O consumo de alimentos saudáveis faz a diferença para ter a vida equilibrada. Quem escolhe dietas ricas em nutrientes encontra na spirulina uma solução cheia de benefícios.
Postado por admin em 25/jun/2018 -
O consumo de alimentos saudáveis faz a diferença para ter a vida equilibrada. Quem escolhe dietas ricas em nutrientes encontra na spirulina uma solução cheia de benefícios.
Provavelmente, você já deve ter escutado falar sobre esse ingrediente e conhecer alguns dos seus atributos. Mas, a partir deste artigo, vai descobrir informações importantes sobre a spirulina e como incorporá-la na sua rotina diária.
Acompanhe e saiba para que serve, a composição nutricional, como é indicado ingerir e estudos que evidenciam seus efeitos.
É uma espécie de micro-organismo não tóxico, chamado de alga verde-azulada e produzido pela bactéria Arthrospira. No mercado da alimentação, a substância ganhou destaque por ser uma fonte rica de nutrientes e recebeu notoriedade por consumidores, médicos e instituições reconhecidas internacionalmente.
Atualmente, é possível encontrá-la nas versões em pó, cápsulas, comprimidos ou flocos.
O principal componente ativo é chamado de ficocianobilina, que proporciona efeitos antioxidantes e anti-inflamatórios. Estudos reforçam os efeitos positivos da ficocianobilina no combate aos radicais livres.
Veja abaixo a composição nutricional da spirulina.
100 gramas de spirulina contêm:
A spirulina é uma fonte rica de nutrientes, incluindo proteínas, carboidratos complexos (como polissacarídeos de glicose), lipídios, vitaminas A, E, K, betacaroteno e complexo B, e minerais (incluindo ferro, manganês, zinco, sódio, potássio, fósforo, cálcio, magnésio, cobre, selênio e cromo).
Sobre a proteína presente na spirulina, ela é responsável por 60% a 70% do peso seco da substância. Contudo, é deficiente em aminoácidos importantes, como: metionina, cisteína e lisina. Quando comparada ao leite ou à carne, a spirulina é considerada uma fonte inferior de proteína. Já quando comparada com as proteínas vegetais, é superior.
O conteúdo lipídico da spirulina está entre 1,5% e 12%, com 70% a 80% de ácidos graxos livres. A substância também contém vários compostos coloridos, incluindo carotenoides, clorofila e ficobiliproteína (como C-ficocianina, aloficocianina e fitoeritrina).
Outro ponto de atenção diz respeito ao fato de a spirulina conter vitamina B12, mas a maioria estar na forma de pseudoB12 e outros análogos inativos, que não são absorvidos pelo trato gastrointestinal.
As vantagens de consumir spirulina vão além do combate aos radicais livres. Para este post, foram selecionados os principais benefícios. Confira abaixo.
O perfil lipídico é identificado por exames que avaliam o risco de doença cardíaca coronariana. É composto por uma análise do colesterol total, colesterol HDL, colesterol LDL e triglicerídeos.
Em um estudo clínico com 78 voluntários, foi observada a redução nos níveis de colesterol total e uma redução de 13% no colesterol LDL depois de 4 semanas de suplementação com 8 gramas de spirulina.
A spirulina é rica em betacaroteno — carotenoide responsável pelo pigmento laranja encontrado em plantas, frutas e legumes, como a cenoura.
Quando é consumido, o betacaroteno pode ser transformado em vitamina A ou agir como antioxidante, combatendo os radicais livres. Desta forma, colabora para manter a pele saudável.
Ainda, o carotenoide ajuda na preservação do colágeno (proteína que proporciona elasticidade para a pele) e auxilia na produção de melanina, o que ajuda a manter a pele bronzeada.
Uma pesquisa conduzida com 40 voluntários com histórico de anemia apontou que, diante do consumo de 3g de spirulina diariamente por 12 semanas, foi identificada melhora dos parâmetros sanguíneos.
Desta forma, o estudo apresenta indicativos de que a spirulina pode melhorar a anemia e a disfunção imunológica.
A pressão arterial também teve alterações percebidas em estudos feitos com a spirulina. Na ocasião, 36 pessoas que apresentavam um certo grau de hipertensão foram submetidas ao uso suplementar da substância (4 g/dia, por seis semanas). Diante disso, foi identificada redução da pressão sanguínea sistólica e da diastólica.
Para complementar a composição nutricional apresentada no início deste post, é importante destacar que a spirulina contém muitos nutrientes. A possibilidade de uma nutrição potencializada com o consumo dela foi um dos motivos que levou a NASA (National Aeronautics and Space Administration) a adotá-la, assim como o apontamento pela OMS (Organização Mundial da Saúde) como um “alimento do futuro”.
Ainda o ingrediente conta com altos teores de proteína, minerais, fibras, aminoácidos, vitaminas, cálcio, zinco e antioxidantes. E, para atender às necessidades de quem tem restrições alimentares, ela tem baixa densidade calórica e pode ser consumida por vegetarianos, veganos ou pessoas que não incluem proteína animal no seu cardápio.
Especialistas apontam que a dose diária recomendada é de 3 a 5 gramas diariamente, a qual pode ser dividida em duas ou três vezes ao dia. Também é recomendado ingerir água filtrada quando consumir o ingrediente para facilitar a absorção pelo organismo.
Existem muitos tipos de spirulina, por isso, é importante conferir a proveniência. Se ela for desenvolvida em um ambiente não controlado, pode ficar contaminada com metais pesados e outras toxinas. Portanto, é importante escolher uma fonte confiável. Para isso, sempre solicite a spirulina em farmácia de manipulação de confiança.
Sim! É uma excelente opção para suplementar a alimentação quando é recomendada por médicos ou nutricionistas. Também é fundamental respeitar a dose diária apontada pelo profissional para evitar desconfortos, como mal-estar digestivo e náuseas.
Vale lembrar que não é indicada para gestantes, lactantes, pessoas com doenças autoimunes, pessoas com fenilcetonúria ou tireoide e crianças.
A dica é básica, simples e primordial: para não correr riscos, sempre consulte um profissional antes de iniciar o consumo de spirulina.
