A Dieta Mediterrânea atravessou as barreiras da sua localidade e hoje é um modelo alimentar seguido por pessoas que desejam, além de perder peso, ter longevidade e melhorar sua qualidade de vida.
Postado por admin em 12/fev/2020 -
A Dieta Mediterrânea atravessou as barreiras da sua localidade e hoje é um modelo alimentar seguido por pessoas que desejam, além de perder peso, ter longevidade e melhorar sua qualidade de vida.
Com base na alimentação e hábitos alimentares dos países banhados pelo mar Mediterrâneo — como Grécia, Itália, Espanha e Marrocos —, a dieta prioriza alimentos naturais com alto consumo de vegetais e é associada à longeratividade, conceito que integra longevidade, atividade física e pensamentos positivos. Essa é uma das características que faz da dieta um dos modelos de alimentação mais indicados por profissionais da saúde.
Acompanhe neste post o conceito, os benefícios, como fazer e sugestão de alimentos inspirados na dieta.
Para saber no que consiste a Dieta Mediterrânea, é importante conhecer sua origem, que serviu como fundamento para que o plano de alimentação se tornasse reconhecido e replicado.
É uma dieta que tem como foco a ingestão de alimentos utilizados na região do mar Mediterrâneo, balanceados em macronutrientes. Para quem deseja seguir esse modelo de alimentação, uma dica é dar preferência para alimentos ricos em fibras e abundantes em micronutrientes. Para isso, um conceito fácil é priorizar alimentos naturais, não processados e coloridos.
A preferência por opções frescas, sazonais, peixes, especiarias, legumes, vegetais, frutas e o consumo de boas gorduras — com destaque para o azeite de oliva extravirgem — também faz parte do protocolo. O vinho, por conter altos níveis de polifenóis, que são antioxidantes os quais ajudam em vários aspectos, como a saúde cardiovascular, pode ser consumido de forma ocasional.
Além dos nutrientes dos alimentos, um dos diferenciais da Dieta Mediterrânea é que ela preza pelo sabor e pelo prazer de comer aliados à convivência, ao descanso adequado e à atividade física.
É um plano alimentar que vai além do cardápio, pois está alinhado com questões sustentáveis, culturais e tradicionais que tornam o estilo de vida mais saudável e facilitam o processo de emagrecimento.
Após a Segunda Guerra Mundial, o governo da Grécia viabilizou um estudo na Ilha de Creta para verificar o padrão alimentar do local com o intuito de melhorar as condições sociais e a saúde das pessoas. Esse estudo foi realizado em 1948 e apontou um índice menor de doenças crônicas não transmissíveis, doenças cardiovasculares e uma expectativa de vida maior dos adultos habitantes da ilha.
A pesquisa abriu portas para novos experimentos, como o realizado pelo fisiologista norte-americano Ancel Keys, que, ao comparar hábitos de sete países (Japão, Finlândia, Holanda, EUA, ex-Jugoslávia, Itália e Grécia), evidenciou uma menor incidência de doenças cardiovasculares e maior longevidade na região do mar Mediterrâneo. O estudo identificou que a ingestão de determinados alimentos, a prática de atividade física e o convívio comunitário são fatores que colaboram para uma vida mais saudável.
Assim, foi identificada a relevância da alimentação dos povos que formam a bacia do Mediterrâneo. Vale ressaltar que, por mais que a região seja formada por países de diferentes continentes, a mistura de culturas e costumes tem como ponto em comum elementos geográficos que influenciaram na agricultura e nos hábitos alimentares desses povos.
Em 2010, a Unesco — Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura — reconheceu a Dieta Mediterrânea como Patrimônio da Humanidade. A decisão foi embasada por identificar a dieta como um estilo de vida que incentiva o equilíbrio na alimentação agregado a outras práticas, como uma rotina de exercícios físicos e a convivência com outras pessoas à mesa.
O modelo alimentar foi reconhecido como elemento da identidade cultural dos países da região mediterrânea. A dieta vai além dos alimentos ingeridos e permeia entre técnicas de preparo, combinações e tradições.
O emagrecimento pode ser uma das consequências de quem faz a Dieta Mediterrânea, mas não é o único benefício para o organismo, pois essas benesses vão muito além. Veja algumas delas:
Como já foi citado neste artigo, a proposta do plano alimentar vai além da perda de peso. Ele tem como objetivo um estilo de vida saudável e equilibrado. Por esse motivo, pode ser indicado para boa parte dos adultos diante de orientações profissionais.
Como a base do plano alimentar é o consumo de macronutrientes, a relação indicada é de 58% de carboidratos (sendo 34% do tipo complexo), 27% de energia proveniente de gorduras e 15% de proteína.
Vale destacar que os alimentos frescos, quando estão na sua forma natural, mantêm propriedades e nutrientes importantes para o bom funcionamento do organismo. Assim, a Dieta Mediterrânea é rica em ingredientes considerados terapêuticos.
Dentre os grupos de alimentos indicados para fazer a dieta, estão:
A Fundação Dieta Mediterrânea, instituição que tem como objetivo fomentar os valores do modelo alimentar, formalizou a Pirâmide da Dieta Mediterrânea, a qual faz recomendações de quantidade e frequência.
Diante dos benefícios apresentados do modelo alimentar, o Journey é um cracker desenvolvido com ingredientes naturais e inspirado nos alimentos característicos da Dieta Mediterrânea. Rico em proteína e fonte natural de fibras, ele conta, na sua composição, com importantes nutrientes. Veja abaixo quais são:
Journey pode ser incluído em vários protocolos alimentares e consumido entre as principais refeições. Assado, leve e saboroso, é uma alternativa para acompanhar o dia a dia de quem não abre mão de alimentos saudáveis, mesmo em dias agitados, viagens, no trabalho ou na escola.
Postado por admin em 11/fev/2020 -
Muito se questiona sobre a eficácia dos chamados “substitutos” ou “complementos” de refeição, como o shake para emagrecer. Existem diversas marcas no mercado que prometem uma rápida perda de peso, sensação de fome reduzida e a ingestão de nutrientes importantes.
Mas preste atenção: shake não é tudo igual! Para emagrecer, é fundamental conhecer os produtos e, principalmente, a formulação deles. Estar atento às fontes dos nutrientes utilizados na composição faz toda a diferença para ter o emagrecimento como resultado.
Uma composição, para ser saudável, deve trazer ingredientes de verdade, livre de aditivos artificiais, e ser utilizada como uma estratégia aliada a hábitos saudáveis. Nada melhor do que manter o equilíbrio para uma mudança no comportamento.
Neste post, você vai saber o que deve ser considerado para escolher o shake ideal para incluir na sua dieta e reduzir o peso de forma saudável.
Os shakes são categorizados como suplementos alimentares. Diante de rotinas cada vez mais aceleradas, do desafio de fazer refeições balanceadas e que ajudam no emagrecimento, eles são inseridos nas dietas como uma solução prática e de baixa caloria.
Geralmente, os shakes são apresentados como uma mistura para preparo em pó, saborizados e que devem ser consumidos com água ou conforme orientações do produto.
Quem inclui o shake na dieta costuma ter como objetivo perder peso. A realidade é que o suplemento pode ser usado como uma opção prática para lanches ou refeições, ou até mesmo incrementar a alimentação como uma opção com poucas calorias.
É importante destacar que, para emagrecer com saúde, não basta considerar apenas o valor calórico do produto. Os nutrientes e a quantidade de cada um deles são essenciais para o equilíbrio da dieta: a qualidade dos ingredientes, a quantidade e origem dos nutrientes colaboram diretamente para emagrecer e se manter saudável.
