica permaneceu um ano após o tratamento. [xvii]

Em um estudo duplo cego multicêntrico, com 176 pacientes com hepatite viral crônica (B e C), dividiu-se os pacientes nos que recebiam só o tratamento com Interferon e nos pacientes que além do Interferon, recebiam 1,8 gramas de Fosfatidilcolina. Mais pacientes do grupo que foi associado a Fosfatidilcolina responderam ao tratamento, principalmente no subgrupo da Hepatite C. A administração de Fosfatidilcolina para a hepatite crônica at estudo melhorou a resposta ao tratamento com Interferon para Hepatite C. [xviii]

Resumindo

  • A fosfatidilcolina é o principal composto das membranas celulares.
  • O fígado apresenta alto metabolismo e reprodução celular, necessitando de grande quantidade de matéria-prima para sua construção e reconstrução quando lesado.
  •  O uso de Fosfatidilcolina mostra-se benéfico para uma série de doenças hepáticas como: hepatite alcoólica, esteatose hepática, hepatites B e C e intoxicação medicamentosa.
  • Pode-se usar a fosfatidilcolina de forma preventiva quando utilizar bebidas alcoólicas ou medicamentos.

Referências:
[i] Zeisel SH, Blusztajn JK. Choline and human nutrition. Annu Rev Nutr. 1994;14:269-96.

[ii] Zierenberg, O. and Grundy, S.M., J. Lipid. Res., 23:1136 (1982).

[iii] Dargel R. et al., Z. Gastroenteral. 29 (Suppl. 2):18 (1991).

[iv] Indovina, J. et al., Epatologica, 27:261 (1981).

[v] Navder K. P. and Lieber C. S., Biochem. Biophys. Res. Commun. 291:1109 (2002).

[vi] Chanussot, F. and Benaoel, L., Life Sciences 73:381 (2003).

[vii] Saratikov A.S. and Vengerovskii A.I., Biull. Eksp. Biol. Med. 127:392 (1999).

[viii] C. S. Lieber, S. J. Robins, M. A. Leo Hepatic Phosphatidylethanolamine Methyltransferase Activity Is Decreased by Ethanol and Increased by Phosphatidylcholine , Alcoholism: Clinical and Experimental Research

Volume 18, Issue 3, pages 592–595, June 1994

[ix] Knuchel F. Double blind study in patients with alcohol-toxic fatty liver. Med Welt 1979;30:411-416.

[x] Schuller-Perez A, San Martin FG. Controlled study using multiply-unsatured phosphatidylcholine in comparison with placebo in the case of alcoholic liver steatosis. Med Welt 1985; 72:517-521.

[xi] Charles S. Lieber, Sander J. Robins, et al Phosphatidylcholine Protects Against Fibrosis and Cirrhosis in the Baboon. Gastroenterology, 1994;106:152-159.[xii] Li-Jun Mi, Ki M. Mak, Charles S. Lieber* Attenuation of Alcohol-Induced Apoptosis of Hepatocytes in Rat Livers by Polyenylphosphatidylcholine (PPC) Alcoholism: Clinical and Experimental Research Volume 24, Issue 2, pages 207–212, February 2000

[xiii] Buchman AL, Ament ME, Sohel M, et al. Choline deficiency causes reversible hepatic abnormalities in patients receiving parenteral nutrition: proof of a human choline requirement: a placebo-controlled trial. JPEN J Parenter Enteral Nutr. Sep-Oct 2001;25(5):260-268.

[xiv] MARPAUNG B, TARIGAN P, ZEIN LH, ET AL. Tuberkulostatische Kombinationstherapie aus INH, RMP und EMB. Therapiewoche 1988;38:734-740.

[xv] Peter J. Jenkins*, B. P. Portmann, A. L. W. F. Eddleston, Roger Williams; Use of polyunsaturated phosphatidyl choline in HBsAg negative chronic active hepatitis: results of prospective double-blind controlled trial; Liver Volume 2, Issue 2, pages 77–81, June 1982

[xvi] Visco G. Polyunsaturated phosphatidylcholine in association with vitamin B complex in the treatment of acute viral hepatitis B. Results of a randomized double-blind clinical study. Clin Ter. 1985 Aug 15;114(3):183-8.

[xvii] Ilic V, Begic-Janew A. Therapy for HBsAg-positive chronically active hepatitis.Med Welt 1991; 523-525.

[xviii] Niederau C, Strohmeyer G, Heintges T, Peter K, Göpfert E.Polyunsaturated phosphatidyl-choline and interferon alpha for treatment of chronic hepatitis B and C: a multi-center, randomized, double-blind, placebo-controlled trial. Leich Study Group. Hepatogastroenterology. 1998 May-Jun;45(21):797-804.

“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”

Shop

Carregando