Se você gostou deste conteúdo, siga a leitura aqui no blog com o artigo “Spirulina e seus benefícios para os atletas” e complemente seus conhecimentos.
Postado por admin em 25/jun/2018 -
Os suplementos de triglicerídeos de cadeia média (TCM ou MCT, na sigla em inglês) têm sido adotados como uma opção mais eficiente ao óleo de coco, principalmente em dietas cetogênicas.
Mas você sabe quais são as diferenças entre o MCT e o óleo de coco? O que é, para que serve e quais são seus benefícios para o organismo? Confira neste post todas essas respostas e muito mais.
MCT (Mediun Chain Triglycerides) é o termo em inglês para TCM (triglicerídeos de cadeia média), uma fonte de energia importante em dietas cetogênicas ou low carb, em que há baixa ingestão de carboidratos.
Constituído basicamente pela combinação dos ácidos caprílico (C8) e cáprico (C10), o MCT é uma fonte de gordura que estimula o estado de cetose, condição em que o organismo utiliza a gordura como principal fonte de energia, e não o carboidrato.
Além disso, os TCMs são absorvidos diretamente na corrente sanguínea e transportados pelo organismo de forma mais rápida e eficiente do que os TCLs (triglicerídeos de cadeia longa).
Por esse motivo, constituem uma importante forma de gordura presente na dieta humana e introduzida na área clínica há mais de 50 anos, em substituição aos TCLs, já que fornecem energia de forma facilitada.
O MCT está presente no óleo de coco, óleo de palma e produtos lácteos, mas é consumido de forma pura e em maior quantidade por meio de suplementação. Já o TCL é encontrado em óleos como o azeite e o óleo de soja.
O MCT é muito recomendado para os praticantes de dietas como a cetogênica e a low carb, pois fornece a energia necessária para o corpo cumprir com suas funções vitais, sem a necessidade de uma alta ingestão de carboidratos.
De acordo com estudos, contribui ainda para:
Nesse sentido, vale observar que ao aumentar o consumo de gorduras boas, como o MCT, e ao mesmo tempo limitar o consumo de carboidratos, o corpo passa a interpretar que elas são o “combustível” necessário para suas funções, o que reduz a dependência dos carboidratos como fonte de energia.
O óleo de coco é constituído, em média, por 90% de gordura saturada, onde estão presentes os ácidos caprílico e cáprico.
No entanto, cerca de 47% dessa quantidade de gordura corresponde ao ácido láurico (C12). Bastante conhecido pelas propriedades antimicrobianas, ele apresenta capacidade limitada de fornecer energia aos músculos e ao cérebro, quando comparado aos ácidos caprílico e cáprico. Isso porque, embora o ácido láurico seja estruturalmente classificado como um TCM, sua ação biológica é a de um TCL.
Já os suplementos de MCT combinam apenas os ácidos caprílico e cáprico, em concentração até 7 vezes maior do que a quantidade presente no óleo de coco. Esses, fornecem energia através da formação de corpos cetônicos de forma potencializada, quando comparados ao ácido laúrico (C12), em razão das suas menores cadeias de carbonos, sendo, portanto, mais rápida a metabolização hepática.
O ácido caprílico ou ácido octanóico (C8) contém oito átomos de carbono e é um ácido graxo de cadeia média (MCFA). Por ser o triglicerídeo de cadeia média melhor absorvido, mesmo em menor quantidade favorece:
Como citamos anteriormente, o óleo de coco possui apenas 7% de C8 em sua composição, enquanto em suplementos de MCT pode chegar a 60%.
Entre os benefícios do MCT estão:
A suplementação com MCT também tem sido relacionada com a melhora no desempenho em competições que exigem maior resistência. A hipótese considera que a utilização da gordura como fonte de energia seria uma forma de economizar o estoque de glicogênio para o final da competição. Porém, uma análise concluiu que são necessários mais estudos para comprovar o uso do suplemento de MCT para essa finalidade.
Por estar na forma líquida e apresentar sabor neutro, pode ser consumido em colheradas ou adicionado em sucos, shakes, saladas e no preparo de receitas. Ele pode ser encontrado puro e concentrado ou ser ingrediente de outros suplemento, como na fórmula do café Brainstorm Coffee e na bebida vegetal Vegan Delight.
Vale destacar ainda a importância do uso do MCT associado a uma dieta saudável, prática de atividades físicas e de acordo com a orientação do seu médico ou nutricionista.
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Agora que você já conhece tudo sobre MCT, que tal saber um pouco mais sobre outros assuntos relacionados à nutrição e alimentação? Assine nossa newsletter para receber conteúdos exclusivos.
Postado por admin em 25/jun/2018 -
Se você está se exercitando bem e aderindo a uma dieta rica em proteína magra, vegetais e frutas, fibras e vitaminas, bem como carboidratos de boa qualidade, e ainda não está observando os resultados que gostaria, a proteína do soro de leite (whey protein) irá ajudá-lo. Mas essa não é a única razão para incluir o whey na sua rotina diária. Aqui, está resumido seis de seus benefícios:
Pesquisadores em Minnesota conduziram um estudo de 12 semanas onde a ingestão calórica diária dos participantes foi reduzida em 500 calorias. Em seguida, deram whey a alguns participantes e ao restante foi dada uma bebida isocalórica (placebo). O grupo whey perdeu uma quantidade significativamente maior de gordura corporal (6,1% total) e melhor preservou seus músculos. Se você sente um desejo de comer algo ‘fora de hora’, tente um alimento à base de whey protein.
Pesquisadores da Universidade Baylor, em Waco, Texas, recrutaram 19 homens que realizaram treinamento de resistência durante um período de 10 semanas. Deram a alguns deles 14g de whey protein e caseína junto com 6g de aminoácidos livres, enquanto a outros deram 20g de placebo. Aqueles que consumiram whey protein tiveram aumentos maiores na massa magra e na força muscular. A chave pode ser seguir o exemplo do estudo e consumir whey uma hora antes e depois dos exercícios.
Pesquisadores australianos deram a 28 homens obesos quatro bebidas diferentes. Aqueles que consumiram a bebida contendo 50g de whey protein apresentaram níveis significativamente reduzidos de grelina (um hormônio que sinaliza ao cérebro a sensação de fome) até quatro horas depois.