Por apresentar poucas calorias na sua composição e, se for utilizado da forma correta, o shake funciona para perder peso, sim! Isso porque o princípio para emagrecer é gastar mais calorias do que consumir.
Mas a questão vai além: o shake proporciona um emagrecimento saudável?
Para responder essa pergunta, é pertinente verificar os macronutrientes utilizados na composição e identificar se cada um deles, além de ajudar a emagrecer, não ocasionam danos ao organismo.
Este alerta é necessário pois existem shakes que apresentam um valor calórico muito baixo — e tentador para quem busca emagrecer — mas, na sua composição, estão ingredientes que podem ser prejudiciais. Veja alguns exemplos:
Um ponto importante é que, para o suplemento ter os efeitos esperados, ele precisa estar de acordo com as orientações médicas e nutricionais apontadas por profissionais.
Ainda, é conveniente lembrar que uma alimentação natural e proveniente de ingredientes “de verdade” é sempre a melhor opção. Produtos como os shakes e outros suplementos são complementares e ajudam a manter a nutrição do corpo equilibrada.
Até aqui ficou evidente para você que, para ajudar no processo de emagrecimento, é preciso avaliar a composição e os ingredientes do shake, certo?
Diante disso, é possível citar como principais benefícios dos suplementos alimentares da categoria:
Shake para emagrecer ou para suplementar a alimentação deve ser usado por adultos. É recomendado para quem busca soluções que sejam práticas e rápidas sem perder o equilíbrio dos nutrientes que uma refeição completa deve oferecer.
Ainda, os shakes também podem ser consumidos por idosos e praticantes de atividade física, pois, quando bem formulados, são considerados um suplemento nutritivo e conveniente para estes públicos.
É válido reforçar o que foi abordado anteriormente neste post: estar atento às substâncias da composição do shake é a dica de ouro para fazer a melhor escolha. Quem foca no emagrecimento precisa ter como premissa que alguns ingredientes favorecem a perda de peso mais que outros.
Por ser um preparo em pó, é recomendado adicionar em bebidas — como em um copo d’água, leite, água de coco — a quantidade indicada na embalagem do produto e misturar até a sua total homogeneização. É recomendado o consumo imediato, uma vez ao dia ou conforme a indicação profissional.
Vale destacar que associar a ingestão do shake com hábitos saudáveis e com a orientação de profissionais são atitudes que potencializam os resultados para quem tem o emagrecimento como foco.
Ainda, você deve ter percebido que é preciso dar atenção ao rótulo para fazer a escolha mais adequada do shake para emagrecer, não é mesmo? É muito importante avaliar a composição do produto para atingir seus objetivos e perder peso com saúde.
E não esqueça do sabor! Prefira shakes saborizados com ingredientes de verdade. Quer um exemplo? O Feel Complete tem cacau puro na sua composição, o que garante um sabor e aroma agradável, além de ser mais saudável que os aromatizantes artificiais.
Postado por admin em 11/fev/2020 -
Aprenda como emagrecer com saúde e equilíbrio. Confira dicas de alimentação, exercícios e cuidados que fazem a diferença para uma perda de peso mais leve e consciente.
Cuidar do corpo é uma das formas de promover saúde e bem-estar, e gerenciar o peso pode fazer parte desse olhar mais atento para si. Para aqueles que desejam emagrecer, é fundamental buscar estratégias que sejam saudáveis e eficazes a longo prazo.
Antes de mergulhar neste guia com dicas para gerenciar seu peso com saúde, saiba que o primeiro passo é seguir a orientação personalizada de nutricionistas e médicos. Dessa maneira, todas as práticas podem ser realizadas adequadamente, respeitando o corpo, a rotina e as condições individuais de cada um.
Somado a isso, algumas recomendações são valiosas para emagrecer com saúde, como uma alimentação balanceada, exercícios físicos e práticas que auxiliam na perda de peso. Inclusive, até mesmo quando se fala em canetas emagrecedoras, é fundamental uma atenção especial.
Continue a leitura, confira nossas dicas e como incluí-las na sua rotina.
É comum que algumas pessoas acreditem que para emagrecer é necessário comer pouco, mas essa pode não ser a solução mais indicada. Claro que para perder peso, é indispensável o déficit calórico – ou seja, gastar mais calorias do que se consome, mas o caminho mais adequado costuma passar por uma alimentação balanceada, livre de “calorias vazias” e rica em nutrientes.
Por isso, dietas populares, generalistas e altamente restritivas muitas vezes não são consistentes e nem saudáveis, especialmente quando pensamos em um emagrecimento sustentado e mudanças de hábitos para a vida toda.
A seguir, confira algumas dietas ou padrões alimentares que já foram apontados por pesquisas científicas como opções para emagrecer com saúde:
A dieta mediterrânea é considerada um dos melhores planos alimentares avaliados por especialistas, e a adesão a esse padrão a longo prazo está associada a menor risco de sobrepeso e obesidade. Inspirada na alimentação de pessoas que moram nas zonas mediterrâneas, adeptas ao alto consumo de alimentos naturais e integrais, ricos em fibras e micronutrientes, pode também ser vista além, como um estilo de vida.
É composta por alimentos in natura e com alta densidade nutritiva, como cereais, leguminosas, vegetais e frutas, além do alto consumo de peixes e de gorduras boas, como abacate e azeite de oliva, além da baixa ingestão de alimentos industrializados.
Um estudo comparou a dieta mediterrânea com outros tipos de dieta para gerenciamento do peso. A longo prazo (12 meses ou mais), ela foi mais eficaz do que uma dieta com baixo teor de gordura, e se mostrou semelhante à outras, como dietas com baixo teor de carboidrato.
A efetividade dessa dieta no emagrecimento, além do déficit calórico, seria devido à sua composição. O alto teor de fibras gera maior saciedade e também lentifica a absorção da glicose, evitando picos na glicemia e nos níveis de insulina, além de retardar e diminuir a absorção da gordura alimentar e favorecer o equilíbrio da microbiota intestinal – que já foi associado a perda de peso. Além disso, o alto teor de vitaminas, minerais e compostos bioativos também é benéfico para o funcionamento do organismo de maneira geral.
A dieta cetogênica tem como estratégia uma distribuição de macronutrientes que contempla altos percentuais de gorduras e baixa proporção de carboidratos, com uma ingestão adequada ou mais baixa de proteínas. A depender do protocolo e do objetivo, a divisão dos macronutrientes pode variar, com o percentual de gordura chegando a 80% nas dietas mais restritivas.
Alguns pesquisadores defendem que, junto ao déficit calórico, essa dieta pode auxiliar no emagrecimento porque, quando o corpo recebe poucas quantidades de carboidratos durante um tempo (que normalmente são a principal fonte de energia) ele entra em um estado chamado “cetose”. Nesse estado, utiliza-se a gordura como principal fonte de energia ao invés da glicose. Os estoques de gorduras corporais são mobilizados para o fígado, onde são transformados em corpos cetônicos, que são utilizados como fonte energética.
A dieta cetogênica também pode ajudar na redução do apetite e da ingestão alimentar excessiva. Além da contribuição da gordura na saciedade, a baixa ingestão de carboidratos leva a níveis de glicose mais estáveis no sangue, o que também parece estar associado a menor fome.
Alguns estudos apontam que a dieta cetogênica pode auxiliar na redução do peso, mas que com o tempo pode ser difícil manter a adesão a esse padrão alimentar devido à restrição de carboidratos, sendo comum que haja desistência e abandono do plano.