O câncer é uma loteria letal que já afeta muitas famílias. Uma possibilidade de se proteger contra a doença é fazer exames regulares para o tipo específico de câncer que pode ocorrer em sua família. Vários estudos também concluíram que a proteína do soro de leite pode ajudar na luta contra algumas formas comuns de câncer, incluindo próstata e cólon. Se você corre risco, lembre-se de fazer os devidos exames, ouvir o conselho de seu médico e considerar a inclusão da proteína do soro de leite em sua dieta.
Pesquisadores na Holanda induziram 58 indivíduos ao estresse experimental e descobriram que aqueles que consumiam whey protein tiveram menos sintomas de depressão e pareciam estar com melhor humor do que aqueles que não o fizeram. Eles concluíram que, provavelmente, ocorreu mudanças nos níveis de serotonina cerebral.
Pesquisadores da Universidade de Alberta descobriram que os indivíduos do sexo masculino envolvidos em atividade aeróbia extenuante sofreram níveis de glutationa significativamente reduzidos que poderiam afetar, por exemplo, os sistemas nervoso, gastrointestinal e imunológico. No entanto, também descobriram que, ao receberem whey protein, os indivíduos experimentaram uma redução significativamente menor nos níveis de glutationa. Se você gosta de sessões de longa duração de cardio, mas não quer arriscar uma redução dos níveis de glutationa, combata esses efeitos com whey.
Fontes:
http://www.mensfitness.com/nutrition/what-to-eat/6-reasons-you-should-be-using-whey-protein
Postado por admin em 25/jun/2018 -
A astaxantina é um dos mais potentes antioxidantes, presente em algas, no salmão e no krill. Veja, neste artigo, 10 poderes da substância que beneficiam a saúde, desde a saúde cardiovascular até a proteção da pele.
A astaxantina é um potente antioxidante e proporciona inúmeros benefícios para a saúde, segundo investigações científicas sobre suas propriedades. Os estudos indicam bons resultados relacionados à saúde ocular, ação anti-inflamatória, efeito antimicrobiano, benefícios para o cérebro, proteção da pele, entre outros.
Acompanhe os 10 principais poderes da astaxantina evidenciados em estudos e pesquisas.
Antes de apresentar os benefícios, é importante contextualizar o que é e para que serve: a astaxantina é um pigmento de cor vermelho-alaranjada e é considerado um carotenoide natural encontrado em microalgas. Os carotenoides são responsáveis por dar coloração aos alimentos.
Quando você vê a cor rosa em crustáceos, aves e peixes, é a presença dela que você percebe. É possível exemplificar citando os flamingos: eles se alimentam de crustáceos, e crustáceos se alimentam de algas, situação na qual a astaxantina prospera. Por esse motivo, a ave tem a cor rosa.
Ela ainda conta com potentes propriedades antioxidantes, protegendo as células dos radicais livres.
Os radicais livres são moléculas que possuem um desequilíbrio em sua conformação. São instáveis e capazes de se ligar a células sadias para recuperar sua estabilidade. Assim, é iniciada uma reação em cadeia: a molécula desfalcada se torna um novo radical e vai em busca de sua estabilidade na molécula vizinha, e assim por diante.
Essas moléculas se originam como resultado de um processo metabólico do corpo. No entanto, fatores externos como poluição e agrotóxicos podem contribuir para o aumento da formação dessas moléculas. Por vezes, o excesso desses radicais livres no organismo pode exercer efeitos negativos no corpo humano.
Estudos desenvolvidos apontam possibilidades interessantes da atuação da astaxantina no corpo humano. Confira 10 poderes relacionados com a aplicação da substância.
Nenhuma conversa sobre este assunto estaria completa sem mencionar o seu benefício para os olhos: o carotenoide apresenta efeitos positivos em pessoas com degeneração macular, bem como efeitos protetores em indivíduos com pressão intraocular elevada.
Os radicais livres podem causar danos oxidativos, levando a doenças. Uma dieta que conta com antioxidantes pode neutralizar esses radicais.
A astaxantina é um poderoso antioxidante que se assemelha ao betacaroteno (carotenoide que pode ser convertido em vitamina A ou agir como um antioxidante).
Em estudos, foi apontado que tomar 4mg de astaxantina diariamente, por 4 semanas, reduz os níveis sanguíneos de malondialdeído, um marcador do estresse oxidativo.
As propriedades anti-inflamatórias da astaxantina são capazes de reduzir o risco de doenças como cataratas, demência e Alzheimer. Ainda fornecem proteção para seu cérebro, olhos e sistema nervoso central.
Isso acontece pela capacidade que a substância tem de inibir a ativação de macrófagos — célula de defesa do organismo —, suspendendo a secreção de citocinas pró-inflamatórias (responsáveis por acelerar o processo inflamatório para lidar com infecções) e reduzindo a degradação de matriz extracelular e membranas basais.
Pesquisas apresentaram a capacidade da astaxantina para inibir a oxidação da lipoproteína de baixa densidade (LDL), levando os pesquisadores a concluir que ela pode ajudar a proteger contra aterosclerose (acúmulo de gorduras e colesterol nas paredes das artérias).
Outras pesquisas têm mostrado efeitos cardioprotetores, que podem ser atribuídos à sua atividade antioxidante e ação anti-inflamatória, tal como evidenciado por uma redução nos níveis da proteína C-reativa. Vale lembrar que essa proteína está presente no sangue e tem suas concentrações elevadas em quadros de inflamação ou infecção.
Um estudo apontou que três meses de suplementação com a astaxantina mostraram uma diminuição significativa na oxidação dos ácidos graxos e também um aumento da saudável lipoproteína de alta densidade (HDL).
Além disso, os adultos com sobrepeso e obesos apresentaram uma diminuição da peroxidação lipídica — processo referente à degradação oxidativa dos lipídios —, bem como um aumento no nível do antioxidante.
Estudos sugerem que a astaxantina pode ter efeitos gastroprotetores contra a Helicobacter pylori, bactéria relacionada ao desenvolvimento de úlceras estomacais e câncer de estômago. A pesquisa levanta a possibilidade de a astaxantina inibir a inflamação e agir como antioxidante.