Vale lembrar que os resultados vêm de uma dieta cetogênica bem formulada por profissionais da área da saúde, utilizando como base alimentar alimentos in natura e minimamente processados, boas fontes de gordura, como azeite de oliva, abacate, oleaginosas (amêndoas, nozes, castanhas, amendoim), óleo de gergelim e triglicerídeos de cadeia média (MCT) ou óleo de coco.
A dieta low carb foca na escolha de alimentos com baixo teor de carboidratos, e o percentual desse macronutriente no cardápio pode variar de muito baixo a moderado (entre 5 a 40% das calorias). Além disso, alimentos ricos em fibras, proteínas, vitaminas e outros nutrientes importantes para o organismo também devem ser prioridade.
Vale ressaltar que a dieta é feita com a redução de carboidratos, e não com a eliminação completa do macronutriente do plano alimentar.
Assim como a cetogênica, um dos possíveis efeitos dessa estratégia para a perda de peso se dá pela redução dos picos de glicose e insulina no sangue ocasionado pelo baixo consumo de carboidratos, que são a principal fonte de glicose para o organismo. Assim, o corpo libera gordura das reservas corporais para ser usada como fonte de energia, ou seja, o corpo “queima” gordura e consequentemente elimina peso.
Além disso, o maior consumo de proteínas e gorduras estaria relacionado à maior saciedade e, portanto, à menor ingestão alimentar. Mas é importante pontuar que a prescrição de dietas low carb deve ser feita por um nutricionista e adaptada à realidade, objetivos e preferências individuais, para que o emagrecimento se dê de forma saudável e sustentável a longo prazo.
Ambas as dietas são caracterizadas por níveis mais baixos de carboidratos, mas elas são bem diferentes entre si. A principal diferença entre a dieta cetogênica e a low carb está na quantidade de macronutrientes e no efeito provocado no metabolismo.
Na dieta cetogênica, além dos baixos níveis de carboidratos e altos níveis de gordura, a ingestão de proteínas é adequada ou levemente mais baixa. As proteínas, assim como os carboidratos, também podem ser convertidas em glicose pelo organismo, apesar de isso ocorrer em menor grau. Por isso, é necessário ter cautela com a quantidade proteica da dieta para que a cetose (utilização de gordura como fonte energética na ausência de glicose) ocorra de forma efetiva.
Já na dieta low carb, também há redução de carboidratos, mas não há necessidade de controlar o teor proteico. Dessa forma, é comum dietas low carb hiperproteicas e adequadas em gordura, por exemplo, visto que nesse caso não há intenção de induzir a produção de corpos cetônicos, mas sim, melhorar a resposta glicêmica e promover a saciedade, além do uso de gordura como fonte energética.
Assim, pode-se destacar que toda dieta cetogênica é low carb, mas nem toda low carb é cetogênica, devido à proporção dos macronutrientes.
O jejum intermitente se baseia na abstinência do consumo de alimentos por períodos determinados, para que o organismo, além de utilizar os estoques de gordura como fonte energética durante a ausência de ingestão alimentar, trabalhe outras funções em vez de direcionar energia para o processo de digestão.
Quem opta pela prática deve ter um acompanhamento profissional para que seja feito com segurança e da forma correta, escolhendo qual protocolo faz mais sentido e com melhor adaptação. Existem métodos que restringem a alimentação por períodos menores, como 10 horas, enquanto em outros o jejum abrange um dia inteiro. Há, ainda, protocolos de dias alternados de jejum ou diários.
Estudos mostram que, no curto prazo, o jejum intermitente pode contribuir para a redução de peso. Esse efeito está ligado a processos como o aumento da queima de gordura, a produção de corpos cetônicos e a melhora no controle da glicose no sangue.
É importante destacar que, para que ocorra a perda de peso durante o jejum intermitente, é necessário gastar mais energia do que se consome, além de priorizar a qualidade dos alimentos para promover a saúde.
Tanto o jejum intermitente quanto os demais planos alimentares podem gerar resultados semelhantes na perda de peso. O que influencia no seu sucesso é a capacidade de mantê-los a longo prazo. Além disso, é importante lembrar que resultados consistentes são alcançados quando alinhados ao déficit calórico e a mudanças de estilo de vida.
Além disso, o acompanhamento nutricional é essencial para uma melhor abordagem de acordo com os objetivos, preferências e condições específicas de cada pessoa.
É fundamental aderir a uma alimentação equilibrada para garantir os resultados, sem excluir radicalmente nenhum grupo alimentar sem que haja recomendação profissional. Isso pode trazer carências nutricionais e prejudicar a adesão ao plano alimentar a longo prazo, tornando mais difícil seguir a dieta, manter a saúde e o peso perdido.
Para emagrecer com saúde, a alimentação deve fornecer nutrientes e também prazer, sendo possível adotar um cardápio que seja ao mesmo tempo saboroso, saudável e equilibrado, comendo o que se gosta, sem exclusões desnecessárias e sofrimentos.
Antes de qualquer mudança no plano alimentar, é importante colocar atenção em algumas escolhas que auxiliam na reeducação alimentar e devem estar presentes nesse processo, visando a sustentação da perda de peso e mudança de estilo de vida a longo prazo. Independente do padrão dietético a ser seguido, a base do cardápio deve ser sempre a mesma:
Exercícios físicos são fundamentais no processo de emagrecimento. Treinos que estimulam maior gasto energético podem ser indicados para favorecer a perda de peso, como aeróbicos. Os treinos de força também favorecem esse processo ao ajudarem a preservar a massa muscular, estimular o metabolismo da glicose muscular e a taxa metabólica.
Veja alguns exemplos que podem ajudar no processo de emagrecimento saudável:
Os exercícios aeróbicos trazem benefícios para o sistema cardiorrespiratório, uma vez que promovem a capacidade pulmonar e cardíaca, além de aprimorar a sensibilidade à insulina e gastar energia. Combinar corrida e caminhada associados à uma dieta com déficit calórico, por exemplo, pode auxiliar na perda de peso de maneira saudável.
Já os exercícios de força (anaeróbicos) são caracterizados por treinos direcionados para alta resistência, fortalecimento e hipertrofia dos músculos.
Durante muito tempo, o treino de força foi associado apenas ao ganho de massa muscular. Contudo, além do exercício em si, com o ganho e manutenção da massa muscular, o gasto metabólico basal aumenta, o que faz com que o corpo gaste mais calorias, auxiliando na perda e na manutenção do peso.
Segundo um estudo sobre a eficácia do treino de resistência na composição corporal e peso corporal em pessoas com sobrepeso ou obesidade, a combinação de treino de resistência, como musculação, associado à dieta com restrição calórica, é a estratégia mais eficaz para reduzir o percentual de gordura corporal.
Essa combinação também ajudou a manter a massa magra, que costuma diminuir quando se perde peso apenas pela restrição calórica ou uso de medicamentos, sem a prática de exercícios.
Você já deve ter ouvido falar no treino HIIT (do inglês High Intensity Interval Training). Ele combina intervalos de exercícios aeróbicos de alta intensidade com os de baixa a moderada, sendo possível gastar muitas calorias em um menor espaço de tempo.
O treino intervalado pode ser aplicado em atividades como corrida, por exemplo, intercalando com caminhada nos momentos de baixa intensidade. Outro ponto positivo do HIIT é que ele pode ser inserido na maioria das rotinas, visto que há treinos com apenas 15 minutos de duração.
Outra modalidade utilizada para emagrecer com saúde é o treino funcional, feito em circuito, que possibilita unificar diferentes tipos de exercícios, como os aeróbicos com os anaeróbicos, importante para fortalecer e diminuir a perda da massa muscular.
Uma das vantagens do treino funcional é que ele se torna dinâmico, pois o circuito pode ser modificado a cada sessão, o que aumenta a adesão à modalidade, além da possibilidade de adaptação de acordo com o objetivo do praticante.
O treino combinado é a prática que mescla exercícios de força (musculação, resistência) com exercícios aeróbicos (corrida, caminhada, HIIT).
De acordo com estudos, os exercícios combinados proporcionam maiores benefícios para a perda de peso, queima de gordura e condicionamento cardiorrespiratório do que as modalidades de treinamento isoladamente.
A ideia é aproveitar os benefícios complementares de cada modalidade: exercícios de força aumentam a massa muscular e melhoram o metabolismo, já os exercícios aeróbicos melhoram o condicionamento cardiorrespiratório e a saúde cardiovascular. Juntos eles se tornam um treino completo.
Por fim, vale ressaltar que a prática de exercícios físicos é importante não só para emagrecer, mas para manter o peso perdido. Além disso, a atividade física é um dos pilares da qualidade de vida, e é fundamental para todas as pessoas, independente do peso ou objetivo.
Os suplementos complementam o aporte de nutrientes que favorecem os processos do corpo associados ao emagrecimento, como a termogênese, a cetose e o metabolismo energético. Além disso, também promovem a saciedade e podem diminuir a absorção da gordura ingerida.
Confira a seguir alguns suplementos que podem auxiliar no emagrecimento saudável:
É muito importante destacar que nenhum suplemento que apoia o emagrecimento age sozinho e de maneira isolada, mas sim como um suporte, para complementar a alimentação e os exercícios físicos.
Os análogos de GLP-1, também conhecidos como canetas emagrecedoras, têm ganhado destaque no manejo da obesidade por promoverem o emagrecimento rápido. Ainda assim, ao fazer seu uso, é fundamental a orientação e o acompanhamento multidisciplinar, com médicos, nutricionistas, educadores físicos e psicólogos.
Os análogos de GLP-1 são medicamentos que imitam a ação natural do hormônio GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon tipo 1), produzido pelo intestino após a ingestão alimentar. Segundo estudos, eles auxiliam no emagrecimento provocando três efeitos principais: aumentam a saciedade, diminuem o apetite e retardam o esvaziamento do estômago.
Além disso, também auxiliam no controle da glicose no sangue, ao estimular a liberação de insulina e reduzir a produção de glicose pelo fígado, contribuindo para um menor acúmulo de gordura.
Vale ressaltar que os análogos de GLP-1 não substituem uma alimentação equilibrada em associação com exercícios físicos, e a manutenção do peso a longo prazo e o emagrecimento com saúde dependem de hábitos saudáveis.
Alguns efeitos adversos podem ocorrer com o uso de análogos de GLP-1, como náusea, vômito, diarreia ou constipação, dor abdominal, azia ou refluxo, especialmente no início do tratamento. Além disso, o uso desses medicamentos reduz a ingestão alimentar, o que pode levar a carências nutricionais.
Estudos mostram que esse menor consumo de nutrientes pode contribuir para a perda de massa magra durante o processo de emagrecimento. A rápida perda de peso também pode levar a deficiências nutricionais e maior degradação de estruturas como fibras musculares, tecido ósseo e cartilagens. Como resultado, quadros de anemia, queda capilar, imunidade prejudicada, fraqueza, desidratação ou até mesmo condições como perda de massa óssea ou sarcopenia podem surgir.
Por isso, a suplementação adequada pode apoiar o tratamento com análogos de GLP-1: vitaminas e minerais para o bom funcionamento do organismo, fibras e probióticos para a saúde intestinal, eletrólitos para a hidratação adequada, e proteínas para preservar os músculos durante a perda de peso, melhorar a saciedade e evitar que o metabolismo fique mais lento, auxiliando na manutenção da massa magra e sustentando os resultados do emagrecimento.
Uma alimentação saudável, exercícios físicos e o suporte de suplementos podem ser estratégias importantes para perder peso com saúde. Contudo, também é necessário cuidar da mente para melhorar a relação com a comida.
A fome emocional, por exemplo, motivada pelas emoções e sentimentos, pode acarretar em um consumo desenfreado, em que se come motivado pelas emoções e não pela fome física. Assim como o food noise, termo que se refere à quando se tem pensamentos constantes e difíceis de controlar sobre comida, como ficar o tempo todo pensando no que vai comer, mesmo sem ter fome.
Por isso, é necessário modificar algumas perspectivas que podem levar à dificuldade de controle alimentar. Existem técnicas que cuidam da mente para manter a atenção e o foco enquanto comemos, que podem causar impactos positivos também na balança.
O mindful eating, ou alimentação consciente, por exemplo, tem a proposta de envolver a mente, o espírito e o coração no momento das refeições. É um conceito de nutrição aplicado ao mindfulness, a prática de meditação embasada em colocar atenção plena no momento presente e sem julgamentos.
Realizar as refeições com atenção ao que está no prato colabora para que dietas sejam mantidas, para perceber quando estamos saciados e para evitar exageros ao comer além do que o corpo precisa, cultivando uma melhor relação com a comida e consigo mesmo. O emagrecimento saudável surge do equilíbrio e autoconhecimento e, por isso, manter uma relação saudável com o corpo e com a comida é essencial.
E lembre-se que, para escolher a estratégia para emagrecer com saúde, é fundamental contar com a orientação de profissionais, como médicos, nutricionistas, educadores físicos e até mesmo psicólogos, quando for o caso. Afinal, o mais importante é cuidar da sua saúde e adaptar suas escolhas de acordo com as necessidades do seu corpo.
Agora que você conheceu nossas dicas para emagrecer de forma saudável, descubra como encontrar sua motivação para treinar diariamente!
Esse conteúdo foi preparado e revisado por profissionais da saúde que atuam na Essential Nutrition.
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Postado por admin em 19/dez/2019 - Sem Comentários
Comer uma comida saborosa, enquanto se desfruta de boa companhia, é um dos grandes prazeres da vida. Porém, há fatores que podem prejudicar estes momentos e ofuscar o prazer, trazendo à tona a preocupação com a escapada da dieta. Uma solução para quem quer aproveitar em paz o que estes momentos podem oferecer passa pelo conceito da atenção plena, o mindfulness. Conheça o mindful eating e aproveite para sentar-se à mesa e degustar todos os momentos com amigos e familiares queridos.
O mindful eating tem a proposta de envolver a mente, o espírito e o coração na hora de degustar um prato de comida. É um conceito de nutrição focado no mindfulness, prática de meditação budista que aposta na atenção plena ao momento presente e sem julgamentos. Isso inclui as festas de fim de ano, que podem – e devem – ser prazerosas, mesmo para quem deseja manter o peso ou a dieta em dia.
De acordo com a nutricionista Anne Albano, o mindful eating direciona a pessoa às atitudes de atenção plena. “Isso inclui ações de alimentação consciente, que significa realizar uma refeição com atenção total no momento e sem julgamentos, culpa, ou mediante crenças e cronogramas, introduzindo o indivíduo ao bom relacionamento com a comida”, explica.
Anne utiliza ainda as festas de final de ano como exemplo: “realizar uma refeição em uma ou duas noites no fim do ano com quem ama e comemorar com comidas deliciosas, com valor emocional e afetivo não vai afetar a sua saúde, o processo de emagrecimento e nem a manutenção ou ganho de massa muscular. E desfrutar desses momentos, sem preocupação com os alimentos da ceia, pode ajudar a pessoa a se tornar mais saudável e mais fácil o processo de manter seus hábitos do que restringir esses momentos”.