Outra evidência indicada em pesquisas clínicas é a de que a substância pode auxiliar casais que pretendem engravidar. Homens com infertilidade – considerados inférteis por pelo menos 12 meses antes do tratamento – que tomaram 16g de astaxantina por três meses tiveram um aumento nos parâmetros de esperma e fertilidade. O aumento foi de cinco vezes a taxa total de gravidez em comparação com o período no qual eles foram submetidos ao placebo.
Ainda, em outros estudos, o uso da astaxantina (in vitro astaxantina 300mcg/ml) demonstrou a capacidade de inibir a enzima 5-alfa-reductase, que converte a testosterona em di-hidrotestosterona (DHT), um hormônio envolvido no aumento da próstata, calvície de padrão masculino e, possivelmente, câncer de próstata.
Pesquisas com ratos diabéticos mostram que a astaxantina reduz a hipertrofia glomerular (correspondente ao glomérulo, parte do rim na qual ocorre a filtragem do sangue e a formação da urina) e a dilatação tubular.
O efeito antioxidante da substância foi demonstrado como protetor das células que rodeiam os vasos sanguíneos nos rins. Essa descoberta sugere que ela pode ajudar a retardar a progressão de doença renal diabética, como a nefropatia diabética.
Evidências mostradas em estudos sugerem que os efeitos antioxidantes da astaxantina podem proteger contra doenças neurodegenerativas. Uma pesquisa feita com animais identificou que a astaxantina impede danos oxidativos induzidos pela beta-amiloide (peptídeo relacionado à doença de Alzheimer) nos glóbulos vermelhos e células dopaminérgicas. Teoricamente, isso pode ajudar a prevenir a progressão da doença de Alzheimer e outras demências.
Também acredita-se que o estresse oxidativo contribui para o desenvolvimento da doença de Parkinson. Pesquisas com animais mostram que a astaxantina reduz as propriedades nocivas induzidas pelo estresse oxidativo dos neurônios dopaminérgicos (relacionados à atuação da dopamina, neurotransmissor que tem, entre suas funções, ativar os circuitos de recompensa do cérebro), sugerindo que ela pode proteger contra a neurodegeneração associada à doença de Parkinson.
Além disso, pesquisas em animais evidenciam que os efeitos antioxidantes da astaxantina ajudam a proteger contra lesões induzidas por isquemia no tecido cerebral.
Há evidências que indicam a atuação da astaxantina na proteção da pele contra os danos causados pelos raios ultravioleta. Em estudo duplo-cego controlado por placebo, foram analisados os efeitos da astaxantina em pessoas saudáveis que receberam suplementação de 4mg/dia ao longo de 10 semanas.
O grupo da astaxantina apresentou dose mínima de eritema aumentada, em comparação com o placebo. Além disso, apresentou uma menor perda de hidratação da pele na área irradiada. As condições subjetivas da pele para “melhora da pele áspera” e “textura” em áreas não irradiadas foram significativamente melhoradas pela astaxantina.
Ainda, o estudo indica que a astaxantina parece proteger contra a deterioração da pele induzida por UV e ajuda a manter a pele saudável em pessoas com boas condições de saúde.
Até o momento não foi reportado nenhum efeito colateral significante em estudos clínicos. Não obstante, quando em altas doses (a partir de 50mg), o carotenoide pode causar uma cor alaranjada na pele.
É pertinente destacar que os benefícios apontados neste post são embasados em estudos, os quais correlacionam o uso de astaxantina com os resultados obtidos.
Uma das maneiras mais fáceis para quem quer aumentar o consumo de astaxantina é recorrer à suplementação, seja por meio de fórmulas manipuladas ou da suplementação do Óleo de Krill, o qual conta com astaxantina de fonte natural na composição. Para quem tem interesse em experimentar, tem um cupom de 10% de desconto. É só digitar KRILLOIL10 no carrinho de compras. Clique aqui para comprar.
Também, a astaxantina pode estar presente na fórmula de suplementos com outros ingredientes, como na composição de nutricosméticos em cápsulas ou em pó desenvolvidos para a saúde da pele.
Suplementos de ômega-3 também podem conter astaxantina para ampliar os benefícios e favorecer a saúde do coração, dos olhos e das articulações.
Postado por admin em 25/jun/2018 -
HANNE et al (1986) demonstraram não existir diferenças significativas nas variáveis: aptidão física, antropométricas, metabólicas (incluindo capacidade aeróbia e anaeróbia), força, função pulmonar e níveis séricos de proteína e hemoglobina entre atletas ovo-lacto-vegetarianos, lacto-vegetarianos e vegetarianos. Esses resultados corroboram os apresentadados por RABEN et al (1992) que demonstraram não haver diferenças na performance física de atletas de resistência quando estes são alimentados com dietas vegetarianas ou não vegetarianas durante um período de 6 semanas.
Os valores hematológicos, antropométricos e metabólicos de mulheres vegetarianas fisicamente ativas foram comparados aos de mulheres não vegetarianas fisicamente ativas. Embora as vegetarianas tivessem valores de glicose sanguínea e colesterol significativamente menores, não houve diferença entre os grupos na capacidade cardio-respiratória submáxima ou máxima e no eletrocardiograma durante teste progressivo em esteira (NIEMAN et al., 1989).
A nutrição representa um determinante crítico da resposta imune, e dados epidemiológicos sugerem que deficiências nutricionais alteram a imunocompetência e aumentam o risco de infecções. RICHTER et al (1991) demonstraram que a função imune de atletas que consomem uma dieta rica em proteína animal, é similar à de atletas que consomem uma dieta lacto-ovo- vegetariana.
Alguns estudos sugerem que uma proporção significativa de atletas amenorréicas são vegetarianas (ROSE et al., 1991; PEDERSEN et al., 1991). No entanto, existe evidência crescente de que a baixa ingestão energética, e não a qualidade da dieta, é a principal causa de oligomenorréia em atletas e que, o equilíbrio positivo, normaliza o perfil hormonal e a menstruação.
O esforço para manter ciclos menstruais normais deve incluir ingestão maior de alimentos energéticos e gorduras, redução de fibras e do treinamento extenuante (AMERICAN DIETETIC ASSOCIATION, 1997).