Para manter o equilíbrio e a tranquilidade diante dos alimentos e das bebidas disponíveis, praticar o mindful eating é uma das estratégias que mais pode nos ajudar. Atenção plena ao comer é estar ciente de seus sentimentos e mecanismos de pensamento: estar presente no momento e realmente apreciar cada pedaço de comida. É fácil, e aqui você pode encontrar algumas dicas que separamos para você chegar lá. Confira!
Dicas para entender sua relação com a fome, eliminar distrações e se conectar com a comida.
A fome é a maneira do seu corpo dizer a você que os níveis de energia estão ficando baixos e que é hora de reabastecer. A fome é causada por:
No entanto, uma sensação de fome, ou fortes desejos por comida, também pode ser provocada por coisas como tédio, ansiedade e estresse.
Estar ciente de que situações ou sentimentos normalmente provocam sensação de fome ou desejo de comer pode ajudá-lo a decifrar se está realmente com fome e precisa reabastecer seu corpo ou se está sendo levado a comer por outras razões.
Faça uma pausa por um momento e considere a resposta a esta pergunta. Se você está realmente com fome, coma! Seu objetivo não é comer menos, mas parar de comer quando a fome passar. Para isso, concentre-se no uso de alimentos para a finalidade a que se destina: nutrição.
Se você reparar que o que está sentindo não é realmente fome, procure achar a verdadeira causa, preste mais e melhor atenção a você mesmo e às suas emoções. Tomar um copo de água ou uma xícara de chá pode ajudar a adiar um pouco a refeição, ou, ainda melhor, fazer uma curta caminhada para nos dar o tempo de nos entender melhor antes de comer sem perceber, sem atenção e no automático.
Enquanto você come, evite usar seu telefone ou computador, não leia livros ou revistas e mantenha a TV desligada. Seja trabalhando durante o almoço ou comendo batatas fritas enquanto assiste à Netflix, é comum comer distraído. Mas, embora possa parecer inofensivo, é comum terminar de comer sem lembrar o que comeu, sem lembrar do sabor, se gostou ou não e a quantidade que ingeriu, o que pode incentivá-lo a comer demais.
É fácil se apressar nas refeições sem apreciar a comida no prato. Considerando a origem dos alimentos que nutrem seu corpo, você pode tomar melhores decisões para a sua saúde e para o planeta.
Antes de comer hoje as refeições e lanches, pergunte a si mesmo o seguinte:
Com este simples exercício de atenção plena, você pode entender melhor como está conectado – ou desconectado – à criação de sua comida. Para desenvolver uma conexão mais profunda com a sua alimentação, tente cozinhar suas próprias refeições, comprando alimentos cultivados localmente e aprendendo mais sobre a origem de cada alimento.
Usar o senso de visão para reconhecer a beleza de um prato bem servido, assim como de cada um dos seus ingredientes, pode aumentar sua apreciação e entusiasmo pela comida. Não é por nada que se diz que o amor começa pelos olhos, e a fome também. Ao preparar a sua comida ou antes das refeições, faça a você mesmo as seguintes perguntas:
O cheiro e o paladar estão intimamente relacionados, e o cheiro da comida desempenha um papel importante na satisfação e alegria que sentimos ao comer. Antes de começar a comer, sinta o aroma de sua refeição. Com os olhos fechados, para intensificar ainda mais o sentido de olfato , faça as seguintes perguntas:
Se você pudesse sentir o cheiro da refeição e não vê-la, estaria interessado em comê-la?
Tempo é chave para o mindful eating. Porém, ao contrário do que alguns pensam, não é preciso fazer refeições intermináveis: apenas 20 minutos por refeição é suficiente. Comer um pouco mais lentamente nos ajuda a apreciar melhor a comida e nossas reações e decisões durante e sobre a nossa alimentação.
Se for muito difícil desacelerar durante a refeição, tente comer devagar nos primeiros cinco minutos da refeição.
Antes de começar a mastigar, considere estas questões:
Muitos fazem uma conexão direta entre emoções e alimentação – comer em resposta ao estresse, à tristeza, à ansiedade, à agitação ou a outros sentimentos. A alimentação consciente pode não apenas nos ajudar a entender os tipos de emoções que envolvem nosso relacionamento com a comida, mas também como podemos estar usando a comida para lidarmos com certos sentimentos.
Faça a si mesmo estas perguntas antes de começar a comer:
Não há regras rígidas para este exercício. Simplesmente experimente suas emoções em relação à comida. Não importa o que você esteja sentindo, tente não se julgar. O objetivo desta atividade é tornar-se mais consciente de suas respostas emocionais à comida e desenvolver uma melhor compreensão de como as emoções podem fazer com que você confunda e ache que tem vontade de comer.
Se exagerar, não faça grandes restrições e punições. “Não treine em excesso, não faça longos períodos de jejum para compensar, respeite e escute o seu organismo. Não inicie uma dieta maluca por conta própria, apenas lembre que o dia de amanhã é um novo dia e retorne para os seus hábitos saudáveis normalmente”, aconselha Anne.
Afinal, no mindful eating, não se trata de compensação, e sim de equilíbrio. “Não pense na comida como um prêmio e castigo. Os pratos e os nutrientes devem ser degustados com toda a calma que merecem. Durante esse momento, é importante relembrar como eles chegaram até à mesa, entendendo quais as razões de realizar determinada refeição, as causas para a escolha de determinado alimento e suas emoções, mas sobretudo, durante esse momento, o mais importante é desfrutar de cada bocado com todos os sentidos”, finaliza.
As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura de ajuda por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.
Postado por admin em 17/dez/2019 - Sem Comentários
O que comemos antes das atividades físicas tem grande influência no desempenho e na evolução do condicionamento. Por isso, é preciso considerar, principalmente, o tipo de atividade que será realizada e o objetivo ao fazê-la. Gostos pessoais e condições de saúde específicas também devem ser levados em conta.
E, para ampliar suas opções de alimentação pré-treino, indicamos abaixo 8 opções de receitas pré-treino, todas acompanhadas de explicações sobre seus pontos fortes e indicações, o que vai te ajudar a escolher com mais consciência.
Também apresentamos algumas opções de suplementos saudáveis já prontos, desenvolvidos para consumo antes, durante e após os treinos. Qualquer que seja sua opção, bom apetite e bons treinos!
Os carboidratos de baixo índice glicêmico (encontrados na beterraba e frutas vermelhas), combinados com a creatina, potencializam os seus efeitos relacionados à formação de tecidos, ao aumento de força, à resistência e, ainda, à sua atuação para a saúde do cérebro.
A beterraba é um alimento que auxilia a vasodilatação e, consequentemente, ajuda a melhorar o fluxo sanguíneo, a oxigenação e o aporte de nutrientes em músculos e outros tecidos, impulsionando o rendimento energético e a performance.
Rico em antioxidantes, o Power Red Drink é uma bebida feita com ingredientes que apresentam ativos que atuam na redução do estresse oxidativo, evitando a fadiga muscular e a sobrecarga hepática. Pode ser consumido antes dos treinos de força ou de longa duração, com baixa ou média intensidade, colaborando como fonte de energia durante toda a atividade física.
Opcional: 1 dose de Carbolift
Uma receita feita com café que ajuda naquela sensação de saciedade e disposição durante os treinos. Aliada do foco, da concentração e da energia. O Power Coffee é feito com fontes de proteínas, fibras e um ingrediente que faz toda a diferença: chocolate! Uma versão de café perfeita para o pré-treino.