Geralmente as dietas vegetarianas fornecem uma menor quantidade de proteína que as dietas não-vegetarianas. Embora a qualidade da proteína de dietas vegetarianas seja adequada para os adultos, as proteínas vegetais não são tão bem absorvidas como as proteínas animais. Assim, essa regulação pode ser feita aumentando-se em 10% a quantidade protéica consumida. Portanto, a recomendação de ingestão para atletas vegetarianos é cerca de 1,3 a 1,8g/ Kg de peso corporal (AMERICAN DIETETIC ASSOCIATION, 1997).
Embora as dietas vegetarianas sejam mais pobres em proteínas totais, a ingestão de proteínas tanto em ovo-lacto-vegetarianos quanto em vegans parece ser adequada (AMERICAN DIETETIC ASSOCIATION, 1997). A adequada ingestão calórica é um importante fator para se suprir as necessidades diárias de proteínas em atletas.
A suplementação com creatina foi sugerida como recurso ergogênico para atletas que realizam sessões repetidas de exercícios de alta intensidade e curta duração. Indivíduos vegetarianos, quando comparados aos não- vegetarianos, apresentam menores níveis plasmáticos de creatina (DELANGHE et al., 1989), porém, isso não reflete diminuição de seu conteúdo muscular. Em estudo com indivíduos vegetarianos, os níveis teciduais de creatina estão dentro do normal (115 mmol/Kg).
Um estudo randomizado e duplo-cego foi incapaz de verificar qualquer efeito da creatina sobre a potência física de atletas vegetarianos (CLARYS et al., 1997).
SHOMRAT e colabores (2000) suplementaram creatina em vegetarianos e onívoros por uma semana, e a performance no teste anaeróbio de Wingate foi determinada antes e após essa suplementação. Os resultados mostraram que ambos tiveram maior massa muscular e média de força máxima durante os testes. Porém, o pico de força máxima foi significantemente maior pela suplementação nos onívoros. Concluiu-se que a ingestão de creatina responde similarmente no aumento da média de força máxima durante exercício máximo e curto. É possível que os níveis de creatina (e de fosfocreatina) muscular antes da suplementação eram similares em ambos grupos.
A absorção de alguns nutrientes pode ser potencialmente inibida em dietas vegetarianas pela presença de dois antinutrientes: fitato (grãos), tanino (chás) e fibra alimentar (principalmente as insolúveis). Mas os alimentos vegetais também contêm substâncias que aumentam a absorção dietética do ferro, como a vitamina C e o ácido cítrico que são encontrados em frutas e vegetais (CRAIG, 1994; AMERICAN DIETETIC ASSOCIATION, 1997).
Atletas vegetarianos podem desenvolver deficiências pela baixa ingestão de vitaminas B12 e D, riboflavina, ferro, cálcio e zinco, já que boas fontes destes nutrientes são encontrados em alimentos de origem animal (AMERICAN DIETETIC ASSOCIATION, 1997). A deficiência da vitamina B12 nos vegetarianos foi acompanhado pelo aumento da suscetibilidade de algumas infecções (TAMURA et al., 1999).
Como a necessidade de vitamina B12 é pequena e ela étanto armazenada quanto reciclada no corpo, os sintomas da deficiência podem demorar anos para aparecer. A absorção de vitamina B12 torna-se menos eficiente conforme o corpo envelhece, e assim, os suplementos podem ser aconselhados para todos os vegetarianos mais velhos (AMERICAN DIETETIC ASSOCIATION, 1997).
O ferro, em particular, é um nutriente preocupante, já que em dietas vegetarianas a sua biodisponibilidade é baixa (AMERICAN DIETETIC ASSOCIATION, 1997). Entretanto, um estudo realizado com mulheres australianasm, mostrou que não houve diferença significativa na ingestão de ferro total e que a concentração sérica de ferritina menor que 12 g/L (indicadora de baixa reserva de ferro) foi encontrada similarmente entre os dois grupos. A concentração de hemoglobina não foi significantemente diferente (BALL & BARTLETT, 1999).
A presença da anemia em vegetarianos é rara (NIEMAN et al., 1989).
A posição da American Dietetic Association (ADA) é que as dietas vegetarianas apropriadamente planejadas são saudáveis, adequadas em termos nutricionais e apresentam benefícios para a saúde na prevenção e no tratamento de determinadas doenças.
Dietas vegetarianas também podem atender à necessidade de atletas competitivos. As dietas vegetarianas que atendem às necessidades energéticas e incluem boas fontes protéicas (por exemplo, alimentos á base de soja, feijões) podem fornecer quantidade adequada de proteína sem o uso de suplementos especiais ou suplementos.
Aconselha-se que os profissionais de saúde estejam sempre atualizados para fornecer orientações aos vegetarianos de modo a maximizar os benefícios e minimizar os problemas nutricionais que as dietas vegetarianas possam trazer.
Por: Priscila Di Ciero – Nutricionista
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. POSITION OF THE AMERICAN DIETETIC ASSOCIATION: VEGETARIAN DIETS. J Am Diet Assoc,. 97:1317-1321, 1997.
2. APPLEBY, PN et al. Journal of Human Nutrition diet, 8:305-314, 1995.
3. BALL, MJ & BARTLETT, MA. American Journal Clinical Nutrition, 70:353-8, 1999.
4. CRAIG, WJ. American Journal Clinical Nutrition, 59(suppl):1233S-7S, 1994.
5. FRASER, GE et. al. American Journal of Epidemiology, 142:746-758, 1995.
6. GIOVANNUCCI, E. et al. Cancer Research, 54:2390-2397, 1994.
7. HANNE, N et al. Journal of Sports Medicine and Physical Fitness, 26:180-185, 1986.
8. RABEN, A. et al. Medicine Science Sports Exercise, 24:1290-1297, 1992.
9. RICHTER, EA et al. Medicine Science Sports Exercise, 23:517- 521,1991.
10. ROSE, DP et al. American Journal of Clinical Nutrition, 54:520-525, 1991.
11. NIEMAN, DC et al. International Journal of Sports Medicine, 10:243-250, 1989.
12. PEDERSEN, AB et al. American Journal of Clinical Nutrition. 53:879 – 885, 1991.
13. TAMURA, J et al. Clin Exp Immunol, 116:28-32, 1999.
14. THOROGOOD, M et al. British Medical Journal, 308:1667-1670, 1994.
Postado por admin em 25/jun/2018 -
– 1/2 C.Sopa de Ghee
– 1/2 xícara de milho para pipoca
– 1 e 1/2 C.Sopa cheia de Chocoki
– 1 e 1/2 C.Sopa cheia de Xylitol
Em uma panela grande, aqueça a manteiga e junte o milho para pipoca. Mexa até que a pipoca comece a saltar. Tampe, deixe em fogo baixo e sacuda a panela de vez em quando, até que as pipocas tenham estourado completamente. Em um recipiente à parte, misture o xylitol e o chocoki, abra a panela cuidadosamente e acrescente essa mistura. Continue mexendo, até que o chocoki tenha derretido e aderido às pipocas. Sirva!