Opcional: 1 sachê de Sweetlift
A receita leva creatina, um suplemento importante para a formação de ATP, essencial para os tecidos, músculos esqueléticos e saúde do cérebro. É um excelente complemento para as atividades de alta intensidade e de curta duração, como musculação e natação.
O açaí é uma fruta rica em ácido gálico, um polifenol que favorece a saúde do coração e ajuda a promover efeitos relacionados ao antienvelhecimento. Um pré-treino com o sabor do açaí e com nutrientes que favorecem a recuperação muscular e o rendimento do atleta.
Opcional: 1/2 dose de Açaí Whey ou Vanilla Whey
O famoso mix de cereais, sementes e frutas secas é uma ótima fonte de energia, disposição e saciedade. Rica em fibras, vitaminas, minerais, carboidratos complexos, gorduras e proteínas vegetais derivadas das oleaginosas, a granola caseira é um ótimo complemento para as receitas pré-treino.
Nesta versão, a granola é adoçada com Carbolift, feito com carboidrato de baixo índice glicêmico encontrado na beterraba. Ou seja, a granola não leva açúcar. Ainda, é feita com alimentos que são fontes de boas gorduras. A combinação de nutrientes da granola caseira favorece a dieta balanceada, além de agregar sabor e textura em diferentes receitas.
Quem não ama um bolinho no meio da tarde, não é? Aqui, você vai aprender a fazer um bolo de caneca fácil e muito nutritivo, o que faz da receita mais uma para o seu cardápio de pré-treinos. Com ingredientes ricos em fibras e gorduras boas, é um bolinho funcional e gostoso, que combina com diferentes objetivos, até para ter mais saciedade durante o dia.
Opcional: 16g de Chocolift e 1 banana ou 1/2 maçã
Se não fosse para ser uma lista de receitas de pré-treino, o chococream estaria facilmente em uma lista de sobremesas saudáveis e deliciosas. O abacate é a fruta que serve como base para o preparo, e achocolatado saudável traz todo o sabor.
É uma refeição vegana, com a potência e benefícios do abacate e uma dose de vitaminas do ChokoKI. Útil para os treinos de longa duração, com baixa ou média intensidade, fornece energia gradativa durante toda a atividade física.
O Brainstorm Latte é uma receita de café gelado que por ser feita com o Brainstorm Coffee, agregando no sabor e no aroma o cacau e as especiarias. Quem gosta de supercafés para o pré-treino, este preparo é fácil, rápido e muito saboroso. Ainda, a dose de Carbolift confere energia com liberação gradativa e prolongada.
A pitaya é uma fruta com nutrientes que apresentam alto poder antioxidante, favorecem a perda de peso e ajudam a fortalecer o sistema imune, entre outras propriedades. Agora, que tal acrescentar uma dose de proteína? Este creme de pitaya leva Vanilla Whey e fica muito saboroso. Além de pré-treino, combina muito bem com um café da manhã saudável.
Para preparar esse creme de pitaya proteico é muito fácil!
Aqueles que buscam mais praticidade contam com diversos produtos que podem ser associados aos treinos.
Brainstorm Coffee – Suplemento que reúne 34 ingredientes naturais, que atuam em sinergia para ajudar nas suas atividades do dia a dia que demandam foco e energia. Feito com um blend de cafés, notas de cacau, guaraná e especiarias que lhe conferem um sabor levemente adocicado e apimentado.
Pre-Action – É um suplemento que dá mais disposição e energia durante o treino e ajuda na recuperação muscular. Contém: Palatinose™ (carboidrato de baixo índice glicêmico), Magnésio Taurato (TauroMag®), betaglucana de levedura, extrato aromático de chá verde, gengibre integral e pimenta (Capsiate®), aliados às vitaminas do complexo B, minerais e eletrólitos.
D-Ribose – Repositor energético de rápida absorção, que pode ser utilizado no pré-treino como uma fonte imediata de energia e no pós-treino para recuperação dos estoques de energia. Isso acontece porque, para recuperar a energia empregada nos treinos, o organismo precisa criar a ATP (adenosina trifosfato), substância central para a respiração celular e produção de energia. Sem ATP, a produção energética é muito menor. Nessa cadeia de reposição, a D-Ribose é o principal fornecedor de energia.
Quantum Leap – Um energético saudável, com ingredientes que trabalham em conjunto. Enquanto a cafeína auxilia no aumento do estado de alerta e na melhora da concentração, os carboidratos auxiliam na recuperação da função muscular após exercícios extenuantes. Um mix de vitaminas B1, B2, B3, B6, B12 e C, junto com o ácido pantotênico, auxiliam no metabolismo energético.
Uplift – Blend à base de cafeína de origem natural e óleo de cártamo com tecnologia slow release, age com liberação gradativa por até 6 horas, garantindo assim o efeito estimulante prolongado.
Hydrolift – Com eletrólitos, micronutrientes e vitamina C, repõe de forma prática e eficiente o que você perde na prática esportiva. Ajuda a evitar um desequilíbrio eletrolítico, que pode ocasionar redução no desempenho, cãibras, cansaço físico e mental.
Whey Protein – Blend de Whey Protein Hidrolisado e Peptídeos de Colágeno hidrolisado, com várias opções de sabor. Associado à prática esportiva, o Whey Protein impulsiona o ganho de massa muscular.
Immuno Whey – ao Whey Protein Isolado e Hidrolisado adicionamos os aminoácidos cisteína, glicina e glutamina, precursores da glutationa, além das vitaminas e minerais, cofatores nesse processo de síntese. Para deixar a fórmula ainda mais completa, incluímos taurina, vitamina C e mix de tocoferóis, que potencializam o poder antioxidante do produto, além da betaglucana de levedura, conhecida por suas grandes propriedades.
Veggie Protein – Combinação da proteína da amêndoa com certificação orgânica internacional e proteína isolada da ervilha. Entre as vitaminas, contém uma alta concentração de B12 e a Vitamina D3 (Colecalciferol) Vegana. Associada à prática esportiva, a Veggie Protein impulsiona o ganho de massa muscular.
CarbPro 4:1 Recovery – Oferece uma combinação de 4 partes de carboidratos, com diferentes perfis de absorção (rápida, intermediária e lenta), para 1 parte de proteína, associada a um blend de vitaminas e minerais, proporção ideal para a recuperação do corpo após exercícios de alta intensidade.
Amino Greens – A dose de aminoácidos essenciais com sabor de suco verde. A ingestão adequada de aminoácidos é importante pois eles estão ligados a quase todos os processos biológicos e estão presentes em músculos, tecidos, anticorpos e hormônios.
Radiance Joy – a barra de proteína tem o tamanho ideal (50g) para um lanche rápido e nutritivo. Com diferentes sabores e versões, como a vegana, é uma ótima escolha para comer antes do treino, para os períodos entre as principais refeições, levar em uma viagem e, até mesmo, como sobremesa.
Além destes, há outros produtos com indicação de uso por atletas. Conheça a linha completa de suplementos para Treino da Essential Nutrition.
As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura de ajuda por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.
Postado por admin em 09/dez/2019 - Sem Comentários
Uma boa alimentação é importante para a beleza da pele por ceder ao corpo nutrientes que estimulam substâncias que ajudam na firmeza, elasticidade e efeitos antioxidantes, chamados de nutricosméticos.
Saiba, neste texto, quais são os principais e como eles atuam.
Quando ingerimos nutricosméticos, estamos fornecendo ao nosso organismo vitaminas e nutrientes que, quando bem absorvidos, melhoram a vitalidade e beleza dos nossos cabelos, pele e unhas. Veja o que são, para que servem e quais são os principais nutricosméticos.