Postado por admin em 25/jun/2018 -
É por isso que “a Academia Americana de Pediatria aconselhava os pais a evitar 100% de suco de fruta para bebês menores de 6 meses”, escreveu Catherine Saint Louis no New York Times. Mas, o grupo “endureceu sua posição contra os sucos, recomendando agora que a bebida seja banida inteiramente da dieta de um bebê durante seu primeiro ano”.
Esta postura mais dura é uma resposta ao fato de que o suco de fruta ganhou uma reputação muito saudável e “natural”, e muitas pessoas não entendem como ele, de fato, é nutricionalmente inútil. Fiquei surpreso em descobrir que, “em termos de açúcar e calorias, os sucos comerciais são semelhantes aos refrigerantes. Por exemplo, 119mL de refrigerante de limão pode conter 12,6 gramas de açúcar e 46 calorias, um pouco menos do que o suco de maçã”.
Este é apenas um útil lembrete de como a nutrição pode não ser tão simples, ou como facilmente podemos ser enganados por campanhas de marketing e por várias heurísticas* que usamos para fazer julgamentos rápidos sobre o que é ou não saudável. “O suco de frutas se origina de frutas, e as frutas são saudáveis, então por que não dar a meu filho?” O raciocínio faz um certo sentido. Mas, como várias outras crenças sobre a nutrição, ele está errado.
Artigo traduzido por Essential Nutrition
Fonte:
http://nymag.com/scienceofus/2017/05/pediatricians-fruit-juice.html?utm_source=Sailthru&utm_medium=email&utm_campaign=Science%20of%20Us%20-%20May%2023%2C%202017&utm_term=Subscription%20List%20-%20Science%20of%20Us%20%281%20Year%29
Postado por admin em 25/jun/2018 -
Estou falando das folhas verdes escuras de gosto amargo, alguns bons exemplos incluem a rúcula e a couve. Além de serem (como a maioria dos verdes) ricas em vitaminas, elas são excepcionalmente benéficas para a digestão. Com um sabor ousado que pode levar algum tempo para se acostumar, mas com benefícios para a saúde que definitivamente valem a pena o esforço!
Para este artigo, estou aproveitando a teoria da Ayurveda que atribui diversas qualidades para seis sabores principais, como também pesquisas comprovam os benefícios fisiológicos das ervas amargas para o corpo humano.
Aqui estão seus benefícios para a saúde:
As folhas verdes e amargas são embaladas com vitaminas A, C e K, e minerais como cálcio, potássio e magnésio. Cheias de folato e fibras e pobres em gordura e sódio, esses vegetais são uma potência nutricional! Eles são ótimos para a pele (betacaroteno), para um forte sistema nervoso (folato), coagulação do sangue saudável (vitamina K) e contêm fitonutrientes indicados para apoiar a saúde dos olhos.
Comer alimentos amargos ativa as papilas gustativas que estimulam a produção de enzimas e simultaneamente o fluxo biliar, o que promove a digestão. Quanto melhor o seu alimento é digerido, mais nutrientes o corpo pode absorver. Não importa o que você come, se não consegue absorvê-lo não vai ser de muita utilidade para você. O alto teor de fibra nos vegetais amargos também ajuda a eliminar resíduos através do trato digestivo. Além do mais, também promove a desintoxicação natural do fígado, que regula o colesterol, equilibra os hormônios, desintoxica o sangue, e metaboliza gorduras. Considerando-se que há tanta conversa sobre dietas Paleo (recheadas de gordura), precisamos comer mais vegetais amargos para digerir as gorduras de uma forma mais eficiente.
O conhecimento Ayurveda recomenda que consumimos todos os sabores para uma saúde melhor: doce, salgado, azedo, amargo, picante, e adstringentes. Infelizmente, a dieta ocidental consiste principalmente de sabores doces e salgados. Também foi sugerido que o consumo de ervas amargas pode ajudar na perda de peso!
Então, como você pode incorporar essas folhas verdes em sua dieta e adorar o sabor?
Não é tão difícil. Ao fazer compras, escolha verduras orgânicas com folhas crocantes e procure as da estação.
Essas folhas se mantêm frescas por 2 a 3 dias, mas é melhor usá-las o mais rapidamente possível.
Para “domar” sua amargura, experimente esta receita universal: refogue levemente os vegetais com uma pequena quantidade de sal e gordura. A adição de sal marinho e óleo de alta qualidade ao cozinhar reduz a amargura, aumenta a digestibilidade, e até mesmo libera nutrientes para fácil absorção.
Aqui está uma lista de vegetais amargos para você experimentar:
• Amaranto
• Rúcula
• Endívia
• Brócolis
• Dente de leão
• Escarola
• Couves
• Mizuna
• Mostarda
• Urtica comum
• Chicória
• Grelo
• Tatsoi (semelhante ao espinafre)
• Nabo
• Agrião
Autora: NADYA Andreeva
Fontes:
http://www.mindbodygreen.com/0-13385/3-reasons-to-eat-bitter-greens-every-day.html
Postado por admin em 25/jun/2018 -
Qual o melhor suplemento para o cérebro? Em tempos de maior preocupação com a saúde mental e com o bom funcionamento cerebral, vale conhecer nutrientes aliados da cognição, da memória, do raciocínio e de outras funções cognitivas.