Nutricosméticos são substâncias que atuam em nosso organismo estimulando a produção de colágeno, elastina e outros componentes importantes para a saúde de pele, cabelo e unhas. Eles também atuam como fonte de antioxidantes e de ácido hialurônico.
As substâncias consideradas como nutricosméticos, por estimularem a produção de colágeno, elastina e atuação antioxidante, são capazes de desacelerar os processos de envelhecimento ligados ao estresse oxidativo e à desidratação da pele.
Os nutricosméticos são substâncias extraídas de alimentos naturais, não tendo, por princípio, contraindicação. Para os alérgicos ou pessoas que optam pela dieta vegana, é preciso ficar atento a alguns ingredientes, como o ômega-3, que tem origem em peixes ou crustáceos, ou o colágeno, que é sempre extraído de fonte animal.
O colágeno tem funções muito importantes no organismo. Suas fibras agem como uma espécie de “cola”, auxiliando na coesão de tecidos e órgãos em geral. Já para pele, ossos, cartilagens, tendões e ligamentos, o colágeno fornece hidratação, resistência, elasticidade e flexibilidade.
Sua síntese varia durante os diferentes estágios da vida. Com o passar dos anos, a capacidade de reabastecer colágeno diminui, naturalmente, cerca de 1,5% ao ano, e as fibras tornam-se mais espessas e curtas.
Além da idade, o estresse crônico pode contribuir para a diminuição na concentração de colágeno na pele. E isso ocorre por dois motivos:
Ao suplementar, prefira suplementos que trazem peptídeos de colágeno hidrolisado. Isso porque os peptídeos possuem tamanho bem menor, o que torna sua absorção superior. Um benefício maior pode ser obtido com um suplemento que também contenha vitaminas e ingredientes que complementam a sua ação.
O colágeno in natura é uma proteína exclusivamente de fonte animal. Mas os veganos podem encontrar em suplementos ou nos vegetais os mesmos aminoácidos necessários para que a produção de colágeno aconteça internamente.
Entre os aminoácidos, as fontes podem ser a lentilha (glicina), a soja (lisina) e as nozes (prolina, arginina e treonina). A laranja e a acerola são fontes famosas de vitamina C, enquanto a manga pode fornecer vitamina A, o abacate contém vitamina E e as amêndoas fornecem vitamina B7 (biotina). Boas fontes de minerais são a castanha-de-caju (zinco) e o espinafre (cobre).
Excesso de sol, poluição do ar, ingestão de alimentos com resíduos de pesticidas ou aditivos químicos, estresse e uso de cigarro e álcool são os principais fatores que impulsionam o excesso de radicais livres em nosso organismo, levando a um quadro de estresse oxidativo, relacionado ao comprometimento do colágeno e da aparência da pele.
A astaxantina, o licopeno e o betacaroteno são carotenoides com propriedades antioxidantes que atuam na proteção da pele contra os danos causados pelos radicais livres. Veja o que dizem alguns estudos:
A atuação da astaxantina na proteção da pele contra os danos causados pelos raios ultravioleta foi analisada em um estudo duplo-cego controlado por placebo, feito com pessoas saudáveis que suplementaram 4mg/dia por 10 semanas.
Como resultado, o grupo que suplementou astaxantina apresentou dose mínima de eritema aumentada (manchas vermelhas) e uma menor perda de hidratação da pele na área irradiada em comparação com o grupo que recebeu placebo.
As condições subjetivas da pele para “melhora da pele áspera” e “textura” em áreas não irradiadas apresentaram uma significativa melhora com o uso de astaxantina.
Assim, o estudo indica que a astaxantina parece proteger contra a deterioração da pele induzida por UV e colabora para manter a pele saudável em pessoas com boas condições de saúde.
Possíveis substâncias que ajudam a proteger a pele diante da exposição ao sol são analisadas em muitos estudos. Em um deles, foi observada a prevenção e o reparo do envelhecimento da pele causados por essa condição, ao tomar 30mg ao dia de betacaroteno por 90 dias.
Na pesquisa, foi observada uma melhora nas rugas faciais e na elasticidade da pele, além do aumento dos níveis de RNA mensageiro do procolágeno tipo I.
Um estudo realizado na Universidade de Manchester pesquisou os efeitos do licopeno na pele ao acompanhar 20 participantes que ingeriram diariamente 55g de pasta de tomate (equivalente a 16mg de licopeno) por 12 semanas.
Os resultados evidenciaram a proteção contra os danos causados pelos raios ultravioleta, especificamente em queimaduras solares, inflamação e estresse oxidativo.
Assim como o colágeno, o ácido hialurônico sofre redução natural conforme a idade. Pesquisas mostram que a sua quantidade na pele de uma pessoa com 75 anos é quatro vezes menor do que essa pessoa tinha aos 19 anos.
Somando o quadro ao reconhecimento científico de que o ácido hialurônico é responsável pelo preenchimento dos espaços intracelulares, hidratação e combate aos radicais livres, há um quadro fortemente indicativo da necessidade de repor seus níveis em adultos.
Ao restabelecer os níveis de ácido hialurônico nas camadas internas da pele, reencontra-se o equilíbrio de água, regula-se a distribuição de proteínas nos tecidos e compõe-se um ambiente físico no qual ocorre o movimento das células, contribuindo para a melhora na estrutura e elasticidade da pele. Consequentemente, são notadas a redução de rugas e a suavização das linhas de expressão.
O ácido ortosilícico colabora com a síntese de colágeno e elastina. Também está envolvido na síntese e na compactação de queratina nos cabelos e nas unhas.
No mercado brasileiro, já existem produtos para quem quer suplementar silício e melhorar o aspecto da pele, cabelos e unhas. O ácido ortosilícico estabilizado em colina pode ter seu efeito potencializado se combinado com peptídeos de colágeno hidrolisado, por exemplo, ou, ainda, com ácido hialurônico e aminoácidos precursores de colágeno, em uma opção vegana. Quando em bons níveis, o silício e outros nutrientes atuam diretamente na preservação e recuperação da pele, cabelo, unhas e cartilagens.
Estudos mostram que a vitamina B5 (ácido pantotênico) promove a pele saudável, com capacidade de reduzir os sinais de envelhecimento da pele, como vermelhidão e manchas.
Por causa da associação com o cabelo, pele e unhas saudáveis, a vitamina B7 (biotina) também é conhecida como “vitamina da beleza”. Sua carência pode deixar cabelo e unhas frágeis, além de gerar coceira e erupção cutânea ao redor dos olhos, nariz e boca. Outras vitaminas do complexo B, como a B9 e a B12, são essenciais para o corpo – saiba mais neste post.
A coenzima Q10 está presente em praticamente todas as células do organismo, sendo fundamental para a geração de energia e uma série de outros processos. Na pele, ela tem duas funções principais:
A concentração da CoQ10 no organismo pode ser reduzida por fatores como avanço da idade, situações de estresse oxidativo, dieta rica em carboidratos simples, tratamento para redução de colesterol e prática esportiva intensa.
Estudos indicam que a maioria dos efeitos benéficos da reposição da CoQ10 são obtidos com a ingestão diária de 100mg da coenzima.
Os nutrientes considerados nutricosméticos que vimos até aqui podem ser encontrados em diferentes alimentos. Contudo, há opções de suplementos que levam carotenoides na composição com o objetivo de favorecer a saúde da pele, cabelo e unhas. Geralmente são encontrados em fórmulas em pó e em cápsulas. Em sinergia com outros ingredientes, potencializam ações importantes, como a capacidade antioxidante.