O cérebro humano é um “computador” poderoso. Ele possui cerca de 100 bilhões de neurônios ligados por trilhões de conexões conhecidas como sinapses. Assim como uma máquina, o cérebro também necessita de energia para desempenhar suas funções. Não é à toa que ele consome cerca de 20% da energia do nosso corpo.
Hoje, existem vários suplementos para a memória e para a concentração que ajudam a repor nutrientes, combater os radicais livres e melhorar a circulação sanguínea do cérebro, contribuindo para o bom desempenho cognitivo.
Continue a leitura e saiba o porquê e quando um suplemento para o cérebro pode ser recomendado e quais os melhores nutrientes para as funções cognitivas.
Os suplementos para o cérebro podem ser recomendados para indivíduos saudáveis que querem melhorar a memória, a atenção, a performance cognitiva e o foco nos estudos ou no trabalho ou para pessoas que apresentam algumas condições clínicas relacionadas ao funcionamento cerebral e à saúde mental.
Outra questão, é que ao longo da vida o cérebro humano pode apresentar deficiências cognitivas que são atreladas ao envelhecimento, como a perda de memória, por exemplo. Com o avanço da idade, começamos a diminuir a capacidade de armazenamento cerebral e alguns nutrientes podem colaborar com a melhora da memória, da percepção e da atenção.
O DHA e o EPA fazem parte do ômega-3 e são estudados constantemente por propriedades que favorecem as funções cognitivas, principalmente o DHA. Esse ácido graxo corresponde a 20% das gorduras que compõem o nosso cérebro e atua na produção de novos neurônios, neuroproteção, transmissão de sinais, entre outras.
Além disso, estudos indicam que o DHA pode melhorar significativamente o desenvolvimento cognitivo em crianças, sendo essencial, inclusive, a sua suplementação na gravidez.
Você encontra suplementos de ômega-3, versões apenas com DHA, assim como fórmulas aprimoradas com o ômega-3 combinado com outros componentes que favorecem as funções cognitivas.
O magnésio é um dos minerais mais importantes para o nosso organismo. Entre os benefícios do magnésio está a sua capacidade de potencializar a ação cerebral.
A concentração adequada desse mineral favorece a neuroplasticidade e eleva a atividade cerebral, contribuindo para o aprendizado e a memória (de curta e de longa duração).
Além disso, o magnésio está relacionado à produção de serotonina, o neurotransmissor que ajuda a diminuir a ansiedade e a manter a saúde mental e psicológica e que apoia a memória, a atenção, o desempenho cognitivo e o foco nos estudos ou trabalho.
O magnésio pode estar na composição de suplementos que auxiliam as funções cerebrais, e também pode ser manipulado.
Ao longo da última década, a creatina, geralmente utilizada para melhorar o desempenho esportivo, também teve suas habilidades testadas no que diz respeito à melhora no desempenho neural.
Pesquisas apontam que a creatina tem um efeito positivo significativo sobre a memória de trabalho e a inteligência, em particular no que diz respeito a tarefas que exigem velocidade de processamento.
Os suplementos de cretina foram destaque no mercado da nutrição nos últimos anos, e muitas pessoas desconhecem suas propriedades associadas à cognição.
Talvez a cafeína seja o composto mais conhecido quando falamos em suplementos para o cérebro. Ela estimula o Sistema Nervoso Central (SNC), auxilia no aumento do estado de alerta, melhora a concentração e a velocidade do processamento mental e apoia a realização de tarefas que precisam de atenção sustentada.
São inúmeros os estudos que demonstram benefícios da cafeína para funções cerebrais, como a cognição, aprendizado e memória. Assim, não é à toa que ela pode estar na composição de muitos suplementos, como aqueles feitos com café e especiarias ou em fórmulas concentradas em cápsulas.
Contudo, quando ingerida em doses muito altas, pode ocasionar o efeito crash, que promove resultados contrários aos desejados de quem quer deixar o cansaço de lado. Ao invés de se sentir mais disposto e alerta, o indivíduo pode se sentir mais cansado. Por isso, suplementos que apresentam uma liberação lenta e gradativa, ou que contêm outros ingredientes que, em sinergia, ajudam a regular a cafeína, são boas alternativas.
A L-teanina é um aminoácido encontrado naturalmente no chá verde e se destaca por ajudar a reduzir o excesso de atividade neural, favorecendo o foco e a concentração.
Em vários estudos, esse aminoácido apresenta ações promissoras para controlar a ansiedade, aliviar o estresse e melhorar o humor, e também está associado a efeitos calmantes sem causar sonolência. Além disso, pode atuar a favor das funções cognitivas, como a atenção e a memória de trabalho.
Atualmente, há suplementos contendo a L-teanina em sua forma pura e concentrada, além de opções formuladas com outros ingredientes, como, por exemplo, a combinação de L-teanina e cafeína.
Além disso, é possível encontrar bebidas funcionais que incluem a substância em sua composição, como cafés e bebidas carbonatadas.
A taurina é um aminoácido presente em grandes quantidades em alguns órgãos do nosso corpo e desempenha um papel essencial, especialmente no Sistema Nervoso Central (SNC).
Você já deve ter ouvido falar da taurina em bebidas energéticas, certo? A presença dela nessas bebidas acaba reforçando sua associação a efeitos estimulantes, principalmente quando combinada com a cafeína.
Mas o que nem todo mundo sabe é que a taurina tem uma função importante no foco e na concentração. Isso, porque ela ajuda a regular a comunicação entre os neurotransmissores, que deixam o cérebro mais excitado ou inibido. Essa modulação evita que o cérebro fique superestimulado ou muito lento, favorecendo um equilíbrio ideal para o foco e o bem-estar mental.
Um dos mecanismos de atuação da taurina está relacionado à sua estrutura química parecida com a do GABA, o principal neurotransmissor do relaxamento. Assim, no nosso cérebro, ela age de forma semelhante ao GABA, ajudando a reduzir a agitação mental, aquela que atrapalha quando precisamos nos concentrar e focar em algo importante.
O gengibre tailandês, da espécie Alpinia galanga, é utilizado há séculos na Ayurveda, como um nootrópico natural.
Ele atua como estimulante, ajudando no foco e na concentração. Quando combinado com a cafeína, atua como um caffeine amplifier, prolongando o estado de alerta e evitando o efeito crash que pode acontecer quando consumimos doses moderadas ou altas de
cafeína.
Assim, suplementos que unem o gengibre tailandês com a cafeína apresentam uma solução inteligente para o foco e a atenção.
O nosso cérebro precisa de fontes de energia, e a principal delas é a glicose originada dos carboidratos. Quem opta por dietas com baixo consumo de carboidratos, como a cetogênica ou a low carb, conduz o cérebro a encontrar outras fontes, como as cetonas, sintetizadas por uma oxidação das reservas de gordura.
Nesse contexto é que o óleo de triglicerídeos de cadeia média (MCT) se destaca quando falamos em funções cerebrais. Ele tem o potencial de produzir uma fonte nutricional de cetonas independente do estado de jejum ou da ingestão de carboidratos, por isso, pode ser uma fonte de energia interessante e segura em dietas restritivas.
Estudos ainda destacam efeitos positivos do MCT na capacidade cognitiva. Em uma pesquisa direcionada aos pacientes com nível leve ou moderado de Alzheimer, foi sugerida uma atuação neuroprotetora dos triglicerídeos de cadeia média ao atuarem na diminuição da inflamação e formação da membrana lipídica dos neurônios
O MCT pode estar na composição de suplementos ou em versões concentradas. Algumas pessoas substituem o óleo de coco pelo MCT até mesmo em receitas culinárias.
A colina é uma das vitaminas do Complexo B (a B8, especificamente) que apresenta um papel relevante na ação cerebral. Isso, porque ela é necessária para produzir acetilcolina, um neurotransmissor importante para a memória e para o humor.
Uma revisão de estudos sobre a colina no tratamento de déficits cognitivos, emocionais e comportamentais associados a distúrbios cerebrais crônicos em idosos trouxe evidências de benefícios na função de memória e comportamento.
Além disso, alguns desses estudos supõem que a colina possa exercer efeitos neuroprotetores por melhorar a síntese de fosfatidilcolina, um componente das membranas celulares do cérebro. Também, indicam efeitos na neurorecuperação, sendo considerada em tratamento para AVC (acidente vascular cerebral) e TCE (traumatismo cranioencefálico)
Para o desenvolvimento infantil, a colina tem participação na área do hipocampo e do encéfalo frontal, responsáveis pela regulação da memória e da atenção.
A colina é um composto encontrado em suplementos mais específicos que favorecem as funções cerebrais, como alguns produtos ricos em ômega-3 e em polivitamínicos.
A tirosina é um aminoácido não essencial precursor do neurotransmissor dopamina, associada a efeitos antidepressivos.
Além da melhora do humor, a tirosina também é um suplemento para a memória, principalmente em situações de estresse, e melhora a capacidade de executar tarefas sob pressão.
Algumas publicações sugerem que a suplementação com tirosina pode aumentar os níveis dos neurotransmissores dopamina, adrenalina e noradrenalina e assim apoiar a melhoria da memória e do desempenho em situações estressantes. Em uma delas, a tirosina melhorou significativamente a memória de trabalho (que é importante para manter o foco) de mulheres durante uma tarefa mentalmente exigente.
Também, em outro estudo, foi demonstrado que a tirosina melhora a capacidade e rapidez de alternar entre tarefas ou pensamentos, chamada de flexibilidade cognitiva.
As vitaminas do complexo B também contribuem para o bom funcionamento do sistema nervoso e podem ser utilizadas como suplemento para o cérebro, pois atuam na melhora da memória e da concentração, entre outros benefícios.
Estudos indicaram que quantidades insuficientes de vitaminas do complexo B foram associadas a níveis mais altos de inflamação neural e estresse oxidativo.
Um dos lipídios que está presente na membrana das nossas células neurais também é encontrado em suplementos. A fosfatidilserina é recomendada por suas propriedades que apoiam as funções cognitivas identificadas em pesquisas. Vale destacar a melhora do aprendizado e da memória.
Uma questão interessante é sobre a sinergia da fosfatidilserina com o DHA, um dos ácidos graxos ômega-3. Além de serem dois componentes da membrana dos nossos neurônios, estudos mostram que a administração conjunta pode trazer benefícios, como melhorias nas habilidades de memória.
O ômega-3 já é, por si só já é bem conhecido pelas suas propriedades que favorecem as funções cognitivas. Já o Omega Brain, é uma fórmula pensada para o benefício do cérebro, traz como diferencial uma boa concentração de fosfatidilserina, cafeína e gengibre tailandês. Em cápsulas, é superfácil de incluir na rotina.
Também há suplementos de café feitos com vários ingredientes listados neste texto, como o Brainstorm Coffee, que é feito com um blend de cafés, guaraná, gengibre tailandês, complexo B, magnésio, CoQ10 e diversas especiarias.
Versátil, é ideal para quem gosta de apreciar um café durante o dia, quente ou gelado, em receitas, como pré-treino e em outras inúmeras situações.
Para saber mais, leia o artigo especial sobre o Brainstorm Coffee aqui.
As bebidas funcionais feitas com ativos que ajudam no foco e na concentração também são boas alternativas para ajudar o nosso cérebro a “trabalhar” melhor, como é o caso do Quantum Leap e do Blissfull, duas bebidas levemente gaseificadas feitas com chá verde, vitaminas do complexo B, guaraná e outros ingredientes que agregam sabores incríveis e propriedades que beneficiam além da cognição.
Leia também:
Além dos suplementos, que são encontrados prontos, existem ativos que podem ser prescritos e manipulados em farmácias especializadas, como ginkgo biloba e Lion’s Mane.
Para conhecer, veja o artigo que lista mais de 10 opções de nootrópicos que podem ser manipulados.
Os suplementos para o cérebro podem ser formulados com um único ingrediente de forma concentrada, ou combinados com outros ativos que, em sinergia, podem potencializar propriedades aliadas ao funcionamento cerebral.
Contudo, para saber qual é o melhor suplemento para o cérebro, é importante lembrar que cada pessoa tem suas necessidades, tem suas preferências de consumo e orientações específicas feitas pelo médico ou nutricionista.
Por isso, é sempre interessante entender seus objetivos e necessidades para agregar nutrientes aliados da sua saúde cerebral na sua rotina.
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