Além de ingerir os melhores nutrientes, a incorporação de alguns cuidados básicos à rotina ajuda a manter a saúde da pele, cabelo e unhas. Confira algumas dicas:
Agora que você já sabe o que são nutricosméticos, complemente seus conhecimentos. Siga com a leitura e confira o artigo “Betacaroteno e licopeno para uma pele bronzeada e protegida”.
Postado por admin em 19/nov/2019 - Sem Comentários
O Kefir é uma bebida tradicional de partes do Leste Europeu e Sudoeste da Ásia. Seu nome é derivado da palavra turca Keyif, que significa “sentir-se bem” depois de comer. Além disso, estudos mostram que a bebida tem capacidade de reforçar o sistema imunológico. Saiba mais sobre o Kefir e aprenda a fazer em casa.
Média Nutricional – 1 porção
| Item | VD | |
| Valor energético | 330kcal | 16,5% |
| Carboidratos | 77,1g | 25,7% |
| Açúcares | 0,2g | ** |
| Proteínas | 5,7g | 7,6% |
| Gorduras totais | 7,5g | 13,7% |
| Colesterol | 0mg | ** |
| Fibra alimentar | 1,5g | 6,2% |
| Sódio | 99,3mg | 4,1% |
| Vitamina C | 0,1mg | 0,2% |
| Ferro | 0,4mg | 3% |
| Fósforo | 189mg | 27% |
| Magnésio | 75mg | 28,8% |
| Selênio | 25mcg | 73,5% |
| Potássio | 282mg | 6% |
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”
Postado por admin em 18/nov/2019 - Sem Comentários
Média Nutricional – 1 porção
| Item | VD | |
| Valor energético | 287,6kcal | 14,4% |
| Carboidratos | 26g | 8,7% |
| Açúcares | 27,1g | ** |
| Glicose | 0g | ** |
| Frutose | 0g | ** |
| Proteínas | 8,4g | 11,2% |
| Gorduras totais | 20,9g | 38% |
| Gorduras saturadas | 0g | 0% |
| Colesterol | 0mg | ** |
| Fibra alimentar | 8,4g | 33,4% |
| Sódio | 172,7mg | 7,2% |
| Vitamina C | 4mg | 8,9% |
| Cálcio | 30mg | 3% |
| Ferro | 2,9mg | 20,9% |
| Fósforo | 187,6mg | 26,8% |
| Magnésio | 75mg | 28,8% |
| Manganês | 0,6mg | 24,7% |
| Selênio | 25mcg | 73,5% |
| Zinco | 1,7mg | 24,5% |
| Potássio | 503,6mg | 10,7% |
“As informações fornecidas neste site destinam-se ao conhecimento geral e não devem ser um substituto para o profissional médico ou tratamento de condições médicas específicas. Procure sempre o aconselhamento do seu médico ou outro prestador de cuidados de saúde qualificado com qualquer dúvida que possa ter a respeito de sua condição médica. As informações contidas aqui não se destinam a diagnosticar, tratar, curar ou prevenir qualquer doença. Nunca desconsidere o conselho médico ou demore na procura por causa de algo que tenha lido em nosso site e mídias sociais da Essential.”
Postado por admin em 14/nov/2019 - Sem Comentários
O ácido hialurônico se tornou um dos principais recursos adotados por quem quer rejuvenescer a pele, principalmente porque ele auxilia na recuperação do seu vigor, promove o preenchimento e a mantém hidratada. Entenda sua importância e como aproveitar seus benefícios.
O ácido hialurônico é importante para restaurar a hidratação e a resistência da pele, além de protegê-la dos efeitos da radiação UV. Mas, afinal, o que é ácido hialurônico? Quais são os benefícios? Existem vantagens quando combinado com o colágeno e na composição de cosméticos? Descubra as respostas para essas perguntas neste texto.
Para entender o que é ácido hialurônico, é importante saber que ele é uma molécula produzida naturalmente pelo nosso organismo. Tem textura viscosa e é encontrado em diversos órgãos do corpo. Porém, diante do passar dos anos, a concentração da substância diminui, fator que contribui para o surgimento de rugas e também o ressecamento da pele.
Sua principal função é o preenchimento dos espaços entre as células, dando volume aos tecidos. Por ter alta capacidade de reter água, também é diretamente responsável pela hidratação. Além disso, é capaz de neutralizar radicais livres e seus efeitos prejudiciais.
O envelhecimento da pele é, em grande parte, causado pela carência crescente de ácido hialurônico ao longo dos anos. Pesquisas mostram que a quantidade de moléculas da substância na pele de uma pessoa com 75 anos é quatro vezes menor do que essa pessoa tinha aos 19 anos. Somando esse quadro ao reconhecimento científico de que o ácido é responsável pelo preenchimento dos espaços intracelulares, hidratação e combate aos radicais livres, há um quadro fortemente indicativo da necessidade de repor os níveis desse ácido em adultos. E isso pode ser feito por diferentes métodos, e a suplementação é um deles.
A pele é o órgão que tem a maior concentração de ácido hialurônico no organismo. E a saúde da pele é beneficiada pelas três características desse ácido: preenchimento, hidratação e ação antioxidante.
Ao restabelecer os níveis de ácido hialurônico nas camadas internas da pele, reencontra-se o equilíbrio de água, regula-se a distribuição de proteínas nos tecidos e compõe-se um ambiente físico no qual ocorre o movimento das células, contribuindo para a melhora na estrutura e elasticidade da pele. Consequentemente, são notadas a redução de rugas e a suavização das linhas de expressão.
Nas articulações, a reposição do ácido hialurônico está relacionada à melhora nos quadros de osteoartrite. Estudos mostram que o ácido hialurônico restaura a lubrificação e auxilia na redução do desgaste das articulações.
O ácido hialurônico pode ser encontrado em suplementos (ingestão), cosméticos (aplicação tópica) e até mesmo em versões injetáveis aplicadas nas camadas mais profundas da pele.
Com a liberação da Anvisa — Agência Nacional de Vigilância Sanitária — em janeiro de 2019, suplementos com ácido hialurônico passaram a surgir no mercado. Quem procura produtos que ajudem na beleza da pele deve observar a lista de ingredientes dos suplementos e a concentração.
Produtos com vitamina C na fórmula, colágeno (ou precursores dele), ácido ortosilícico, biotina, vitamina E e antioxidantes ajudam na saúde da pele em geral, além de contribuírem para o fortalecimento dos cabelos e das unhas. Priorizar produtos que contemplem estes ingredientes é uma escolha que pode fazer a diferença nos resultados.
Não há consenso sobre como estimular, por via alimentar, a produção endógena de ácido hialurônico. Porém, excelentes resultados têm sido obtidos com a suplementação de nutricosméticos que levam AH na composição, como em suplementos de colágeno em pó desenvolvidos para a saúde da pele, e opções em cápsulas.
O ácido hialurônico também é aplicado de forma tópica e utilizado como ingrediente em cosméticos com o objetivo de reforçar o poder de hidratação. Ainda, alguns produtos com tecnologias mais avançadas disponibilizam AH na composição de hidratantes e séruns faciais em diferentes pesos moleculares:
Os suplementos com ácido hialurônico podem, ainda, conter outros elementos importantes para a saúde da pele, como o colágeno. Essa proteína é igualmente conhecida por ser responsável pela elasticidade e tenacidade. E, da mesma forma que acontece com o ácido hialurônico, o colágeno também apresenta queda na produção natural ao longo da vida. Conheça os efeitos do colágeno para pele.
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